Eficiência Energética

Sustentabilidade energética para médias e pequenas empresas

Os custos da energia tendem o subir cada vez mais, podendo chegar, até 2020, ao acréscimo de pelos menos 9% ao ano. 

Saiba tudo sobre o leilão da ANEEL para empreendimentos de transmissão de energia

O leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) destinado as novos empreendimentos de transmissão de energia obteve 21 lotes arrematados, dos 24 no total, nesta quarta-feira (13) e foi destacado por maior disputa que os anteriores e devido a participação de novos competidores. Os lotes vendidos viabilizarão investimentos de R$ 11,6 bilhões, segundo a Aneel.

O deságio médio oferecido pelos lotes foi de 12,07%, de acordo com a agência de energia. As concessionárias vencedoras terão um retorno anual contratada de R$ 2,124 bilhões, mais de R$ 400 milhões as menos que esperado se todos os lotes fossem arrematados. 

Apenas 3 lotes não receberam propostas e encalharam. Outros 7 tiveram somente um interessado e foram arrematados por valor idêntico ou bem próximo da remuneração máxima fixada através de edital. 

No outros, houve disputas com até 5 grupos interessados pelo mesmo lote, tendo propostas vencedoras com desconto de até 28% em relação ao limite máximo de remuneração.

Conheça as empresas vencedoras

A Equatorial Energia foi o maior vencedora do leilão, arrematando 7 lotes. O grupo atua como distribuidora de energia no Pará (Celpa) e Maranhão (Cemar), como geradora (Termoelétrica Geramar) e agora fará a sua estreia na operação de transmissão de energia. 

"Atingimos o nosso propósito que era constituir uma empresa de transmissão de energia", comemorou Firmino Sampaio Neto, presidente do Conselho de Administração da Equatorial Energia, acrescentando que o grupo possui liquidez e que não haverá complicação para custear os projetos contratados. 

Outros destaques foram a Taesa, que arrematou lotes individualmente e em colaboração com a Cteep, e o consórcio formado pela espanhola Cymi Holding com o fundo FIP Brasil Energia. 
Os grupos chineses, que se destacaram nos últimos leilões, tiveram presença limitada dessa vez, vencendo somente um lote por intermédio da participação detida na EDP. 
O outros grupos ou empresas vencedoras foram: Consórcio ECB Mota Engil (Construtora Brasil com 99% e Mota Engil com 1%), Consórcio Olympus (Alupar com 99%, Perfin com 0,5% e Apolo 11 com 0,5%), a Empresa Amazonense de Transmissão de Energia e a CTEEP (Companhia de Transmissão de energia Elétrica Paulista). 

O prazo das obras varia de 42 a 60 meses e as concessões de 30 anos valem o partir da assinatura dos contratos.

Resultado de sucesso

O diretor da Aneel, José Jurhosa Junior, classificou o resultado como “sucesso fantástico” e disse que o maior disputa e a maior deságio refletem “ maior confiança dos investidores” na área de energia. 

De acordo com ele, somados o outros 14 lotes arrematados no leilão anterior em abril, a Aneel garantiu neste ano a contratação de R$ 18,5 bilhões de investimentos em projetos de transmissão, 76% da total pretendido, que garantirão o escoamento de energia de usinas previstas para entrar em operação nos próximos anos. 

Segundo a Aneel, os valores de contratação com deságio representam inclusive maior vantagem ao consumidor, na medida onde valores de remuneração mais baixos para as empresas tendem o resultar em menor repasse de custos para os consumidores . 
A Aneel deseja realizar o próximo leilão ainda no primeiro trimestre do ano que vem com previsão de R$ 12 bilhões em investimentos.

Confira abaixo o resultado dos 24 lotes ofertados:

LOTE 1 - Bahia
Vencedor: Consórcio CP II – Nasspe E.P. (90%) e BTG Pactual (10%) com proposta de R$ 76.700.000,00
Deságio: 10,22%

Valor máximo de remuneração: R$ 85.435.520,00
- LT 500 kV Sapeaçu - Poções III C1, com 260 km

LOTE 2 - Bahia e Minas Gerais (lote condicionante dos lotes 3, 4, 5 e 6)
Vencedor: Consórcio Olympus – 99% Alupar, 0,5% Perfin e 0,5% Apolo 11 P com proposta de R$ 214.700.000
Deságio: 18,85%

Valor máximo: R$ 264.592.750,00
– LT 500 kV Poções III - Padre Paraíso 2 C1, com 334 km
– LT 500 kV Padre Paraíso 2- Governador Valadares 6 C1, com 207 km
– SE500kVPadreParaíso
– SE 500/230 kV Governador Valadares - (6+1res.) x200 MVA

