A Tarifa Branca é uma boa saída para economizar?

FOTO: Lâmpada

FOTO: Lâmpada

Entenda o que é e como funciona essa nova modalidade

A partir do dia 01 de janeiro de 2018, a ANEEL passou a ter dois tipos de tarifas para cobrar o consumo de energia elétrica. O consumidor agora possui o poder de escolher qual delas se enquadra melhor para seu tipo de consumo. Com a “Tarifa Branca” o consumidor paga valores diferentes que estão relacionados aos dias da semana e horários do dia. Porém, deve-se ter atenção com o padrão de consumo pois a escolha desta tarifa pode ser prejudicial á sua conta de luz.

Os benefícios da adesão dessa nova tarifa depende do perfil de consumo, é necessário que haja flexibilidade para direcionar o consumo fora dos horários de pico. A intenção dessa tarifa é de diminuir a sobrecarga das distribuidoras nos horários de pico e ociosidade fora desses horários. Porém resta a dúvida: Quando é vantajoso aderir á nova tarifa?

Consumidores habilitados para adesão da nova cobrança são aqueles presentes em áreas de baixa tensão ((127V, 220V, 380V ou 440V). Essas áreas possuem a denominação de “Grupo B” que possui as tarifas aplicadas apenas ao consumo diferente do “Grupo A” de alta tensão e com unidades consumidoras que recebem energia em tensão superior ou igual a 2,3 kV, nesses casos as cobranças são feitas com base no consumo de demanda variável. Para lhe ajudar, temos a seguir quais são as divisões dentro do grupo B:

B1 -  Residências
B2 – Consumidor Rural
B3 – Estabelecimentos comerciais e indústrias de pequeno porte
B4 – Iluminação pública

As datas para aderir a nova tarifa foram segmentadas de acordo com o consumo. A partir de 01 de janeiro de 2018, só poderiam aderir quem possuía consumo acima de 500kWh, a partir de 01 de janeiro de 2019 quem consome entre 250 e 500 kWh e após 01 de janeiro de 2020 quem consome abaixo de 250kWh.

O Funcionamento desta tarifa é feita a partir dos três períodos definidos*:
1 - ponta (três horas com maior consumo de energia da distribuidora – Exemplo 18:00 ás 21:00). Neste período o valor é mais caro
2 - intermediário(uma hora anterior e posterior ao horário de ponta – Exemplo 16:59 ás 17:59 e 21:01 ás 22:01). Neste período o valor é intermediário
3 - fora de ponta (todos os outros horários. Em feriados nacionais e fins de semana serão cobradas essa tarifa independente do horário de consumo). Neste período o valor é o mais barato e onde deve se encontrar a maior parte do seu consumo.
* Cada distribuidora define quais são os horários enquadrados nos três períodos, é necessário entrar em contato com a sua para descobrir.

Só será vantajosa a adesão para o consumidor que tiver flexibilidade para consumir mais energia durante os períodos de menor custo. Quando não houver essa flexibilidade, o consumidor está fadado a arcar com as tarifas praticadas. A única saída para estes consumidores que não tem tal flexibilidade é aproveitar a minigeração e utilizarem as vantagens da energia solar, sem custo inicial, baixa burocracia e de forma simples.

Os maiores vilões da conta de luz no horário de pico (ou ponta) são: o chuveiro elétrico, o ar condicionado e aquecedores, caso consiga concentrar seu consumo fora dos horários de pico, pode ser que se enquadre nessa nova modalidade. Abaixo deixamos uma demonstração gráfica de casos em que houve a diminuição ou aumento na conta de luz

(FOTO: ANEEL)

(FOTO: ANEEL)

Para a adesão dessa nova tarifa deve ser feita uma solicitação para a distribuidora que terá até 30 dias para fazer a mudança, entretanto a ANEEL ainda não informou o passo a passo. Pode haver uma cobrança de taxa para uma provável mudança no medidor que será custeado pela distribuidora. Porém, provavelmente acarretará num custo para o consumidor caso seja necessário fazer alterações no sistema resultando em reformas na casa ou prédio. Caso o consumidor se arrependa, ele solicita que a distribuidora faça essa mudança novamente para o modelo tradicional e só poderá solicitar a mudança para tarifa branca novamente após 180 dias.

