InterSolar expõe os principais desafios para o setor de energia solar no Brasil

Especialistas se encontraram na quinta conferência Intersolar South America 2016, feira líder mundial em série de exposições e discussões sobre o setor de energia solar. a fim de divulgar a projeção do setor de energia renovável para o futuro. 

InterSolar + cosol

O cenário pautado na conferência mostrou que o sistema de energia fotovoltaico no Brasil possui uma forte potencial, que necessitará ser explorado vigorosamente nos próximos anos. 

Para o diretor de operações da Solar Power Europe, Bruce Douglas, até o ano de 2020, a energia solar representará 6% da quantidade total da energia no Brasil e será o fundamental fonte de energia nos 20 anos futuros.

Uma pesquisa publicada pela Bloomberg New Energy Finance (BNEF) revelou que o Brasil irá dar um pulo no quesito da geração de energia solar e eólica em 25 anos. Em 2040, o país deve possuir por volta de 43% de sua energia produzida o partir de placas solares ou por vento. E junto a ascensão desses modelos de geração de energia, o uso de hidrelétricas devera desabar para apenas 29%. 

O estudo inclusive prevê que o Brasil irá viver a revolução da energia solar o partir de 2020. A quantidade de imóveis com placas solares no telhado poderá aumentar de 3.500 atualmente para 9,5 milhões até 2040.

De acordo com Lilian Cléa Rodrigues Alves, da BNEF, a energia solar ainda precisa ultrapassar dois obstáculos para amplificar em localidade nacional: a moeda brasileira e a complicação para adquirir financiamento. “O Real não garante os mesmos benefícios cambiais que outros países possuem. Outro aspecto desfavorável é a complicação para obter financiamento. Mercado baseado por uma única fonte, no caso do BNDES, possui problemas no momento em que essa fonte seca”, afirmou a especialista. 

Para o diretor de operações da ENGIE Solar, Rodrigo Kendi Kimura, a geração distribuída precisa ser observada tal como condições indispensáveis de uma sociedade. “Não é só artigo de luxo. Precisamos popularizar a geração distribuída. É uma fonte legítima, econômica, que não agride o meio ambiente”, explicou.

Fonte: Organics News Brasil.


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