LOTE 3 - Bahia e Minas Gerais (condicionado ao lote 2)
Vencedor: Consórcio Columbia – Taesa (50%) e Cteep (50%), com proposta de R$ 106.616.120,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 106.616.120,00
– LT 500 kV Poções III- - Padre Paraíso 2 C2, com 338 km

LOTE 4, Minas Gerais (condicionado ao lote 2)
Vencedor: Consórcio Columbia – Taesa (50%) e Cteep (50%), com proposta de R$ 71.424.700,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 71.424.700,00
– LT 500 kV Padre Paraíso 2- Governador Valadares 6 C2, com 208 km

LOTE 5, Minas Gerais (condicionado ao lote 2)
Vencedor: Consórcio ECB Mota Engil – Líder Construtora Brasil (99%) e Mota Engil (1%) com proposta de R$ 17.666.000,00
Deságio: 17,35%

Valor máximo: R$  21.377.040,00
– SE 500 kV Padre Paraíso 2 - Compensador Estático 500 kV (-150/+300) Mvar

LOTE6, Minas Gerais e Espírito Santo (condicionado ao lote 2 e condicionante do 7)
Vencedor: Consórcio Olympus – 99% Alupar, 0,5% Perfin e 0,5% Apolo 11, com proposta de R$ 145.986.950,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 145.986.950,00
– LT 500 kV Governador Valadares 6 - Mutum C1, com 156 km
– LT 500 kV Mutum - Rio Novo do Sul C1, com 132 km
– SE 500 kV Mutum
– SE 500/345 kV Rio Novo do Sul - (3+1 Res) x 350 MVA

LOTE 7, Minas Gerais (condicionado ao lote 6)
Vencedor: não teve interessados e encalhou

Valor máximo: R$ 56.600.880,00
– LT 500 kV Governador Valadares 6- Mutum C2, com 165 km

LOTE 8, Bahia
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 77.832.000,00
Deságio: 15,99%

Valor máximo: R$ 92.657.020,00
- LT 500 kV Rio da Éguas- Barreiras II C2, com 251 km

LOTE 9, Bahia (condicionante do lote 10)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 70.588.000,00
Deságio: 27,99%

Valor máximo: R$ 98.038.240,00
-  LT 500 kV Barreiras II- Buritirama C1, com 213 km
– SE 500 kV Buritirama

LOTE 10, Piauí e Bahia(condicionado ao lote 9)
Vencedor: Consórcio Sertanejo – Cymi Holding (50%) e FIP Brasil Energia (50%), com proposta de R$ 148.308.000,00
Deságio:13,4%

Valor máximo: R$ 171.256.970,00
– LT 500 kV Queimada Nova II -  Curral Novo do Piauí II C1, com 109 km;
– LT 500 kV Buritirama- Queimada Nova II, C1, com 376 km;
– SE500kVQueimadaNovaII 

LOTE 11, Piauí, Pernambuco e Ceará (condicionado ao lote 10)
Vencedor: não teve interessados e encalhou

Valor máximo: R$ 91.702.100,00
– LT 500 kV Queimada Nova II - Milagres II C1, com 322 km

LOTE 12, Bahia e Piauí  (condicionado aolote 10)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 102.900.000,00
Deságio: 9,99%

Valor máximo: R$ 114.331.590,00
– LT 500 kV Buritirama - Queimada Nova II, C2, com 380 km

LOTE 13, Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará
Vencedor: Consórcio Sertanejo - Cymi Holding (50%) e FIP Brasil Energia (50%), com proposta de R$ 111.495.000,00
Deságio: 21,5%

Valor máximo: R$ 142.032,740,00
– LT 500 kV Açu III- Milagres II C2, com 292 km
– LT 500 kV Açu III- João Câmara III C2, com 143 km

LOTE 14, Minas Gerais e Bahia(condicionante dos lotes 15,16 e 18)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 185.598.000,00
Deságio: 16,79%

Valor máximo: R$ 223.056.850,00
– LT 500 kV Igaporã III- Janaúba 3 C1, com 257 km
– LT 500 kV Janaúba 3- Presidente Juscelino C1, com 337 km
– SE 500 kV Janaúba 3 (novo pátio de 500 kV– parte 1)

LOTE 15, Minas Gerais e Bahia (condicionado ao lote 14)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 85.642.000,00
Deságio:  5,99%

Valor máximo: R$ 91.107.990,00
– LT 500 kV Igaporã III - Janaúba 3 C2, com 257 km

LOTE 16, Minas Gerais (condicionado ao lote 14)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 106.179.000,00
Desáfio: zero

Valor máximo: R$ 106.179.410,00
– LT 500 kV Janaúba 3- Presidente Juscelino C2, com 330 km.