Em resumo, hoje ainda não existem ferramentas gratuitas e de fácil acesso para lhe responder se você se enquadra neste novo modelo. Apenas sua conta e risco para aderir o novo modelo e poder sair dele com desconto ou prejuízo.

Fonte: Época Negócios

Veja como economizar no IPTU

IPTU Verde: Economia gerada por soluções sustentáveis

FOTO: Contas de fim de mês

FOTO: Contas de fim de mês

Os inícios de cada ano tendem a ser sempre iguais com muitas promessas de melhorias pessoais, de saúde e também financeira. Infelizmente quanto a ultima, o ano começa um pouco mais difícil, para cada família um tipo de gasto diferente, mas sempre estão presentes os gastos fixos como IPVA, IPTU, parcelamentos, contas de luz, água e telefonia.  Entre tantas contas que temos para pagar, o jeito é saber como pagar menos ou ter descontos nessas despesas fixas. Quando falamos de desconto na sua conta de luz, podemos citar o consumo de energia através do aluguel de placas solares. Gostaria de apresentar a seguir um desconto que podemos ter acesso, só precisávamos saber dele não é mesmo?

O IPTU verde funciona através de uma porcentagem de desconto dada para o consumidor que faz uso de soluções que visam a sustentabilidade em seu terreno ou propriedade. Esse desconto tem caráter gradativo e acumulativo, isto é, quanto mais soluções seu terreno apresentar, maior pode e deve ser o seu desconto. Para cada tipo de solução é atribuído um valor de desconto, calculado de acordo com a relevância da solução para a carência de sua cidade (geração de energia, controle da poluição, aproveitando da água e etc) e o tamanho deste investimento. Em alguns casos esse desconto pode ser de até 100% no valor do IPTU. Listamos abaixo as praticas que são incentivadas pelas cidades que participam desse projeto.

  • Captação de energia através de Sistema Solar Fotovoltaico ou eólico      

  • Sistemas de captação de água proveniente das chuvas

  • Construções feitas com materiais sustentáveis

  • Plantio de espécies arbóreas nativas

  • ·Aquecimento elétrico solar

  • Sistemas de coleta seletiva

  • Recarga de lençol freático

  • Calçadas ecológicas

  • ·Reuso de água        

  • Telhado verde

Como é um beneficio sobre um imposto municipal cabe a cada prefeitura eleger as aplicabilidades e especificações, por conta disso é interessante entrar em contato com a Secretaria do Meio Ambiente de seu município para verificar como é o real funcionamento deste modelo. Cada ano fica mais evidente a necessidade de soluções sustentáveis realizada pela população e respectivos órgãos municipais, estaduais e federais por isso só tende a crescer as práticas de incentivo para essas soluções.

Por conta de se tratar de uma novidade, ainda não existem bancos de dados que contenham as informações de forma clara e de fácil acesso, por isso se faz necessário o contato com o órgão responsável para dar entrar com o pedido do desconto. Separamos abaixo a lista das cidades que temos informações de valores e tipos de desconto:

  • Tietê –SP - concessão de até 100% de desconto através da Lei nº 3087/2009

  • Campos do Jordão – SP, concessão de até 90% de desconto através da Lei nº 3157/2008

  • Araraquara – SP, concessão de até 40% de desconto através da Lei nº 7152/2009

  • Americana – SP, concessão de até 20% de desconto através da Lei nº 4448/2007

  • Barretos – SP, concessão de até 10% de desconto através da Lei Complementar nº 122/2009

  • Salvador – BA, concessão de até 10% de desconto através da Lei nº8.474/2013

  • Goiânia – GO, concessão de até 27% de desconto através da Lei Complementar nº 235/2012

  • Ipatinga – MG, concessão de até 8% de desconto através da Lei nº 2646/2009

  • Seropédica – RJ, concessão de até 15% de desconto através da Lei nº 526/2014

  • Colatina – ES, concessão de até 50% de desconto através da Lei nº 4537/1999

  • Camboriú – SC, concessão de até 12% de desconto através da Lei nº 2544/2013

Se você possui um terreno no qual deseja fazer a implementação de uma usina solar, faça o cadastro e além de criar um novo negócio, pode ter os descontos citados acima em seu IPTU.

