autossustentavel

Sustentabilidade energética para médias e pequenas empresas

Os custos da energia tendem o subir cada vez mais, podendo chegar, até 2020, ao acréscimo de pelos menos 9% ao ano. 

Noruega e os veículos elétricos

Noruega e os veículos elétricos

Autoridades esperam que a venda de carros elétricos consiga ocupar em 100% o mercado em 2025.

O que é realmente ser sustentável?

O que é realmente ser sustentável?

Até que ponto, um processo que se diz sustentável não impacta o microambiente onde  ele está inserido ou, mais ainda, o meio ambiente na sua totalidade?

Empregos no setor de energia limpa crescem 12 vez mais do que a economia dos EUA

Empregos no setor de energia limpa crescem 12 vez mais do que a economia dos EUA

Um novo relatório, divulgado pelo programa Climate Corps do Fundo de Defesa Ambiental, estima que os empregos solares e eólicos estejam crescendo a uma taxa 12 vezes mais rápida do que o resto da economia dos EUA.

A energia solar está iluminando a África

Na Tanzânia, a tecnologia limpa está aumentando a produtividade e os rendimentos, e economizando custos.

Créditos de imagem: Energy4Impact

Elizabeth Julius trabalha desde o amanhecer até o pôr do sol para conseguir suprir as despesas das sua família através do seu trabalho de costureira. Tendo o apoio do seu marido e dois filhos em uma aldeia na Tanzânia, Elizabeth era obrigada a colocar a agulha e linha a cada dia, porém por diversas vezes a escuridão caia.

Isso tudo mudou três anos atrás, quando ela foi apresentada à Energy 4 Impact, uma organização com sede em Londres que trabalha na África para garantir o acesso à energia e promover o empreendedorismo para mulheres empobrecidas.

Com orientação da Energy 4 Impact, Elizabeth pegou um empréstimo bancário de US $ 500 (aproximadamente R$ 1.636,31) e passou a utilizar energia solar. Mas isso foi apenas o começo. "A energia solar mudou completamente minha vida", diz Elizabeth.

Agora capaz de continuar trabalhando ao longo das horas do dia e poder aumentar sua renda, ela deu um passo além e tomou um empréstimo para expandir seu negócio de alfaiataria. Hoje, ela opera uma barbearia, possui facilidade de carregamento de telemóvel, e uma loja geral tudo isso alimentado pela energia solar. Ela se sente "mais produtiva do que nunca", disse ela. Em média, ela faz US $ 25 (R$ 81,82) por dia.

Energy 4 Impact, em conjunto com o Departamento de Estado dos EUA, espera ajudar 400 mulheres a se tornar empreendedoras solares até 2020, disponibilizando treinamento e finanças. Eles também visam fornecer para 360.000 pessoas no Quênia e na Tanzânia acesso à energia solar.

De acordo com a organização, as mulheres e meninas são mais afetadas pela "pobreza energética",pois precisam passar horas todos os dias recolhendo lenha, cozinham sobre fogões esfumaçados, e fazendo tarefas domésticas, tudo isso em pouca ou nenhuma iluminação.

Na Tanzânia, apenas 21% da população tem acesso à rede elétrica, e quase 70% da população do Quênia e 95% da Tanzânia dependem de lenha, carvão e esterco para cozinhar, de acordo com o Energy 4 Impact. Todos os anos, quase 18.9000 mortes na Tanzânia são atribuídas à inalação de fumaça e incêndios.

Desde 2013, Energy 4 Impact tem ajudado 1.400 empresas na África Oriental. Mas conseguir equipamentos de qualidade para esses empreendedores ainda é um desafio, disse Godfrey Sanga, gerente de programa da Energy 4 Impact.

"Má qualidade e produtos de qualidade inferior ou falsos é um dos principais fatores que desencorajam as pessoas de usar as tecnologias de energia limpa, devido a falhas freqüentes e desempenho geral ruim", disse Sanga.

Para garantir padrões elevados, Energia 4 Impacto trabalha com uma série de iniciativas e modelos de negócios que incluem a prestação de assistência financeira e técnica para o off-the-grade em fase de arranque e investigação em curso sobre as estruturas de financiamento de maior impacto.

E a educação é a chave. Energy 4 Impact espera aumentar a conscientização sobre a pobreza energética em toda a Tanzânia e realizar fóruns contínuos com mulheres e grupos de jovens.

"Ao mostrar empresas de sucesso e demonstrar os benefícios usando as tecnologias limpas no aumento da produtividade, renda e economia de custos, espera-se que muitas pessoas estarão interessadas em adaptá-las e usá-las em suas vidas para si e suas famílias", disse Sanga.

Elizabeth diz que seu negócio está crescendo, em grande parte graças a este tipo de iniciativas de educação. Não tenho nada de que reclamar, disse ela. "Praticamente todos na aldeia estão felizes com o que estamos fazendo, e nossos serviços são exclusivamente solar".