LOTE 17, Minas Gerais eBahia (condicionante dolote 18)
Vencedor: Taesa, com proposta de R$ 174.624.789,00
Deságio: 13,05%

Valor máximo: R$ 200.856.670,00
-  LT 500 kV Bom Jesus da Lapa II- Janaúba 3 C1, com 304 km
- LT 500 kV Janaúba 3 - Pirapora 2 C1, com 238 km
- SE 500 kV Janaúba 3 - novo pátio de 500 kV - parte 2

LOTE 18, Minas Gerais(condicionado aoslotes 14 e 17)
Vencedor: Consórcio Transmissão do Brasil – FIP Pátria Infraestrutura III (99%) e FTRSPE 3 (1%) com proposta de R$ 39.400.000,00
Deságio: 16,76%

Valor máximo: R$ 47.337.730,00
– SE 500 kV Janaúba 3 - Compensadores Síncronos - 2 x (-90/150) Mvar

LOTE 19, Minas Gerais:
Não recebeu propostas e encalhou
Valor máximo: R$ 57.221.880,00
– LT 500 kV Presidente Juscelino- Itabira 5 C2, com 189 km

LOTE20, Goiás, Minas Gerais e Bahia
Vencedor: Sertanejo– Cymi Holding (50%) e FIP Brasil Energia (50%), com proposta de R$ 130.510.000,00
Deságio: 17,72%

Valor máximo: R$ 158.620.390,00
– LT 500 kV Rio das Éguas - Arinos 2 C1, com 230 km
– LT 500 kV Arinos 2- Pirapora 2 C1, com 221 km;
– SE 500 kV Arinos 2

LOTE21, Espírito Santo(condicionante do lote 22)
Vencedor: CTEEP, com proposta de R$ 47.200.000,00
Deságio: 25,14%

Valor máximo: R$ 63.059.310,00
– LT 345 kV Viana 2– João Neiva 2– 79 km
– SE 345/138 kV João Neiva 2, (9+1Res) x 133 MVA e Compensador Estático 345 kV(-150/+150) Mvar

LOTE 22,  Minas Gerais e Espírito Santo (condicionado aolote 21)
Vencedor: Empresa Amazonense de Transmissão de energia, com proposta de R$ 101.019.640,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 101.019.640,00
– LT 500 kV Mesquita- João Neiva 2, com 236 km
– SE 500/345 kV João Neiva 2, 500/345 kV   (3+1Res) x 350 MVA;

LOTE 23, Pará
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 89.784.000,00
deságio: zero

Valor máximo: R$ 89.784.520,00
– LT 500 kV Vila do Conde- Marituba- 56,1 km
– LT 230kV Marituba- Castanhal- 68,6 km
– SE 500/230 kV Marituba - (3+1R)x300MVA
- SE 230/69 kV Marituba - 2X200MVA

LOTE 24, Espírito Santo
Vencedor: EDP Energias do Brasil, com proposta de R$ 20.718.075,00
Deságio: 5,2%

Valor máximo: R$ 21.854.510,00
– SE 230/138 kV São Mateus 2 (nova)
– LT 230 kV Linhares 2- São Mateus 2 - 113 km

Referência: G1 Economia 


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Seminário internacional sobre eficiência energética acontece dia 27, no Rio de Janeiro

O seminário internacional “O Papel da Eficiência Energética na Economia de Baixo Carbono do Brasil: Desafios para os Compromissos da INDC” acontece no Rio de Janeiro no próximo dia 27 de setembro - mesmo dia em que o Brasil apresentou seus compromissos voluntários de redução das emissões, há um ano.

Evento é gratuito e aberto ao público. Inscrições podem ser feitas pelo link: https://goo.gl/forms/BxcaEtVLeupZQZrh1

O Papel da Eficiência Energética na Economia de Baixo Carbono do Brasil: Desafios para os Compromissos da INDC”  é o título do seminário internacional que acontece no Rio de Janeiro no próximo dia 27 de setembro - mesmo dia em que o Brasil apresentou seus compromissos voluntários de redução das emissões, há um ano. 
 
O evento busca promover um debate sobre os potenciais da eficiência energética no Brasil e no mundo,  tanto no aspecto de contribuição para o crescimento econômico, como de redução das emissões dos gases que causam o efeito estufa e contribuição para o combate ao aquecimento global.
 
As palestras e debates, que irão das 9h00 às 17h00, contarão com a participação de especialistas da Agência Internacional de Energia, da IPEEC-International Partnership for Energy Efficiency Cooperation, do BNDES, do Santander e da EPE, que está promovendo o evento em parceira com o iCS-Instituto Clima e Sociedade, bem como representantes do Ministério das Minas e Energia, da International Energy Initiative e da Climate Works Foundation. 
 
