Cosol na mídia

Início da parceria SENAI e COSOL

A Startup COSOL Condomínio Solar foi uma das selecionadas do Edital de Inovação da SENAI com seu projeto de inovação Internet de Energias Renováveis (IoRE).

Startup recebe R$ 400 mil em Edital de Inovação para a Indústria

Os projetos selecionados terão o suporte de até R$ 400 mil, no formato de prestação de serviços, dos Institutos de Inovação e Tecnologia do Senai para realizar a execução e o desenvolvimento do projeto.

Empreender em Sustentabilidade: Entrevista com Csaba Sulyok, Fundador do Cosol - Condomínio Solar

Entrevista concedida a Luiza S. Rezend - Advogada empresarial especializada em startups, para o Blog Startup Brazil, divulgada no dia 16.06.16. Confira na íntegra!

O entrevistado de hoje é o Csaba Sulyok, fundador do Cosol - Condomínio Solar. Na entrevista ele explica como funciona o Cosol, os principais desafios que eles vêm enfrentando e a experiência de empreender no Brasil. Confira:

De onde veio a ideia do Cosol? Como tudo começou?

Sou formado em Administração Internacional e Economia pela Universidade Oxford Brookes, instituição referência no mundo em temas relacionados a sustentabilidade. Há cinco anos no Brasil, em Salvador, me tornei Mestre em Engenharia Industrial pela Universidade Federal da Bahia, instituição onde atualmente faço doutorado em Energia e Ambiente. Durante todo o meu percurso acadêmico, sempre me interessei pelo tema sustentabilidade. Tive a sorte de chegar no Brasil em um momento favorável para a idealização da Cosol, com a equipe de pesquisa da UFBA muito engajada no assunto e com o governo brasileiro fomentando as discussões acerca da geração remota, regulamentada no final do ano passado. É nesse contexto que surge a Cosol, projeto concebido por mim juntamente a pesquisadores da Universidade Federal da Bahia no ano passado.

Como você descreveria o Cosol?

A Cosol é um novo modelo de produção de energia solar, que permite dobrar a eficiência da produção de energia. A empresa vai funcionar como um condomínio de casas, onde são adquiridos lotes de tamanhos e potencial de geração diferentes, mas no lugar das casas, estarão placas solares. Com capacidade de 5 MW, o condomínio será construído por intermédio do consórcio formado pelos adquirentes – pequenas e médias empresas sediadas em qualquer cidade da Bahia. A energia produzida será disponibilizada para a rede de distribuição da concessionária de energia, no nosso caso a Coelba, gerando créditos que serão descontados na conta de energia dos participantes. 

Qual foi o principal desafio que você enfrentou até hoje no Cosol?

Por ser algo pioneiro, as dificuldades têm sido fazer com que as pessoas entendam como funciona a geração remota e, ao mesmo tempo, desmistificar a ideia de que a energia solar é "fraca". Para tanto, temos realizado palestras - todas com casa cheia - onde abordo o tema e respondo a todas as dúvidas da plateia, normalmente composta por empresários, profissionais ligados ao setor e estudantes. Também disponibilizo todos os meus contatos nos nossos canais de comunicação online (site e redes sociais), onde respondo dúvidas e forneço informações pertinentes à difusão do conhecimento sobre a Cosol e temas como geração remota e energia solar. Importante ressaltar que desenvolvemos um novo modelo de produção de energia solar, que permite dobrar a eficiência da produção de energia. É que, além de se apresentar como modelo mais econômico de geração de energia solar entre os já existentes, o novo mecanismo desenvolvido pela Cosol dobra a eficiência da energia solar por três motivos. O primeiro é a localização do empreendimento em Bom Jesus da Lapa, município localizado no Semiárido baiano, com alto índice de insolação. Isso porque a potência do sol é variável a depender da localização geográfica. Se comparada a outras zonas do estado, a região tem uma grande vantagem. No litoral, por exemplo, a nebulosidade bloqueia uma parte da radiação.  Outro fator que aumenta a eficiência da energia solar no mecanismo criado pela Cosol é o rastreamento solar chamado tracker, que torna as placas móveis e capazes de acompanhar a movimentação do sol. Isso permite que os painéis captem toda a radiação do dia, sem desperdícios, diferentemente dos sistemas instalados nos telhados de casas e prédios, que são estruturas fixas e susceptíveis ao sombreamento de construções mais altas. Na localidade escolhida para a instalação do condomínio solar da Cosol não existe esse risco, por estar em uma vasta zona deserta. Terceiro fator dessa eficiência excepcional resulta da economia pela escala da planta. Uma usina de 5 MW tem um custo por unidade de potencial instalada 30% menor se comparado às instalações pequenas individuais. 