Fonte: Bluesol

Descubra qual bandeira tarifária está sendo cobrada em Janeiro de 2019

Condições climáticas ajudam o consumidor a economizar na conta de luz

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O sistema de bandeiras tarifárias identifica o custo real da geração de energia, permitindo que os consumidores façam uso racional da energia elétrica. Com a utilização das bandeiras, ficou mais transparente para o consumidor saber qual a tarifa que está sendo cobrada, facilitando e servindo de auxílio para o consumo consciente de energia elétrica

O tão aguardado ano de 2019 já começa com uma boa notícia para os consumidores de energia elétrica, em janeiro a bandeira tarifária é a verde. Isso se dá por conta da estação chuvosa que eleva a produção das usinas hidrelétricas e aumento do nível dos reservatórios.

Preparamos para você algumas dicas de como economizar na conta de luz mesmo com as tarifas mais baixas:

 

Chuveiro elétrico

·         Tomar banhos mais rápidos, de até cinco minutos (para quem tem cabelo comprido e precisa de mais tempo para o enxague, se permita um pouco mais de tempo mas procure não ultrapassar os 10 minutos)

·         Escolher a temperatura mais baixa no verão (identificar no chuveiro a escala de temperatura e alterar com o chuveiro desligado para não queimar a resistência)

·         Verificar as potências no seu chuveiro e calcular o seu consumo

Ar condicionado

·             Fechar portas e janelas em ambientes com ar condicionado

·             Limpeza dos filtros regularmente (recomendamos que procure um técnico especializado para informar o tempo de frequência de limpeza)

·             Diminuir ao máximo o tempo de utilização do aparelho de ar condicionado. (assim que chegar na temperatura adequada, recomendamos desligar e religar caso haja um aumento de temperatura)

·             Colocar cortinas nas janelas que recebem muita incidência de raios solares, isso fará com que a temperatura não suba muito e facilitará a climatização feita pelo ar condicionado

 

Geladeira

·             Só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário

·             Regular a temperatura interna de acordo com o manual de instruções

·             Não colocar alimentos aquecidos dentro da geladeira (isso faz com que ela gaste mais energia para resfriar este alimento e manter a temperatura que você configurou no passo acima)

·             Liberar espaço para ventilação na parte traseira da geladeira (não utilizá-la para secar panos)

·             Não lotar as prateleiras (quanto mais alimentos dentro da geladeira, maior o trabalho que ela terá para manter todos na temperatura adequada)

·             Descongelar a geladeira e verificar as borrachas de vedação regularmente (recomendamos procurar ajuda profissional em relação as borrachas pois um erro na vedação faz com que seu consumo aumente)

 

Iluminação

·             Permita-se a utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas

·             Procure apagar a luz quando sair de um cômodo;

·             Pintar o ambiente com cores claras

Ferro de passar

·             Acumule as roupas para passar de uma só vez

·             Separe as roupas por tipo de tecido e tamanho. (comece pelas que exigem menor temperatura)

·             Desligue o ferro enquanto faz outra coisa

Aparelhos em stand-by

·             Retire os aparelhos da tomada quando possível e durante períodos que não está presente

Minigeração e Aluguel de placas solares

·             Faça o cadastro em nosso site e seja abastecido por energia limpa, renovável e mais barata

Fonte: ANEEL

Entenda o novo panorama da energia elétrica após privatizações de 2018

Após adiamento do leilão, a Ceal será a última distribuidora a ser vendida

Imagem: Mapa das distribuidoras de energia do Brasil. Fonte: Reuters

Imagem: Mapa das distribuidoras de energia do Brasil. Fonte: Reuters

A Eletrobras, afirmou em um novo comunicado para o mercado de que o leilão da CEAL (Companhia Energética de Alagoas) vai acontecer apenas no dia 28 de dezembro. A data prevista para acontecimento do leilão seria hoje (17/12).

A Ceal é a última das 6 estatais que está sendo vendida. Pela programação a nova data para a entrega de documentação ficou para o dia 27/12. Enquanto isso a sessão para o início das propostas acontecerá no dia 28/12 ás 17:00

O presidente executivo da estatal, confirmou em entrevista para a Reuters que houve o adiamento do leilão para atender mais investidores interessados afim de dá-los mais tempo para a análise.

Há uma semana atrás, dia 10 de dezembro, houve a realização do leilão da Amazonas Energia em que o vencedor que apresentou a única proposta, comprou a distribuidora sem haver a necessidade de oferecer deságio, 

O governo destaca que a privatização das distribuidoras vá melhorar na prestação de serviço. O que não significa necessariamente que os preços praticados hoje diminuam, uma vez que dependem das bandeiras tarifárias.