O seminário será realizado na Sala de Conferências da EPE - Avenida Rio Branco, 1/ 9° andar – Praça Mauá – Rio de Janeiro.  As inscrições podem ser feitas pelo link: https://goo.gl/forms/BxcaEtVLeupZQZrh1
  

Programa

09:00 ó 09:30 - Welcome Coffee e recepção
 
09:30 ó 10:30 – Sessão de Abertura
Representante do Ministério de Minas e Energia (a ser confirmado)
Luis Augusto Barroso, Presidente, EPE-Empresa de Pesquisa Energética – O Acordo de Paris e o Planejamento Energético Brasileiro
Ana Toni, Diretora Executiva,  iCS
 
10:30 ó 11:30 – O Cenário Internacional da Eficiência Energética
Brian Motherway, Chefe do Departamento de Eficiência Energética, Agência Internacional de Energia – Eficiência Energética e o Cumprimento do Acordo de Paris
Dan Hamza-Goodacre, Representante da ClimateWorks – Eficiência Energética no Investimento Filantrópico para um Futuro de Baixo Carbono
Perguntas e respostas
 
11:30 ó 11:45 – Coffee Break

11:45 ó 13:00 – A INDC brasileira e os desafios da eficiência energética
Ricardo Gorini, Diretor de Estudos Econômicos e Ambientais, EPE – A INDC Brasileira e o Papel da Eficiência Energética no Brasil
Benôit Lebot, IPEEC-International Partnership for Energy Efficiency Cooperation – O Papel e os Benefícios da Cooperação Internacional em Eficiência Energética
Perguntas e respostas
 
13:00 ó 14:00 – Almoço
 
14:00 ó 15:15 – Eficiência Energética: como o Brasil pode avançar?
Gilberto Jannuzzi, Diretor Executivo da IEI / International Energy Initiative –  Indicadores da Performance de Programas de Eficiência Energética
Jeferson B. Soares, Superintendente para Economia Energética, EPE – Tendências e Desenvolvimentos Recentes em Eficiência Energética no Brasil
Perguntas e respostas
 
15:15 ó 15:30 - Coffee Break
 
15:30 ó 16:45 – Instrumentos Financeiros para Investimentos em Eficiência Energética
Representante do  BNDES – O Papel do Banco de Desenvolvimento na Eficiência Energética
Linda  Murasawa, Superintendente de Sustentabilidade, Santander Brasil – O Papel do Investimento Privado na Eficiência Energética
Representante da ANEEL, a ser confirmado  – Recursos do Programa de Eficiência Energética e P&D
Perguntas & respostas
 
16:45 ó 17:00 – Encerramento e Comentários - Luiz Augusto Barroso
 
17:00 ó 18:00 - Coquetel


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Projeto de armazenamento de 90 MW, na Alemanha, está completo

Localizado em Lünen, o primeiro de seis projetos de armazenamento de larga escala já foi instalado e começou a funcionar em fase de testes. O projeto visa instalar 90 MW de capacidade de armazenamento em toda a Alemanha no próximo ano.

armazenamento + energia solar

O fornecedor de energia alemã Steag finalizou a instalação inicial do seu conjunto de bateria de larga escala próximo o uma estação de energia na cidade de Lünen. 

O sistema de armazenamento de 15 MW utiliza baterias de lítio-ion LG Chem e é o primeiro de seis projetos de teste planeados para toda a Alemanha nos próximos 12 meses. O projeto de 90MW teve um investimento de 100 milhões de euros e está prevista para iniciar o funcionamento comercial no começo de 2017.

A construção deste projeto de armazenamento começou na final de Março, e oatual fase de testes já é um marco muito importante o fim do que, uma vez concluída, tornar-se-á um das maiores projetos de armazenamento do mundo. 

O sistema de armazenamento de 15 MW é composto por 11 recipientes e todos os transformadores e equipamentos auxiliares associados.

Steag, que possui matriz em Essen, irá preencher os cinco sistemas de armazenamento restantes ao longo dos próximos meses. A localização de cada um dos projetos será continuamente próximo das suas próprias centrais como uma forma de proporcionar o poder de controle primário, essencialmente estabilizar as frequências da rede durante os momentos de flutuações de curto prazo na rede. “Utilizar as locais das instalações existentes fornece sinergias na infra-estruturas e, portanto, mantém os custos de investimento baixos”, disse um comunicado da Steag. 

As locais dos centrais de energia incluem Lünen, Herne e Duisburg-Walsum no estado de North Rhine-Westphalia, e Bexbach, Fenne e Weiher em Saarland.

Teremos de esperar pelo fim da fase de testes para que possamos saber se é possível e justificável começar a instalar centrais de armazenamento, como estas, em todas as centrais de energia.

Fonte: Blog Energia.