Fonte: Remy Tumin para Takepart.


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Energia solar chegará em reserva extrativistas no Amazonas, em 2017

Em julho de 2017, será instalada uma fonte de energia solar a fim de abastecer as reservas extrativistas Médio Purus e Ituxi (Resex), no Amazonas.

Créditos de imagem: Ipevs.

Créditos de imagem: Ipevs.

Um dos benefícios será a reativação de uma fábrica de gelo na região para conservar a produção de peixes e frutas. De acordo com os extrativistas, além de poder conservar esses produtos, as comunidades poderão usufruir de mais tempo de eletricidade para aulas noturnas nas escolas, centros de informática e elevação de captação de água por poço artesiano ou do chuva, com bombeamento e filtração.

Atualmente, a região somente conta com três horas por dia de eletricidade, originada através de motor a diesel. 

A articulação teve início neste ano e é uma associação entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, por meio da Coordenação de Políticas e Comunidades Tradicionais, e o WWF.

Para o gestor do ICMBio na Resex de Médio Purus, José Maria Ferreira de Oliveira, a energia limpa nas comunidades extrativistas trará tranquilidade, segurança, fartura e economia. “Isso vai gerar autonomia e impulsionar novas atividades produtivas além de melhorar e muito a qualidade de vida de cada morador.” 

Já Benedito Clemente de Souza, morador da Resex Médio Purus, diz que a energia propiciará uma verdadeira revolução na comunidade. “Tomar água gelada nesse calor que vivemos e ter um peixe resfriado sem ter que salgar, sabendo que já tem gente com problema de pressão alta por causa do sal, isso tem muito valor para nós”, afirmou Souza.

Fonte: Portal Brasil


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Tesla mostra que é possível alimentar uma ilha inteira utilizando a energia solar

Tesla mostra que é possível alimentar uma ilha inteira utilizando a energia solar

A SolarCity, empresa comprada há pouco tempo pela Tesla, anunciou nesta terça-feira, 22, que está realizando um experimento onde abastece uma ilha inteira através de energia solar. 

Já conhece as estufas solares?

Estufas que geram eletricidade utilizando a energia solar, afetando possitivamente o crescimento das plantas.

Conheça a 1ª usina solar compartilhada no Pará

A COOBER (Cooperativa Brasileira de Energia Renovável) localizada em Paragominas, no Pará, nasceu com o objetivo de gerar energia limpa e de modo consciente, através de placas fotovoltaicas, dentro de um município que já ganhou visibilidade tal como sendo um "município verde".

Créditos de imagem:  Diário Online .

Créditos de imagem: Diário Online.

Contando com a participação de 23 membros (empresários, empreendedores e profissionais liberais), com idade média de 41 anos, chamados de sócios-fundadores. O projeto atraiu também simpatizantes em diversos os setores, atraiu a atenção dos estudantes da região recebeu auxílio da Prefeitura de Paragominas e do governo do Pará, além de entidades como a Confederação Alemã das Cooperativas (DGRV).

Segundo informações de Raphael Sampaio Vale, presidente da Coober, a fundação ocorreu pautada na Resolução 687/2015 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que aprimorou a Resolução Normativa 482, de 2012, incentivando a geração compartilhada de energia renovável.

"Se fôssemos produtores individuais, iríamos necessitar de muito mais investimentos e ter maior trabalho, além de precisar lidar com diversas questões burocráticas e tributárias. Na Coober, são 23 pessoas que produzirão e consumirão a própria energia gerada, transformando cada uma em 'prosumidor' (expressão utilizada para denominar as pessoas que produzem e consomem seus produtos)", afirma Raphael.

"Todos nós estamos sendo consultados por pessoas de outras partes do país, que perguntam o motivo pela qual nos lançamos nessa empreitada. A resposta é simples: queremos gerar a própria energia elétrica que consumimos", enfatiza o advogado Raphael. "Nosso maior desafio é o pioneirismo da união de dois universos no Brasil: o cooperativismo e a produção de energia renovável. Nossa influência têm sido as usinas de energia renovável de outros países, em especial da Alemanha, que possui mais de 700 cooperativas de energia instaladas".

A presidente da Coober enumera os benefícios em gerar energia limpa através de condomínios compartilhados:

  • menor valor investido individualmente, uma vez que são 23 investidores;
  • mobilidade na produção, pode-se modificar de endereço sem se preocupar em efetuar mudança dos equipamentos;
  • desenvolvimento de uma cultura de colaboração;
  • melhor escolha/avaliação das opções - maior numero de pessoas pensando com o mesmo objetivo;
  • melhor relação com a concessionária;
  • tratativas mais adequadas de benefícios e isenções fiscais.