Para um melhor entendimento sobre as últimas privatizações, elas aconteceram em Julho (Cepisa – Companhia Energética do Piaí) e em Agosto (Eletroacre – Companhia de Eletricidade do Acre; Ceron – Centrais Elétricas de Rondônia e Boa Vista Energia de Roraima)

O setor energético sempre foi promissor por conta da necessidade deste produto para a população. Hoje existem algumas e poucas saídas para a democratização da energia elétrica. Mas elas estão sendo divulgadas para a população? Acreditamos que não, pois me diga, qual alternativa que você sabe para escolher qual sua fonte de energia (renovável ou não) e podendo até negociar a tarifa cobrada? Se você ainda não sabe, não deixe de ler nossos artigos e entenda como participar desse novo modelo de negócios e também economizar no seu consumo de energia.

Fonte: G1

Como Panificadoras do Nordeste fizeram para conseguir economizar até 50% na conta de luz

Além de fortificar imagem da empresa por cooperar com a redução do impacto ambiental, a geração de energia limpa cria outro diferencial competitivo: redução nos custos fixos.

Condomínio Solar, uma alternativa para economizar sem necessidade de investimento inicial.

Condomínio Solar, uma alternativa para economizar sem necessidade de investimento inicial.

Empresas do setor da panificação vêm investindo na geração de energia solar como alternativa aos padrões tradicionais. Além de fortalecer a imagem da empresa por ajudar com diminuição do impacto ambiental, esse tipo de energia gera outro diferencial competitivo: redução nos custos fixos do empreendimento, possibilidade de oferecer preços mais justos aos clientes e mais lucro para o empreendedor.

Por ser uma fonte sustentável e econômica, o sistema de painéis fotovoltaicos - que transformam irradiação solar em energia para o uso comum – está na mira de empreendedores do estado e é aposta certa para inovação. Embora os equipamentos necessários para instalação sejam de alto custo, os empreendedores garantem que o investimento é válido mas deve ser feito com cautela uma vez que existe uma alternativa em que não há necessidade de investimento inicial, trataremos um pouco mais tarde neste mesmo artigo, uma vez que os sistemas de painéis solares atuam de forma independente e não estão sujeitos à elevadas cargas tributárias trazem maior atratividade para a adesão. A outra alternativa que pode e deve ser explorada é a Geração Compartilhada , onde os empreendedores têm os mesmos benefícios citados acima com a adição de mais um e mais importante: para participar deste tipo geração, não é necessário investimento inicial, apenas um cadastro.

Recentemente, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) anunciou uma nova linha de crédito permanente com o objetivo de  apoiar investimentos em fontes de energia renovável. Estes incentivos do governo também têm sido impulsionadores para a adesão de tecnologias sustentáveis. No caso da Padaria Brasil, a instalação do novo sistema aconteceu há pouco mais de dois anos. Embora planejado há mais tempo, Pedro Messias da Cruz (75) estudou o processo de transformação da empresa e aguardou o momento oportuno para o investimento.

Pedro afirma que conseguiu um crédito junto ao Banco do Nordeste e que o modelo de financiamento que fez é regressivo. O valor da mensalidade do crédito adquirido chega a ser metade do valor que ele pagava na conta de luz.

Neste caso o que poderia ser feito pelo Pedro, caso tivesse a informação do modelo de condomínios solares, seria apenas alugar uma porcentagem de alguma usina dentro da mesma concessionária, sem ter que esperar o momento oportuno para ser abastecido por energia renovável. Isso o pouparia tempo e faria com que ele tivesse praticamente a mesma economia, sem precisar pedir empréstimo ou até mesmo aguardar a instalação ficar pronta.

A tecnologia para o setor tem se tornado cada vez mais acessível, eficiente e imprescindível. Os empresários afirmam que o uso desta tecnologia pode refletir diretamente no bolso do cliente, consequentemente uma maior atratividade para o estabelecimento e maior lucro para estes empresários.


Fonte: G1 RN

BP planeja atuar em geração distribuída no Brasil

Acreditando na evolução do mercado solar, a Lightsource da BP planeja iniciar atividades em 2019 com as primeiras usinas.