Bateria para energias renováveis é criada, inspirada nas vitaminas

Pesquisadores da Universidade de Harvard, nos EUA, identificaram uma nova classe de moléculas orgânicas de alto desempenho, inspiradas na vitamina B2, presente em alimentos como leite, ovos, fígado e espinafre, a resposta para uma bateria de baixo custo e alta performance, que não fosse tóxica, inflamável ou corrosiva. e que podem armazenar eletricidade de fontes de energia intermitentes, como a energia solar e a eólica, em grandes baterias de fluxo.

 Em vez de armazenar energia internamente, a bateria de fluxo armazena a eletricidade em produtos químicos que podem ser mantidos em tanques.

Em vez de armazenar energia internamente, a bateria de fluxo armazena a eletricidade em produtos químicos que podem ser mantidos em tanques.

Baterias de fluxo armazenam energia em soluções químicas que podem ser armazenadas em tanques externos - quanto maior o tanque, mais energia elas armazenam. O desenvolvimento é um melhoramento da tecnologia de bateria de fluxo orgânica desenvolvida pela equipe em 2014. Eliminando a necessidade de metais, a energia é armazenada em moléculas orgânicas chamadas quinonas e em uma substância usada como aditivo alimentar, chamado ferrocianeto.

Aquele avanço foi um divisor de águas no armazenamento de energias renováveis, produzindo o primeiro produto químico de alto desempenho, não-inflamável, não-tóxico, não corrosivo e de baixo custo para armazenar eletricidade em grande escala.

Ainda assim, a equipe não se deu por satisfeita, e continuou explorando outras moléculas orgânicas em busca de um desempenho ainda melhor.

Inspiração na vitamina B2

"Agora, depois de analisar cerca de um milhão de diferentes quinonas, desenvolvemos uma nova classe de eletrólitos para baterias que expande as possibilidades daquilo que podemos fazer," disse o pesquisador Kaixiang Lin. "Sua síntese simples significa que eles poderão ser manufaturados em larga escala a um custo muito baixo, o que é um objetivo importante deste projeto."

Para criar a nova classe de moléculas orgânicas, a equipe se inspirou na vitamina B2, que ajuda a armazenar a energia dos alimentos no nosso corpo. A principal diferença entre a vitamina B2 e as quinonas é que, em vez de átomos de oxigênio, são átomos de nitrogênio que se encarregam de capturar e emitir elétrons.

"Nós projetamos essas moléculas para atender às necessidades da nossa bateria, mas de fato foi a natureza que sugeriu essa forma de armazenar energia. A natureza criou moléculas semelhantes que são muito importantes no armazenamento de energia em nossos corpos," disse o professor Roy Gordon, coordenador do trabalho.

O escritório de desenvolvimento tecnológico de Harvard também está de olho em empresas bem posicionadas no mercado de energia para comercializar esses novos compostos - quanto menos elas agredirem o meio ambiente, melhor. Afinal, energia de fontes renováveis guardada em baterias sujas são um contrasenso.

Fonte: A Tarde.

Para combater as alterações climáticas, precisamos "uberizar" o mercado de energia

Os clientes terão escolhas, e se novas tecnologias energéticas são melhores, mais baratas e mais limpas do que as antigas, isso é o que os clientes irão escolher.

Eficiência da Geração Fotovoltaica: Importa ou Não?

Publicado originalmente no Linkedin.

Uma das maiores reclamações em relação à energia fotovoltaica é sobre sua eficiência. “Ah, mas eu li que é muito baixa, de 15%, em média”. De fato, existe uma limitação física que impede que a célula fotovoltaica atinja elevada eficiência. 

Eficiencia fotovoltaica

O limite teórico (conhecido como limite Shockley–Queisser) de uma célula fotovoltaica com uma única junção é de 33,7%. No entanto, esse valor não pode ser atingido na prática. Considerando as diversas perdas inerentes aos materiais utilizados na fabricação, estima-se que seja factível produzir um módulo de silício com eficiência máxima de 25% (1). Por outro lado, através de células multijunção com concentração é possível atingir em laboratório, atualmente, pouco mais de 45% de eficiência (2). No entanto, na prática dificilmente teremos um módulo comercialmente disponível com essa eficiência. Ou seja, a eficiência de um módulo fotovoltaico será sempre baixa, quando comparada à de uma hidrelétrica ou à de uma termelétrica em ciclo combinado, por exemplo.

 

A questão é: toda essa preocupação com a eficiência realmente faz sentido?