O que mais consome seu tempo hoje em dia no Cosol?

Atualmente tenho me dedicado a apresentar a Cosol em eventos em todo o país, encontros com potenciais clientes para detalhar nosso modelo de negócio, além de gerenciar a empresa. O contato com o público, a transparência em nossos negócios e a procura por soluções inovadoras e ainda mais sustentáveis é algo que priorizamos e a que dedicamos bastante tempo.

Do que você mais gosta no setor? Por que escolheram empreender nesse setor?

O que me inspira nesse setor é a possibilidade de estruturar um negócio lucrativo, que é bom para o consumidor - que compra energia mais barata, para toda a população - que ganha pela geração de postos de trabalho e com uma fonte de energia não poluente, e para o meio ambiente. Assim, decidimos empreender pela grande oportunidade que é, hoje no Nordeste, o setor de energias renováveis, sobretudo a solar e eólica. Depois de analisar o mercado, a nova legislação e a viabilidade do projeto decidimos realizar esta empreitada, que, além da possibilidade de poder oferecer energia de maneira mais limpa e sustentável traz grandes vantagens econômicas para o consumidor.

Qual o desafio de se empreender nesse setor no Brasil?

Os desafios no setor de energias renováveis são grandes. Posso citar a questão de legislação, que ganhou o apoio do governo, cuja nova resolução normativa REN 687/15 passou a valer a partir de 1º de março deste ano. Esse foi um grade avanço, mas o sistema financeiro ainda precisa adequar as linhas de investimentos e financiamentos para este tipo de negócio. Outro ponto para se ter em mente é a aculturação do brasileiro em relação às vantagens das energias renováveis e acabar com a estranheza que alguns setores ainda tem com este tipo de produção energética que é uma realidade cada vez mais presente.

O que será o Cosol em 5 anos? E em 10 anos?

Nosso objetivo é de em cinco anos sermos uma empresa consolidada e expandir nosso mercado para todo o Nordeste e em dez anos, queremos multiplicar nossos projetos em todo o Brasil.

Como você vê o empreendedorismo no Brasil hoje? Que mudanças você prevê para os próximos anos?

Nos últimos três anos o empreendedorismo no Brasil aumentou devido à crise financeira, porém este é um fenômeno mais antigo que tem se apoiado não só pela necessidade dos empreendedores, mas pelas oportunidades que estes veem e que têm aproveitado. Isso é muito positivo e acredito que tende a crescer, pois as gerações mais jovens encaram o empreendedorismo não tanto como uma tábua de salvação, mas como um novo estilo de vida e de trabalho. Para que o ambiente empresarial melhore é essencial a diminuição da burocracia, a simplificação da legislação e que haja incentivos para o empresariado.

Até breve!

Luiza S. Rezende
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Startup baiana quer ser o Uber da energia solar

Nota publicada na coluna Negócios, assinada pelo jornalista Flávio Oliveira, no jornal Correio 24h, do dia 14.06.16. 

A startup baiana Cosol – Condomínio Solar, fruto de uma tese de doutorado na UFBA, está na batalha para atrair investidores e viabilizar seu projeto de energia solar para condomínios residenciais e empresas de pequeno e médios portes.

A meta, segundo o principal organizador do empreendimento, o economista húngaro Csaba Sulyok, é captar R$ 4 milhões – 20% do valor da empresa – para aplicações em marketing e divulgação. A Cosol é descrita pelo seu fundador como o AirBnB ou o Uber da energia solar. A ideia é surfar na onda da economia colaborativa e faturar com a intermediação da venda de energia solar no mercado de compensação criado em 2015 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Neste mercado, voltado exclusivamente para consumidores de baixa tensão, a autoprodução de energia é abatida em igual valor da conta cobrada pelas distribuidoras. Assim, 1 kilowatt-hora (1KWh) autoproduzido (mesmo que remotamente) equivale a um desconto igual a (1KWh) no consumo na conta da Coelba. A Cosol quer produzir energia solar numa pequena usina montada em uma fazenda em Bom Jesus da Lapa e revender – por meio de contratos de aluguel de lotes da usina – esta produção para o consumidor final. A vantagem para este consumidor final é a redução em torno de 20% em relação ao valor cobrado pela Coelba pela mesma energia consumida, e de 10% caso este consumidor optasse por ele mesmo montar uma usina solar em seu telhado. A ideia da Cosol é vender pequenos lotes na “fazenda de sol’ e com este recurso construir a usina. Os proprietários do lote, de acordo com o plano de negócio, teriam o retorno do investimento em até cinco anos. E teriam a segurança de ter a produção toda comercializada antes mesmo de fechar o negócio, pois a própria Cosol já terá fechado uma carteira com pelo menos 300 “inquilinos” para a energia ser produzida. 