Lightsource BP

Lightsource BP

A gigante de energia britânica BP inicia em 2019 as negociações de sua subsidiária para energia solar, a Lightsource BP no Brasil. O anúncio da chegada da empresa foi feito nesta semana, e o foco será o desenvolvimento de projetos fotovoltaicas bem como em soluções inteligentes para armazenamento de energia para os setores residenciais, comercial e industrial do Brasil por meio da geração distribuída. A empresa não divulgou o valor do investimento a ser aplicado no região.

Essa iniciativa, comentou Spencer Dale,o economista da BPé uma forma da empresa se posicionar como uma empresa de energia renovável, não mais como uma petrolífera, como antigamente. No foco da BP está a busca por diversificar seu mix de negócios já que a sua projeção é de um futuro onde as diversas fontes de energia (no conceito geral) terão seu espaço, diferente do passado onde as fontes fósseis prevaleciam sobre as demais.

No começo, a organização que vem ao país tem como objetivo desenvolver novos projetos solares para pequenas e médias empresas e clientes locais. E afirma que buscará desenvolver e estabelecer união de longo período com desenvolvedores locais a fim de cumprir suas metas, que não foram indicadas.

A Lightsource BP trabalha, no financiamento, desenvolvimento, aquisição e gestão a longo período de projetos de energia solar FV. No final de 2017, a BP adquiriu 43% de participação acionária e a empresa foi renomeada como Lightsource BP. Fundada em 2010, a empresa é fornecedora de energia solar em proporção de serviços públicos e entrega serviços de O&M na Europa, com mais de US$ 3 bilhões em capital aplicado em projetos mundiais da fonte solar que complementam 2 GW de capacidade instalada. De acordo com dados disponibilizados pela empresa possui uma time de mais de trezentos especialistas em sete escritórios em quatro continentes.

“O Brasil é um região evidente para apostar em energia solar. Acredito que até o no término deste ano já estaremos operacionais, mas projetos a partir de 2019”, definiu o executivo em entrevista coletiva organizada pela empresa em São Paulo. “A fonte solar está crescendo aceleradamente em todo o mundo é importante e podemos utilizar nosso experiência para arrancar vantagem desse negócio de forma renovável a ideia é de combinar nosso conhecimento e a força de nossa marca que é mundial”, adicionou ele.

A BP aposta suas prontuários no Brasil como um dos mais importantes para a tática da organização Entre os razões está o fato de ser o maior mercado cliente da América Latina e que vem a procura entre suas fontes de eletricidade. Sua produção de energia sustentável destaca, se concentra em grandes projetos hidrelétricos, enquanto a energia solar ainda significa um taxa pequeno na matriz energética do Brasil.

A subsidiária da multinacional britânica indica que vê uma enorme oportunidade de crescimento no Brasil e que a legislação que apoia a energia sustentável seguramente haverá um papel importante nesse aspecto. “Queremos ser parte do desenvolvimento da energia solar no Brasil, trabalhando com companhias parceiras visando uma eletricidade e de fácil acesso. e real Para a Lightsource BP, acessar em novos segmentos não está relacionado somente a rentabilidade, mas ao potencial de crescimento e fortalecimento das comunidades e das economias em desenvolvimento. Com o nosso comprovado histórico e nossa competência em estruturar relações intensas e confiáveis, supomos que podemos ter um papel muito importante em acrescentar energia solar à matriz energética do Brasil”, revelou a empresa em aviso

As prognosticos da BP que apresentam do Energy Outlook 2018 apontam que a perspectiva é de que o consumo no Brasil apresente um crescimento de 60% no horizonte de 2040. Nesse contexto, a participação de energias renováveis deve crescer até 47% devido a um importante crescimento em energia solar, eólica, hidroelétrica e a duplicação do uso de biocombustíveis. Mario Lindenhayn, gerente regional da BP no Brasil, reforçou a ideia de diversificação de investimentos da empresa por aqui e que observando para as fontes sustentáveis há oportunidades para alcançar esse meta no mercado Brasileiro.

Nick Boyle, chefe executivo do grupo Lightsource BP, enfatizou que os projetos de energia fotovoltaica são flexíveis e relativamente fáceis de implantar, o que os torna a escolha ideal para aumento da capacidade de geração. E afirmou que a empresa pretende fortalecer a experiência em financiamento e oferecer uma ampla gama de propostas para se tornar um destaque no desenvolvimento da energia renovável no Brasil.