Se o recurso (energia solar) é infinito e gratuito (ao contrário do utilizado em uma termelétrica convencional), e se os módulos são vendidos de acordo com sua potência (geram a mesma quantidade de energia, independente da eficiência), qual a importância da eficiência? A principal consequência de se utilizar um módulo com menor eficiência é a necessidade de uma maior área para gerar a mesma energia. Para algumas aplicações específicas, como o uso integrado a automóveis e eletrônicos, por exemplo, esse parece ser um aspecto relevante. Mas do ponto de vista do atendimento elétrico nacional, esse é um entrave? Bem, alguns estudos da EPE (3, 4) mostram que tanto para a geração centralizada quanto para a geração distribuída, a área não é um fator limitante. No setor residencial, por exemplo, se fossem ocupados apenas 30% dos telhados de cada casa com módulos de 16% de eficiência, seria possível gerar 2,3 vezes o consumo do próprio setor.

No entanto, por mais que pareçam pouco relevantes os incrementos marginais de eficiência conquistados pela indústria fotovoltaica, é preciso entender os desdobramentos a partir do seu aumento.

Primeiramente, sob a perspectiva da célula em si, o aumento da eficiência se traduz em menor quantidade de material semicondutor necessária para gerar a mesma quantidade de energia. Reduz-se a área, reduz-se a espessura, e, portanto, reduz-se o custo de produção, em $/Wp. E essa lógica é refletida para toda a cadeia dos sistemas fotovoltaicos. Com células menores, a quantidade de material utilizada na confecção dos módulos (vidro, moldura,backsheet, encapsulante, etc.) também é reduzida. Agora, pense numa planta de geração: menor área = menor número de módulos para instalar, menos peso para carregar, menos estruturas para serem montadas, etc. Isso tudo resulta numa redução de custos. Como exemplo, estima-se que ao aumentar a eficiência fotovoltaica de 15% para 20%, ceteris paribus, diminui-se em 25% o custo da célula, os gastos com instalação e com limpeza dos módulos, em $/Wp (5).

Portanto, a eficiência das células fotovoltaicas em si não tem grande importância, mas a redução de custos proporcionada pelo seu aumento é de extrema relevância para que a energia fotovoltaica se torne mais competitiva e acessível nos próximos anos.

Referências:

  1. Fraunhofer ISE. Current and Future Cost of Photovoltaics. Long-term Scenarios for Market Development, System Prices and LCOE of Utility-Scale PV Systems. Study on behalf of Agora Energiewende. 2015
  2. NREL. Best Research-Cell Efficiency. Acessado em 27/08/2015
  3. EPE. NT DEA 19/14 Inserção da Geração Fotovoltaica Distribuída no Brasil – Condicionantes e Impactos. 2014.
  4. EPE. Potencial dos Recursos Energéticos no horizonte de 2050. 2015
  5. Steven Byrnes. The Shockley-Queisser Limit and its Discontents. Apresentação em 19 de Fevereiro de 2015.

Fonte: Gabriel Konzen


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Conheça as novidades sobre estocagem de energia em casa

A atenção com a disponibilização de meios alternativos destinado o produzir e armazenar energia elétrica de tal forma que não agrida a natureza é, felizmente, cadadia maior. Além do mais, essa preocupação é ampliada para que a soluções não sejam excessivamente onerosas para os usuários. Afinal de contas, o investimento em eletricidade sustentável deve ser realizado visando a um bom custo-benefício para que, acima de tudo, essas tecnologias tornem-se acessíveis e, consequentemente, sejam difundidas entre a população.

Estocagem de Energia

Tudo isso fomenta diversas ideias destinado as pesquisas envolvendo a estocagem de energia. E como consequência do aperfeiçoamento das investigações envolvendo o tópico, temos, nos dias de hoje, um mercado relativamente adequadamente abastecido com opções que podem ser aderidas.

Tesla Powerwall

O Powerwall é um novíssimo recurso de estocagem de energia em casa que acabou de ser lançado pela fabricante de automóveis Tesla. Trata-se de um kit de baterias de íon lítio, medindo 1,2m de altura, 91cm de largura e apenas 15cm de espessura — o que caberia perfeitamente em uma garagem sem ocupar muito espaço.

Seu modelo de entrada possui a capacidade de 7Kwh, o que dá uma boa autonomia mesmo em épocas com pouco sol, tendo em vista que a fonte de alimentação da Tesla Powerwall é a energia solar proveniente de placas de captação.

O principal diferencial dessa bateria é que ela é ligada à internet, permitindo que o próprio fabricante possa realizar a administração da utilização, buscando extrair o máximo de eficiência.

Bateria orgânica

A bateria orgânica é um modelo de bateria de fluxo que possui como principal objetivo proporcionar os benefícios do armazenamento de energia proveniente da luz solar, mas com a vantagem de poder lançar mão de materiais mais baratos para a sua devida funcionalidade.

Em vez dos tradicionais metais, a bateria orgânica desenvolvida pela Universidade de Harvard possui como vetores de transformação de energia o bromo e o acido bromídrico, que além de serem mais abundantes na natureza e consequentemente mais baratos, podem ser facilmente manipuláveis e terem inclusive a tensão alterada de acordo com o volume nos tanques.

