Meio Ambiente

Voltaremos a respirar um ar puro, mesmo nas grandes cidades

Voltaremos a respirar um ar puro, mesmo nas grandes cidades

Chegou o dia que as grandes cidades sempre esperaram, uma célula consegue retirar a poluição do ar e produzir hidrogênio, que é um combustível limpo, utilizando a luz solar.

China implanta pesadas multas contra a poluição

China implanta pesadas multas contra a poluição

O problema atinge pelo menos 500 milhões de cidadãos e é o responsável por um terço das mortes registradas na China todos os anos.

O que é realmente ser sustentável?

O que é realmente ser sustentável?

Até que ponto, um processo que se diz sustentável não impacta o microambiente onde  ele está inserido ou, mais ainda, o meio ambiente na sua totalidade?

Se você está pensando nos planos para 2017, tente adicionar esse

Já que 2016 está chegando ao fim, a maioria das pessoas estão pensando sobre o que desejam realizar em 2017.Que mudanças eles querem ver, que influencie no o estabelecimento de melhores hábitos e instituem metas para realizar.

Desejamos-lhe sorte em todos os seus objetivos, mas queremos que você adicione mais um item à sua lista:

Queremos que você tente plantar uma árvore em 2017.

 Alvorada na estrada para a cidade de Rio Claro, no interior de São Paulo. (Créditos de imagem: Chantal Wagner)

Alvorada na estrada para a cidade de Rio Claro, no interior de São Paulo. (Créditos de imagem: Chantal Wagner)

Seja em sua casa ou em sua comunidade, tente plantar uma árvore no ano de 2017. Se você não quiser parar em 1, vá em frente. Quanto mais melhor!

Se você mora em uma ambiente urbano ou rural plantando uma árvore vai gerar um impacto positivo duradouro para você e sua comunidade.

Com bilhões de árvores sendo derrubadas o cada ano é importante que haja esforços para colaborar na combater o esse problema.Os benefícios das árvores são diversos e o impacto duradouro que você pode ofertar para as gerações futuras é enorme.

Seu esforços conseguem até inspirar outras pessoas a fazer ações semelhantes.

Por favor, compartilhe esta meta com seus amigos e familiares. Cada árvore pode e fará a diferença.

Desejamos que o seu 2017 seja um ano sustentável e repleto de boas energias!  

Fonte: Redação COSOL.


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Empresas pedem que Trump cumpra o Acordo de Paris

Numa carta dirigida ao futuro dirigente norte-americano, diversas empresas internacionais exigem que Donald Trump cumpra as medidas assinadas pela comunidade internacional a fim de combater o aquecimento global.

Cerca de 360 empresas, em sua maioria norte-americanas, escreveram uma carta ao futuro presidente dos EUA, Donald Trump, solicitando o cumprimento ao acordo climático de Paris, assinado na final de 2015 e já ratificado por 104 países, entre os quais os próprios EUA. 

Ao longo a campanha eleitoral, o candidato republicano declarou o aquecimento global como uma “fraude inventada pelos chineses com o objetivo de minar a industrialização dos EUA” e que desvincularia os EUA do acordo de Paris se fosse eleito. Agora que foi anunciado como sendo o vencedor oficial das presidenciais norte-americanas, empresas como a Gap, Hewlett Packard, Kellog, Hilton ou Nike estão preocupadas com a possibilidade dele tentar levar as suas ideias em diante.

Nós, integrantes da comunidade empresarial e investidores nos Estados Unidos, reafirmamos o nossa forte compromisso de responder às alterações climáticas com a aplicação do histórico acordo de Paris, a fim de uma economia mundial que mantenha o aquecimento global abaixo dos 2°C”, escrevem as empresas, numa carta divulgada um poucos antes da 22ª Conferência da ONU sobre as Alterações Climáticas (COP22), que ocorreu na cidade marroquina de Marraquexe (de 07 a 18 de novembro, deste ano).

A instituições pedem a Trump e à maioria republicana na Câmara de Representantes e no Senado que “apoiem firmemente a continuação das políticas (de diminuição de emissões de gases com efeitos de estufa) para permitir aos Estados Unidos cumprirem os seus compromissos”. 

Segundo os signatários da carta o não existência de uma economia de baixo carbono “coloca em risco a prosperidade dos EUA” e que, por causa disso, os EUA precisam preparar um plano energético eficiente para a economia norte-americana, baseado em “soluções inovadoras” e de energia baixa em carbono.

O secretário de Estado norte-americano John Kerry, num discurso proferido durante a COP22, diz que prefere não especular sobre as políticas climáticas da presidente eleito, no entanto acredita que “as sua opiniões podem mudar quando entrar em funções”. “Uma coisa posso dizer: ao longo o tempo que passei como secretário de Estado aprendi que algum assuntos são vistos de maneira diferente quando estamos em funções. São vistos de maneira diferente quando se está em campanha e, depois, quando se ocupa o cargo”, garante.

Fonte: Jornal Econômico


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Efeitos das mudanças climáticas são sentidos pelos brasileiros, segundo a Greenpeace

Dez anos depois da divulgação do último relatório do Greenpeace o respeito dos prejuízos consequentes das mudanças climáticas, uma nova declaração do instituto evidência que pouca coisa mudou.

