Empresas conseguem gerar e compartilhar energia solar

A novidade crescente no mundo dos negócios é a chamada economia compartilhada. Seja nos formatos coworking, Uber ou Airbnb, ela converteu-se em a querida dos empresários e atinge o topo quando o assunto é acrescentar valor à uma empresa. Assim ela também modificou forma de produzir a energia renovável.

Com a Resolução Normativa é possível produzir energia através de usinas compartilhadas.

Com a Resolução Normativa é possível produzir energia através de usinas compartilhadas.

O assunto tem chamado atenção, ganhado seguidores e estimulado pessoas para a nova era, na qual a geração e compartilhamento da sua própria energia é possível. As empresas Publikimagem e BVR Consultoria, por exemplo, enxergam a divisão de custos como uma maneira de investir e acreditam na geração compartilhada.

Após o lançamento da Resolução Normativa nº 687/ 2016 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foi possibilitado que as empresas e pessoas físicas pudessem ter a oportunidade de se unirem em consórcios ou condomínios como a finalidade de gerar energia compartilhada, através de micro ou minigeradores. A ideia é produzir a energia solar para que seja repartida e através disso fazer com que as tarifas dos consumidores sejam reduzidas.

“Sempre tivemos interesse de gerar a própria energia, mas as opções eram restritas e demandavam uma mão de obra maior, uma vez que a resolução 482/2010 da Aneel permitia que a geração e o consumo ficassem restritos às empresas cujo CNPJ fosse o mesmo, o que dificultava o acesso. O modelo de negócio é interessante porque, além de economizar 30%, o sistema não precisa, necessariamente, ser instalado na minha empresa. E  a área usada será onde a incidência de radiação solar é maior. Além do equipamento ter vida útil estimada em 25 anos.”, explicou o responsável pela empresa Publikimagem.

O papel da empresa responsável por um condomínio solar é o de fazer rede fotovoltaica funcionar. Procurar os futuros clientes, montar os equipamentos e fornecer a manutenção para o equipamento.

O proprietário de um restaurante restaurante, Filipe Bezerra também pretende adotar a geração compartilhada para sua casa. “Tinha tentado anteriormente, mas, por morar em prédio e por não ter telhado próprio, não foi possível”, afirmou. Agora, Filipe não quer perder tempo e pretende investir R$ 30 mil para compartilhar o insumo.

Compartilhamento possibilita avanço na produção

A geração de energia solar está sendo uma tendência no Brasil. Se esse fluxo prosseguir, de acordo com relatório feito pela Bloomberg New Energy Finance, o país dará um salto na geração de energia solar em 25 anos. Em 2040, cerca de 43% de sua energia será produzida a partir de placas solares. Enquanto em 2015, o percentual não chegava a 6%. Com o crescimento desse novo modelo de geração de energia, especialistas informam que isso pode proporcionar o barateamento da tecnologia usada.

O estudo citado presume que o país viverá uma ebulição de energia solar a partir de 2020. O número de consumidores gerando energia através de placas solares deve chegar a 9,5 milhões em 2040. A maior quantidade de informação sobre sustentabilidade e economia geradas através da energia farão a geração distribuída crescer.

Referência: Terra.


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