Esse modelo, apesar de ter se demonstrado bem eficaz, ainda está em fase final de desenvolvimento, e promete aquecer o mercado e a adesão dos usuários à utilização de energia solar como principal fonte de alimentação dos componentes elétricos residenciais.

Bateria SimpliPhi

A empresa norte-americana SimpliPhi Power desenvolveu um modelo de bateria que promete resolver problemas de superaquecimento e incêndio e, consequentemente, entregar um produto muito menor do que os outros presentes no mercado, dada a não necessidade de utilização de sistemas internos de refrigeração. Isso foi possível devido à substituição do tradicional composto de íon lítio ou outros metais como o níquel e o cádmio por fosfato de lítio-ferro, que trabalha de forma eficiente mesmo sem o resfriamento necessário.

O resultado é uma bateria do tamanho aproximado ao de uma caixa de sapatos, e com a mesma capacidade energética dos outros modelos citados.

Viu como várias tecnologias sustentáveis vêm sendo desenvolvidas? Bom para o meio ambiente e bom para os consumidores, que, daqui a algum tempo, não mais precisarão pagar contas tão caras para as concessionárias geradoras e distribuidoras de eletricidade!

Fonte: Solar Volt

Tinta térmica criada pela NASA pode substituir o ar condicionado

Consumo de energia elétrica empregada para refrigeração pode cair até 60% em construções que utilizam o material em seus telhados.

 Microesferas ocas de vidro são o "pulo do gato" da tinta térmica produzida pela WC Isolamento Térmico.

Microesferas ocas de vidro são o "pulo do gato" da tinta térmica produzida pela WC Isolamento Térmico.

Já ouviu sobre a tinta térmica? É a inédita tinta feita a base de água e microesferas ocas de vidro que e eficaz em controlar naturalmente a temperatura das construções e, deste modo, economizar energia elétrica que seria empregada para refrigeração dos espaços, funciona como um ar condicionado movido a energia solar. 

Os créditos são todos da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), que desenvolveu a tinta a fim de ser aplicada em aeronaves e tubulações, com o propósito de amenizar o calor dentro das estruturas. No entanto, a tecnologia chegou às lojas de construção dos Estados Unidos e se popularizou. Atualmente no mercado internacional a tinta térmica já é o mais barata das alternativas construtivas de isolamento térmico. 

O material pode ser aplicado em qualquer superfície, mas tem seu efeito potencializado quando utilizado em telhados, que são a parte da construção que recebe a maior incidência dos raios solares. Os telhados revestidos com o material reduzem em até 60% o consumo de energia elétrica utilizado para refrigerar casas, prédios, indústrias e estabelecimentos comerciais.  O produto diminui até 84% da radiação no telhado e entre 10 a 15% da temperatura por telha. Se o local for bem ventilado, a sensação térmica no ambiente interno se torna agradável, sem precisar de ar condicionado. O produto também atenua temperaturas baixas.

No Brasil, a tinta é comercializada pela WC Isolamento Térmico, de São Bernardo do Campo. De acordo com Walter Crivelente Ferreira, diretor da empresa WC Isolamento Térmico, o revestimento pode até mesmo tomar o lugar do ar condicionado. “Se o local for bem ventilado, a sensação térmica no ambiente interno se torna agradável, sem precisar de ar condicionado”, garante o fornecedor do material.

Mesmo ganhando espaço cada vez maior no mercado, a tinta não é reconhecida para os projetos de revestimento térmico. De acordo com Crivelente, as licitações públicas ainda exigem o poliuretano nas obras. No entanto, as Nações Unidas estão elaborando um regulamento para adotar materiais de revestimento mais sustentáveis, sem data para ser entregue.

O diretor da empresa fornecedora acredita que o brasileiro deve aderir à novidade. “As vendas por aqui ainda vão crescer”, afirmou Crivelente, que leva o serviço para muitas indústrias. A nova tinta tem propriedades semelhantes às convencionais e custa a metade do preço das espumas de poliuretano. O efeito térmico dura cerca de cinco anos e a aplicação pode ser feita pelos proprietários.

Fonte: Centro Sebrae de Sustentabilidade


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A era da economia através energia limpa está chegando

Novas tendências como a rede “inteligente”, a energia solar , as baterias de armazenamento e a internet da energia estão convergindo e os benefícios econômicos são claros.

A mudança está a chegando no âmbito da energia. A mudança para possibilitar uma renovada economia da energia está ocorrendo. Num país como a Austrália, rico em energia, seja no solo ou a cima dele, esta transição já é ágil e profunda. Há bastante a ser perdido por aqueles que não conseguirem seguir o ritmo. 