 Represa Jaguari-Jacareí, em Bragança Paulista, na divisa entre São Paulo e Minas Gerais. (Créditos de imagem: UOL)

Represa Jaguari-Jacareí, em Bragança Paulista, na divisa entre São Paulo e Minas Gerais. (Créditos de imagem: UOL)

“O que aparece de mais emblemático é que, dez anos depois, ainda não conseguimos empregar uma solução para evitar as mudanças climáticas. Continua uma questão bem grande, as coisas não saem da papel e os efeitos já estão acontecendo”, avalia o coordenador de Políticas Públicas do Greenpeace Brasil, Márcio Astrini.

“Apos uma década ainda tem acordos sendo discutidos, de quem é a responsabilidade, que tem que auxiliar mais com dinheiro. Ao passo que o clima, na vida real, vai alterando e já prejudicando a vida das pessoas”, completa.

Um efeito concreto na rotina das pessoas, segundo Astrini, é a chamada bandeira tarifária, que traz uma instabilidade na cobrança da energia elétrica aos consumidores.

Através de modelo de bandeiras tarifárias, no momento em que a energia vem das usinas hidrelétricas, a tarifa tem um determinado valor, no entanto se o governo precisa usar as termelétricas, que são mais poluentes e mais caras, o consumidor paga um valor adicional pela eletricidade que chega à sua casa.

“O Brasil gera muita energia através da hidrelétrica, que depende do rio corrente para gerar energia. Tem chovido de forma desregular, ou seja, tem horas que aquele rio está cheio e tem horas que está bem seco”, disse Astrini sobre uma das previsões ligadas ao aquecimento global apontadas no relatório, que é a tendência de redução da vazão dos rios. Como 64% da eletricidade do país vêm das hidrelétricas, menos água nos rios significa menos produtividade e risco de energia mais cara. Isso impacta de modo direto na conta de luz das pessoas. 

Soluções 

Astrini aponta duas chaves que são capazes de evitar o agravamento de prejuízos ocasionados pelas mudanças climáticas: implementar a utilização de energias renováveis, como solar, eólica e biomassa e extinguir o desmatamento. As medidas, segundo a ambientalista, não apenas contribuem para o combate ao aquecimento global, tal como tornam o Brasil mais resistente as essas mudanças. 

“Precisamos bolar outros modelos de gerar energia no país e eletricidade destinado o a casa das pessoas. Temos muito sol, temos bastante vento, possuímos uma capacidade de produção de agricultura muito grande, e essa três coisas conseguem gerar para gente energia solar, eólica e biomassa. O Brasil investe pouco nisso”, pondera. Segundo o coordenador do Greenpeace, variar o matriz energética pode possibilitar ao país maior segurança no setor, sem ter necessidade de recorrer a opções poluentes como as termelétricas o carvão e a gás.

A segunda atuação seria em relação a as florestas. “Se o Brasil dizimar o desmatamento que é a nosso maior fonte de emissões de gás de efeito estufa, além de diminuir as emissões globais, ele também preserva uma floresta como a Amazônia e Cerrado”, disse.

Além do benefício direto para a conservação do bioma, Astrini destacou o destaque da Amazônia como reguladora climático. “Alguns estudos dizem que, devido à existência da Amazônia, é que existe a regularidade da quantidade de chuvas na sul, na sudeste e no centro-oeste do país, que são exatamente os lugares que mais produzem agricultura. Por isso, se a gente desmata essa floresta, temos um efeito contrário duplo: vamos emitir muito carbono e retirar do país esse regulador climático.”

Referência: Isto É.


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Mudanças climáticas e os sinais

Em paralelo com o consenso político o respeito da necessidade de agilizar o combate contra as mudanças climáticas, deve-se indagar também se o mundo econômico está verdadeiramente mudando rumo o um modelo cada vez menos emissor de CO2. Algum sinais mostram esse lado, outros não.

Conheça os sinais considerados positivos quando esse assunto é abordado:

  • Vigilância de emissões 
    As emissões do setor energético, que equivale a 2/3 das emissões mundiais, se estagnaram em 2015 pelo segundo ano sucessivo, com um aumento econômico mundial de 3%, confirmando o começo de uma segmentação das tendências.
  • Recorde de renováveis 
    Com 286 bilhões de dólares investidos e 153 novos gigawatts instalados, 2015 foi um ano recorde para as energias renováveis, principalmente nos países emergentes. As previsões para 2020 foram revisadas em alta. Representam na atualidade: 15% da produção de energia e 23% da produção de eletricidade.
  • Redução no custo da energia solar
    Por volta de 2009 e 2015, o custo da energia solar caiu 80%, tornando-se competitivo em relação ao gás e ao carvão em alguns países, como Chile, Emirados Árabes e Índia. O recorde de megawatt/hora solar mais barato pertence o um central de 350 megawatts (MW) de Abu Dhabi: 23 dólares.
  • Diminuição do gases HFC 
    A comunidade internacional decidiu em meados de outubro eliminar gradativamente os hidrofluorocarbonos (HFC), gases bastante nocivos para o clima, utilizados na refrigeração. Os países ricos deverão ter reduzido 10% de seu uso em 2019 e 86% em 2036. A China, predominante produtora de HFC, e a Índia, poderão começar mais tardiamente as suas transições.
  • 100% renováveis 
    Alguma cidades grandes lançam planos de atuação para se transformarem em territórios 100% renováveis: Barcelona aposta na solar e nas redes urbanas de calefação, Frankfurt possui um amplo programa de eficácia energética com renovação e novas tecnologias. San Francisco, San Diego, Fukushima, Copenhague e Munique igualmente estão nesse caminho. 
    Grupos como Apple e Ikea caminham no sentido de utilizar uma energia totalmente verde. O Google investiu mais de um bilhão de euros em energia eólica, solar e biomassa.
  • Finanças verdes 
    Os títulos verdes com o objetivo de financiar projetos de predisposição ambientalista estão em amplo crescimento: 42 bilhões de dólares foram reunidos em 2015 e, segundo a Moody's, 80 bilhões neste ano. 

Porém existem sinais que demostram que apesar das atitudes de luta contra as alterações climáticas geradas pelo inadequado uso dos recursos disponíveis no nosso planeta ainda falta muito e muito ainda precisa ser feito para regredir e evitar nossos prejuízos.

Vamos agora aos sinais negativos:

 Crédito imagem: CulturaMix

Crédito imagem: CulturaMix

  • Muito carvão 
    Estão sendo construídos 350 GW de capacidades elétricas através do carvão, 930 projetos segundo a CoalSwarm, sendo cifras incompatíveis com o meta de 2°C de aquecimento do planeta. Na final de 2015, a Austrália deu aprovação à extensão de um mina da grande Rio Tinto.
  • Os fósseis subsidiados
    Anualmente, os subsídios concedidos a energias fósseis através de reduções fiscais, apoio à atividade petroleira, etc, chegam a 500 bilhões de dólares, segundo a OCDE e a AIE.
  • O ártico continua ameaçado 
    Apesar de que muitas petroleiras tenham renunciado as prospecções pelos preços muito baixos do barril, a Noruega concedeu em maio licenças a 13 companhias petroleiras.
  • Siderurgia e transporte marítimo atrasados 
    A siderurgia (7% das emissões mundiais) não reduz suas emissões há dez anos, e o transporte marítimo (2,8%) carece de um plano de ação.

Toda ação sustentável é válida e cada indivíduo precisa fazer a sua parte para acrescentar ao todo. Sigamos juntos! 

Referência: Em.com.br


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União Europeia acelera ratificações ao Acordo de Paris

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, elogiou a atitude da União Europeia em agilizar as ratificações nacionais referentes ao Acordo de Paris para o clima, e disse acreditar que, através de isso, o compromisso deverá atingir nos próximos dias os patamares mínimos para entrar em vigência. 

“Estou alegre de estar em Estrasburgo mais uma vez e elogio a União Europeia por continuar o comprovar forte liderança global no combate às mudanças climáticas”, disse Ban em coletiva de imprensa. “Estou feliz com o fato do Parlamento Europeu ter apoiado a aceleração das ratificações do Acordo de Paris”, completou. 

A atitude do Parlamento Europeu permite que os Estados-membros da União Europeia entreguem seus instrumentos de ratificação do acordo mais rápido possível, diretamente para as Nações Unidas. 

Para entrar em vigência, o Acordo de Paris necessita da ratificação de 55 países, que representem pelos menos 55% das emissões globais dos poluentes. Até o momento, 62 países se uniram ao acordo, representando 52% das emissões mundiais. 

“Com a atuação do Parlamento Europeu, estou seguro de que conseguiremos chegar aos 55% logo, em poucos dias”, declarou o secretário-geral da ONU. “Vemos um esforço extraordinário de todas as partes do mundo em colocar o Acordo de Paris em vigor neste ano”. 

“O Parlamento Europeu reafirmou dessa maneira seu apoio à ação fundamental para combater o desafio climático e transformá-lo em uma oportunidade para a construção de sociedades mais seguras, saudáveis e prósperas.” 

Em setembro, o dois maiores emissores de poluentes no mundo, a China e os Estados Unidos, ratificaram formalmente o pacto para o clima. 

“A rápida ratificação demonstraria um renovado compromisso da Europa com a cooperação internacional, que está no núcleo da identidade da União Europeia”, declarou Ban no seu discurso no Parlamento Europeu. 

O Acordo de Paris para o clima estabelece objetivos de reduções de emissão dos poluentes e prevê gerenciamento do aumento da temperatura global abaixo dos 2 graus Celsius. 

Fonte: Eco Desenvolvimento


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E se queimarmos todo o petróleo do mundo?

Se isso acontecer é bom saber nadar.

Competição internacional convida jovens a falarem sobre energia, água e alimentação

Podem integrar o concurso crianças e jovens de 10 a 25 anos de idade de qualquer escola, universidade ou organização de todo o mundo.