Já Dev Sanyal, CEO do negócio de Energias Alternativas da BP, disse que em 2018, a geração de energia renovável global aumentou em torno de 17% – um crescimento maior que o observado na média da ultima década – especialmente para a fonte eólica e solar. Por isso destaca o foco em trabalhar com a Lightsource BP para expandir sua presença global e aproveitar este crescimento, recorrendo especificamente à presença multinacional da BP. “Acreditamos em ter oportunidades importantes em fornecer soluções de energia acessíveis, confiáveis e com baixas emissões de CO2, mediante a integração da energia fotovoltaica com os nossos negócios de outras fontes renovável existentes.”

BNDES anuncia financiamento de R$ 2,2 bi para geração de energia eólica e solar por pessoas físicas e empresas

Foi anunciado pelo Governo Federal nesta quinta-feira um novo programa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiamento a empresas e pessoas físicas que pretendem investir em energia renovável, que terá duas linhas de crédito no valor total de aproximadamente de 2,2 bilhões de reais, declarado pelo Ministério do Meio Ambiente.

Dentro do programa do Finame, uma das linhas terá a dotação orçamentária de 2 bilhões de reais para bens e equipamentos de geração eólica e solar. Essa linha de crédito está direcionada para condomínio, empresas, cooperativas, produtores rurais e pessoas físicas, que poderão financiar até 100% do total a ser destinado nos equipamentos, com prazo de pagamento de até 120 meses e carência de 24 meses.

Em paralelo, pessoas físicas e microempresas poderão acessar um outro financiamento para implantações de energias renováveis com recursos provenientes do Fundo Clima. Para essa linha, o orçamento será de 228 milhões de reais.

O financiamento pode ser alinhado por TLP, Selic ou Taxa Fixa do BNDES, sendo o TFB aplicável apenas às Micro, Pequenas e Médias Empresas - MPMEs. O custo final inclui a remuneração do BNDES - de 1,05% ao ano - e do agente financeiro.

Considerando o spread médio dos repassadores de crédito no BNDES Finame, a taxa final é de, aproximadamente, 1,3% ao mês às MPMEs. Tendo a emissão da proposta pelo agente financeiro, a consideração do procedimento é realizado rapidamente na plataforma Serviços Online BNDES .

Existem programas do BNDES já em operação para financiar equipamentos como para sistemas de geração em energia solar com até 375 KW como de energia eólica até 100 KW.

O anúncio dessa linha de crédito propõe a abertura de maiores investimentos para mini usinas geradoras de energias limpas. Assim, fomentando este mercado que beneficia os consumidores de energia juntamente com o meio ambiente e, por outro lado, movimenta a indústria com as construções dos Condomínios Solares.

Portanto, os usineiros, em parceria com a COSOL, poderão usufruir desta linha de crédito para financiar sua mini usina e comercializar energia via marketplace COSOL para faturar nos próximos 25 anos. Clique aqui e nos conheça melhor, será um prazer atendê-lo!

Fonte: Canva

Fonte: Canva

Financiamento de energia solar via PRONAF

O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) é, segundo o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), “um financiamento à implantação, ampliação ou modernização da estrutura de produção, beneficiamento, industrialização e de serviços no estabelecimento rural ou em áreas comunitárias rurais próximas, visando à geração de renda e à melhora do uso da mão de obra familiar”.

Fonte: Canva

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Foi desenvolvido com o objetivo de estimular a geração de renda no campo, aperfeiçoando a execução da mão de obra familiar, criando e financiando atividades rurais – agropecuárias ou não – em áreas e comunidades rurais.

Segundo o Banco Central do Brasil (Bacen), os beneficiados pelo Pronaf são “os agricultores e produtores rurais que compõem as unidades familiares de produção rural e que comprovem seu enquadramento mediante apresentação da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ativa”.

Entre as linhas de crédito disponibilizadas pelo Banco Central, está a Pronaf Eco, que possibilita financiamento para quem aspira investir em tecnologias que permitam práticas renováveis, como energia solar fotovoltaica; energia eólica; obras de armazenamento de água e de irrigação; proteção e recuperação de solos; entre outras.

Entre os vantagens da instalação de painéis solares fotovoltaicos, está a oportunidade de se conduzir energia elétrica a regiões remotas, distante dos centros urbanos, no qual as linhas de transmissão das concessionárias não atuam. Complementando isso a outras vantagens dessa categoria, o Crédito Rural Pronaf Eco passou a favorecer a obtenção e a instalação de equipamentos para a produção de energia fotovoltaica.