O governo Americano investiu 1 bilhão de dólares para o Fundo de Inovação em Energia Limpa. O fundo terá como meta principal “conquistar uma renda ou um retorno lucrativo” na dívida e na capital próprio referente à energia renovável, eficiência energética e tecnologias de baixa emissão. Enquanto vários vão argumentam o modo certo para utilizar o dinheiro, investimentos que nem esses gostam que o tempo seja perfeitamente cronometrado. 

Existem várias de tecnologias convergentes conduzindo essa transição. As suas interações afetarão o modo como viajamos, como vivemos, a maneira como as nossas cidades e casas são feitas, o nosso abastecimento de combustível e a atitude em relação à eficiência energética, e também inclusive mesmo a forma como interagimos. 

Uma das tecnologias em fase de maturidade é a solar. Nos últimos 5 anos, a energia solar tornou-se um grande parte da setor global energético. A operadora australiana do mercado de energia estimou, no ano passado, que até 2023/24 o estado da Austrália do Sul pode, ocasionalmente, ter todas as suas necessidades de eletricidade atendidas pelos sistemas solares em telhados nas suas áreas urbanas, sem auxilio de carvão, gás natural ou óleo. 

Juntamente com outras fontes renováveis, a energia fotovoltaica está tornando-se mais competitiva.

A tecnologia fotovoltaica é certamente a opção mais barata de geração de eletricidade pois ao pode de entrega de energia através da rede já existente. Para além do que já é, prevê-se que fique ainda mais barata. 

Outro fator é o armazenamento da energia. As evoluções nas tecnologias associadas ás baterias e a redução nos custos estão auxiliando o superar a intermitência das energias renováveis. O impulso da Tesla para o mercado é apenas o começo de uma década em que os carros elétricos vão se tornar notadamente mais comuns, e no núcleo de cada carro elétrico estará uma bateria que poderá armazenar energia suficiente para servir uma casa típica por dias. Os nossos carros servirão como baterias portáteis que conseguirão ser ligadas ás nossas casas utilizando a energia para fins domésticos. 

Este atual era energética será mais complexa, exigindo diálogo entre os fornecedores de energia e os consumidores tal como nunca ocorreu antes. Controlando isto será a “internet” da energia, uma vasta gama de dispositivos interconectados que produzem, armazenam e usam energia. Esses dispositivos irão comunicar os seus déficits de energia e excedentes e transportar a energia para o lugar em que ela é mais necessária, bem como possibilitando aos consumidores controlar remotamente os seus dispositivos a fim de otimizar o uso da energia. Esta capacidade permitirá diversa gama de novas tecnologias energéticas e modelos de negócios a surgir. Os consumidores terão mais a dizer a respeito da energia que utilizam e como a utilizam, através do entendimento digital essas necessidades chegarão aos fornecedores e esse serão capazes de potencializar os seus serviços. 

Outra técnica que atingirá a idade madura é a rede energética “inteligente” (“smart” energy grid). Independentemente da potencial de auto-suficiência renovável, a rede não se tornará obsoleta. Os postes e as infra-estruturas possibilitará aos usuários fazerem cargas e descargas de energia para potencializar a relação custo-eficácia. Como a utilização da energia será otimizada, o consumo não calculado vai diminuir.

Assim como ocorre com qualquer mudança importante, haverá vencedores e perdedores. Prevendo e aproveitando a potencialidade da convergência não será tranquilo para os operadores mais antigos ou para as recentes que surgirão. Será fundamental um investimento significativo para desenvolver e comercializar serviços e tecnologias capazes de empregar as possibilidades de convergência. Porém a potencial de retorno para as empresas será amplo. 

Haverá além disso outros benefícios para além das inerentes à energia. Até agora, pouco foram mencionadas as emissões. A mudança energética está acontecendo sem referência ao seu valor ambiental. O consenso final publicado na COP21, a conferência relacionada com as mudanças climáticas dos 21 países, realizada em Paris nos mês de dezembro do ano passado, visa principalmente zero emissões em 2050, por todo o mundo. Por que será que todos os governos estão dispostos o concordar com tais metas ambiciosas? Os governos estão vendo sinais de soluções concretas, reais e emergentes nos mercados da energia. O calendário delineado em Paris para a redução de emissões parece alinhar perfeitamente com a convergência de tecnologias publicada. Isto, certamente, poderia ser apenas uma coincidência porém, nessa situação, é bem cronometrada. 

A redução das emissões de carbono, da economia global, tem agora uma rota que está a começar a fazer algum sentido comercial. O carvão, o petróleo e o gás continuaram a ser os fornecedores energéticos primários por mais algum tempo.

Com o surgimento das novas tecnologias não será preciso convencer as pessoas sobre os benefícios que haverão no meio ambiente e na rede de energia, pois vamos estar muito ocupados e concentrados nos benefícios econômicos.

Fonte: Blog-Energia 


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