Bloomberg informa que a indústria solar está gerando excesso na produção

Os fabricantes da área de energia solar que atualmente estão ampliando a fabricação enfrentam o possível exagero de painéis solares, obrigando as empresas o se ajustarem ou a enfrentarem efeitos catastróficos. 

A Trina Solar, a Canadian Solar e a JinkoSolar Holding são algumas das empresas que estão aumentando a produção nos fábricas que expandirão a capacidade global em cerca de 18% neste ano, de acordo com a Bloomberg New Energy Finance.

Os fabricantes estão concentradas em uma disparada a fim de edificar fábricas maiores e mais avançadas com o objetivo de produzir painéis mais rápido e de modo mais barato. No momento em que os painéis começarem o nascer, a demanda deverá diminuir a força, principalmente na China, em que o governo reduziu os subsídios nos mês passado. Os preços estão em reduçao e os fornecedores estimam que as margens também sofrerão um enfraquecimento. Trata-se da semelhante padrão testemunhado depois que o excesso total de oferta tirou dezenas de instituições do mercado cinco anos atrás. 

"O exagero de oferta parece ser a comum da indústria solar", disse Jenny Chase, analista líder da área solar da New Energy Finance.

A indústria solar viveu certa fase similar de grande crescimento e posteriormente de cada após a capacidade ter crescido com maior velocidade do que a demanda, desencadeando um enfraquecimento de dois anos o partir do fim de 2011. A consequência foi uma oscilação de consolidações no momento em que os preços despencaram e os prejuízos dos fabricantes de painéis se acumularam. Os painéis baratos ainda ajudaram o inflamar a demanda por mais energia solar e acabaram levando as sobreviventes  da crise a expandirem a fabricação.

Valores

"Todas essa instituições estão buscando por espaço no setor e a tendência é ampliarem cada vez mais sua capacidade", disse Pavel Molchanov, analista da Raymond James Financial, na entrevista. "Isto acaba derrubando os preços e as margens de todos". 

A Canadian Solar, a segunda maior fabricante, está construindo uma unidade de 350 megawatts no Brasil e a JinkoSolar está alargando a geraçao de um fábrica com 450 megawatts que entrou em funcionamento na Malásia no ano passado. 

Isto acontece em paralelo à desaceleração da demanda na China, maior mercado do planeta, na qual o governo está reduzindo os subsídios aos parques solares autorizados após 30 de junho. Isto gerou uma fartura de projetos no primeiro semestre do ano visto que as desenvolvedoras somaram até 22 gigawatts anteriormente ao término do subsídio, disse Hugh Bromley, analista da New Energy Finance. Com o subsídio menor em vigência, ele espera em torno de 6 a 8 gigawatts de novos projetos solares no segundo semestre. 

A Trina, maior fabricante de painéis do mundo, informou na terça-feira que as exportações cairão de 6,5% no terceiro trimestre, para 1,55 a 1,65 gigawatt. Ao mesmo tempo, a corporação aumentou a capacidade de produção em 7,1% depois de fundar um fábrica de 500 megawatts na Tailândia, em março. A Yingli Green Energy Holding informou na terça-feira suposição de queda de até 54% nas exportações na trimestre atual apos que 60% de seus painéis foram para a China no segundo trimestre.

Fonte: Joe Ryan, Bloomber


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