Podem contratar ao Pronaf Eco os produtores familiares assentados pelo Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) ou beneficiários do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) que tenham contratado a primeira operação no Grupo A e que não tenham contratado financiamento de custeio; ou que tenham renda bruta inferior a vinte mil reais sem funcionário assalariado permanente.

Os assentados pelo PNRA devem buscar uma sede do Incra (Instituto Nacional da Reforma Agrária) ou a Unidade Técnica Estadual (UTE) para adquirir a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). Os demais beneficiários podem procurar a DAP juntamente ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais ou à Ater (Assistência Técnica e Extensão Rural) da localidade.

O contorno máximo do financiamento é de R$ 165.000,00, com juros de 2,5% a.a. para projetos Eco - como sistemas de desenvolvimento de energia limpa e renovável - e de 5,5% a.a. para silvicultura, que pode ser quitado até 12 anos, com até oito anos de carência.

Posteriormente a expedição da DAP, é permitido abrir solicitação de financiamento em um banco, financeira ou cooperativa de crédito, desde que aconteça junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A organização avalia os pré-requisitos e de que maneira o financiamento pode gerar renda à família do solicitante. O método é anual, e os resultados são divulgados entre junho e julho.

Após quitado o investimento, os sistemas fotovoltaicos tem custo aproximadamente zero, pois a manutenção é, basicamente, limpeza dos painéis com água e sabão, tornando-se um dos maiores atributos dessa modalidade de geração de energia.

A economia na conta de luz e expectativa de oferecer o excedente à concessionária de energia e obter em forma de crédito para usar nos meses subsequentes é algumas das vantagens que o consumidor de energia tem com esse sistema.

E quando há possibilidade de economizar na conta de luz e ao mesmo tempo faturar com a energia excedente na sua comunidade? Agora, os beneficiados pelo Pronaf Eco, além de agricultores, podem se tornar usineiros e, assim, faturar nos próximos 25 anos com energia solar construindo Condomínio Solar e comercializando energia na sua comunidade. Quem te dá todo apoio para isso é a COSOL, marketplace de geração distribuída.

Convido a acessar a nossa página e para se tornar um agricultor usineiro realize o seu cadastro aqui que a nossa equipe está ansiosa para te atender.

Fonte: Quantum Engenharia


Em um elegante bairro de Bankok, moradores comercializam energia com Blockchain

No bairro de Bangkok, moradores estão experienciando uma plataforma de mercado de energia renovável que possibilita a compra e venda de eletricidade entre si, assinalando a gradual popularidade de sistemas como painéis solares que encontram-se mais baratos.

O plano inicial no centro da capital da Tailândia está dentro das maiores plataformas de comércio de energia renovável do mundo usando blockchain,  em conformidade com as empresas envolvidas.

Fonte: canva

Fonte: canva

O plano considera uma capacidade conjunto de geração de 635 KW, que consegue ser distribuída por intermédio da rede elétrica da cidade de Bangkok, entre um shopping center, uma escola, um clínica odontológico e um grupo de apartamentos.

Os procedimentos comerciais iniciarão no seguinte mês, disse David Martin, diretor administrativo da Power Ledger, uma organização australiana que desenvolve tecnologia para o âmbito de energia e é parceira do programa.

"Ao permitir o comércio de energia renovável, a comunidade atende às suas próprias demandas de energia, levando contas menores para os compradores, melhores preços para os vendedores e uma menor pegada de carbono para todos", disse ele.

"Isso encorajará mais consumidores a mudar para a energia renovável, já que o custo pode ser compensado com a venda de energia excedente para os vizinhos", disse ele à Thomson Reuters Foundation.

Os bairros de Nova York a Melbourne estão ampliando a maneira como a energia é desenvolvida e vendida, com painéis solares, mini-redes e medidores inteligentes que possibilitam medir no momento em que a energia é consumida em vez do consumo geral.

O Conselho Mundial de Energia presume que essa energia descentralizada crescerá nas imediações de um quarto do mercado em 2025, ante 5% hoje.

Para ajudar, o  blockchain, a tecnologia de contabilidade distribuída que sustenta a moeda bitcoin, é que apresenta uma forma transparente de manobrar por meio de transações complexas entre usuários, produtores e até mesmo comerciantes e utilitários.

O Blockchain também salva o trabalho penoso de alternar entre enviar e receber energia, disse Martin.