Risco X Demanda Alta  

Por se tratar de uma startup, o atual estágio do projeto é ser uma boa ideia com grande potencial de lucro. “Admito que o investimento na empresa, neste momento, é de risco. Mas para quem for comprar os lotes o risco é zero. Já haverá contratos de aluguel fechados, e demanda por energia - limpa e barata – sempre vai existir”, diz Sulyok. Outro passo importante para a empresa, já visando a expansão do negócio, são os contatos realizados recentemente em São Paulo, com a Usinazul Energia para a construção de duas usinas semelhantes a de Bom Jesus da Lapa naquele estado. A usina na Bahia terá a capacidade máxima permitida para este tipo de empreendimento: 5MW. Cada lote deve custar R$ 30 mil, e o aluguel, R$ 500 por mês. 


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Cosol e Usinazul fecham parceria para construir duas usinas solares em São Paulo

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Publicado no dia 15.05 na coluna Tendência & Mercado, do jornal A TARDE

A startup baiana Cosol – Condomínio Solar acaba de fechar parceria com a Usinazul Energia Sustentável e Serviços Ambientais para a construção de duas usinas solares em São Paulo. As usinas devem ser construídas em 12 meses, nas áreas de atuação da CPFL e Elektro, com capacidade de 5 MW cada, e atender a cerca de mil empresas. “Este modelo, inédito no Brasil, inaugura uma nova era de uso compartilhado dos recursos, democratizando o acesso à energia solar a custos competitivos, gerando economia e viabilizando negócios de maneira sustentável”, afirma o presidente da Usinazul, Aurélio Souza. Esta parceria faz parte da política de expansão da Cosol, que visa implementar seu modelo de negócios, através de convênios com empresas interessadas na construção de usinas solares. A construção das usinas foi anunciada na última quarta-feira (11) durante a Enersolar+ Brasil, maior evento de energias renováveis do país, que reuniu em São Paulo toda a cadeia produtiva dos segmentos de Energia Solar, Fotovoltaica, Eólica e de Biomassa. A Usinazul foi fundada em 1994, atua fortemente no mercado de sistemas e soluções de energia solar e desenvolvimento de projetos de engenharia e registro de Usinas Fotovoltaicas (UFV) para venda de energia em Leilões de Reserva de Energia (LER) e no mercado livre, para geração elétrica de auto produtores de energia nos setores residenciais, comerciais e industriais.

Livreto lançado no evento Enersolar+

Primeiro livreto da Cosol foi lançado hoje durante inauguração do evento Enersolar+ em São Paulo. 

Clique na imagem e acesse o livreto!

Clique na imagem e acesse o livreto!

A startup baiana Cosol – Condomínio Solar, eleita uma das seis melhores na Virada Empreendedora, lança nesta terça-feira (10) o “Livreto da Cosol” durante a Enersolar+ Brasil, que acontece até o dia 12 de maio, em São Paulo.

Sendo o maior evento de energias renováveis do país, o evento é organizado pela Cipa Fiera Milano e reunirá toda a cadeia produtiva dos segmentos de Energia Solar, Fotovoltaica, Eólica e de Biomassa em um único local.

A publicação da Cosol funcionará como um guia sobre o modelo de negócios da empresa, que desenvolveu um mecanismo responsável por dobrar a eficiência da produção de energia solar.

Entrevista sobre Cosol no programa CBN Imóveis

Editor do programa CBN Imóveis, José Azevedo Filho entrevistou o fundador e sócio diretor da Cosol, Csaba Sulyok sobre o modelo de condomínio solar na Bahia. Clique no imagem abaixo para poder ouvir a gravação do programa.

Dentro do estudio 

Csaba Sulyok explica como a Cosol conseguiu dobrar a eficiência da energia solar oferecendo um custo benefício único no mercado fotovoltaico. A inovação da empresa otimiza fatores como economia de escala da usina, insolação e uso do rastreamento solar.

   Estudio do rádio CBN Salvador, programa CBN Imóvel com editor José Azevedo Filho

 

Estudio do rádio CBN Salvador, programa CBN Imóvel com editor José Azevedo Filho