Para o comandante no sofisticado bairro de Sukhumvit em Bancoc, a eletricidade realizada por cada um dos quatro locais será primeiramente usada para eles. O Excesso de energia pode tornar-se comercializado para os demais através do sistema de negociação.

Se houver um excedente de todos os quatro, este será vendido para o sistema local de armazenamento de energia e para a rede no futuro,disse Gloyta Nathalang, porta-voz da empresa de energia renovável tailandesa BCPG, que instalou os medidores e painéis solares.

A Tailândia é a principal desenvolvedora de energia renovável do Sudeste Asiático e visa que ela assuma 30% do consumo final de energia até 2036.

O ministério da energia incentivou programas sociais de energia renovável para reduzir o uso de combustíveis fósseis, e o regulador está estabelecendo novas regras para facilitar o comércio de energia.

A Autoridade Metropolitana de Eletricidade de Bangkok pressupõe que“o comércio de energia de pessoa para pessoa se tornará  convencional para geração de energia a longo prazo”, disse um porta-voza repórteres.

A BCPG, em parceria com a desenvolvedora imobiliária tailandesa Sansiri, programa estabelecer sistemas similares de comercialização de energia com painéis solares e blockchain para uma capacidade total de 2MW até 2021, disse Gloyta.

"Há oportunidades em todos os lugares - não apenas nas cidades, mas também em ilhas e áreas remotas onde o fornecimento de eletricidade é um desafio", disse ela.

O comércio de energias renováveis está se inovando, de forma a acrescentar a tecnologia a um sistema de compra e venda de energia através de moedas virtuais. O que possibilita uma rede de negócio segura para a comercialização de energia.

A COSOL, marketplace da geração distribuída de energia renovável, viabiliza o gerenciamento dessa energia com altas tecnologias. Conheça nosso site e fature com energias renováveis.

Fonte: Reuters

Projeto Comunidade Solar permite compra quotas de usina solar

O mercado brasileiro de energias renováveis vem se expandindo. Instalações com placas fotovoltaicas nos telhados das casas e empresas, estão se tornando cada vez mais frequentes.

Investimentos neste setor se tornam mais atrativos com o passar dos anos, pois a população brasileira tem demonstrado interesse por outros tipos de energia, como energias limpas e sustentáveis.

Com elevadas taxas na conta de luz e a necessidade de uma eletricidade livre de poluição para o planeta, o brasileiro tem motivado a buscar energias renováveis como alternativa mais barata e como contribuição para o meio ambiente.

Foi pensando em situações como esta e em como expandir energia limpa que a Comunidade Solar ENGIE aposta em um novo produto.

A empresa está construindo uma usina de 2MW AC em Minas Gerais, que será dividida em cerca de 70 quotas.

A Assinatura Solar entra para cada consumidor que estiver interessado na sua participação na usina em adquirir uma quota de acordo com seu consumo.

Os contratos estarão disponíveis para todas as empresas da área de concessão CEMIG. Assim, beneficiará aquelas empresas que não querem investir em um sistema completo no seu telhado ou não querem ou não podem usar a estrutura no seu telhado.

O Plano de Expansão da empresa é de 50MW AC em Comunidades Solares ENGIE por todo o Brasil nos próximos meses. Após a construção da usina solar em Minas Gerais, que está prevista para término no terceiro trimestre deste ano, a ENGIE construirá as novas Comunidades Solares que irão se expandir para Rio de Janeiro e São Paulo.

A empresa garante outros benefícios aos clientes com uma maior eficiência do sistema, dos equipamentos e melhor controle do consumo. A aposta da ENGIE é um sistema com serviços de eficiência energética e monitoramento de energia associados às instalações de geração distribuída.

Serviços descentralizados de geração de energia e de geração limpa fazem parte de Condomínios Solares que vêm tomando o mercado no Brasil, país com grande potencial solar, com abertura para as chamadas usinas solares. Essas comunidades solares facilitam a energia limpa chegar até o consumidor.

É por isso que o marktplace COSOL viabiliza a harmonia desse sistema. Assim, consumidores que não querem ou não têm possibilidade de adaptar sistemas fotovoltaicos nos seus telhados irão se beneficiar deste modelo de mercado de energia limpa e as usinas solares que necessitam do gerenciamento contarão com o trabalho da COSOL.

Fonte: Ambiente e Energia

Fonte: canva

Fonte: canva