De acordo com informação presente no site da Prefeitura de Paragominas, o investimento inicial da Coober é R$ 700 mil a R$ 1 milhão. Na primeira fase, a geração de energia, através da usina de fonte solar fotovoltaica, ficará entre 12.000 e 17.000kWh/ mês, que serão injetados na rede de distribuição da concessionária local (CELPA). Então a concessionária será informada para creditar determinado percentual da energia gerada na unidade consumidora e conceder os devidos descontos na conta de luz dos cooperados, o crédito é baseado segundo a média de consumo de cada cooperado. A usina está instalada no distrito industrial do município, em área de aproximadamente 17.000m².

Tá vendo como o condomínio solar já é realidade hoje no nosso país? Não perca tempo e comece também a utilizar energia limpa mais barata e acessível. 

Fonte: EasyCOOP


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7 passos para uma pequena empresa ser sustentável

Postado originalmente no Linkedin, por Ricardo Voltolini

Sustentabilidade não seria um tema relativo apenas a grandes empresas. Nem sempre sustentabilidade exige investimento financeiro e sim boas inovações que nascem do desejo de fazer diferente. Na maioria dos casos, a economia de custos decorrente de processos simples de ecoeficiência compensa, de longe, eventuais pequenos investimentos.

Todos nós, indivíduos, deixamos uma pegada ecológica, é óbvio que as pequenas empresas também deixam as suas. O tamanho de nossas responsabilidades é exatamente proporcional ao alcance dos impactos que provocamos. Em apoio aos líderes de pequenas e médias empresas que se iniciam nessa caminhada de inserir sustentabilidade no negócio, ainda sem muita informação ou mesmo convicção, criei os “Sete Passos”. Vamos a eles:

PASSO 1 – SUPERE A INÉRCIA

Não resista à ideia de pensar no assunto. Elimine obstáculos mentais. Imaginar que não vai dar certo é a primeira forma de não sair do lugar. Achar que o tema não lhe diz respeito é a segunda forma. Lembre-se: sustentabilidade não é preocupação exclusiva de empresas grandes. É de todas as empresas. E também de todos os indivíduos. Porque todos geramos algum tipo de impacto a outras pessoas e ao planeta.

PASSO 2 – DÊ O PRIMEIRO PASSO

Implantar sustentabilidade, ao contrário do que se imagina, não implica fazer grandes investimentos. Requer, sobretudo, atitude. Se você dirige uma empresa pequena, seus impactos são pequenos. Logo, suas ações não precisarão ser grandes. Comece. Dê o primeiro passo. Os outros virão naturalmente, fortalecidos pela consciência de que trazem bons resultados.

PASSO 3 – IDENTIFIQUE OS IMPACTOS

O que sua empresa está fazendo hoje para garantir o direito das futuras gerações a ar limpo, solo fértil, água potável, clima estável e uma sociedade mais justa? Identifique os impactos que ela gera para o planeta e para a sociedade. Faça, por exemplo, como o Spoleto, há alguns anos, a rede de restaurantes criou o projeto Spoleto 21, promoveu mudanças no desenho e na operação das lojas. O fogão a gás foi trocado pelo fogão elétrico, com redução a zero do consumo de gás. Houve uma diminuição importante do uso de produtos de limpeza e, por tabela, de água. Cerca de 30 lojas/ano estão sendo construídas sob um novo formato. A lucratividade aumentou 7%. Os funcionários receberam aumento por conta das economias geradas. Inspir­-se também no exemplo, pioneiro no Brasil, da DryWash. Fundada em 1994 por Lito Rodriguez, ela foi a primeira empresa do segmento a investir no sistema de lavagem a seco. Vale destacar: uma lavagem normal consome 350 litros; a da DryWash, apenas 200 ml, gerando enorme poupança de água para o planeta, sem nenhum prejuízo da qualidade do serviço prestado ao cliente.

PASSO 4 – ...E REDUZA-OS OU ELIMINE-OS

Se a sua empresa utiliza energia, água ou papel, verifique como se pode economizar tais recursos. Se gera lixo, inicie um sistema de coleta seletiva. Se usa transporte, adote rotas mais econômicas ou combustível mais limpo. Ao contratar, prefira pessoas da comunidade, garanta direitos e um ambiente saudável e seguro, exija compromissos éticos dos fornecedores. Participe da vida da comunidade, estimule o trabalho voluntário, doe, prefira contratar serviços locais. Tome como exemplo o CEBRAC, uma escola de cursos profissionalizantes de Londrina, fundada em 2007. Ela criou uma iniciativa chamada ECO CEBRAC. Desenvolvida por alunos, gestores e colaboradores, seu objetivo é educar a população local para questões de sustentabilidade. Em um único ano, obteve como resultado a coleta de 289 litros de óleo, 800 famílias orientadas, 500 quilos de lixo recolhidos, 150 mudas de árvores plantadas. A ação faz sentido para o negócio da empresa, divulga a marca, estabelece relações com a comunidade e melhora o ambiente de negócio.

PASSO 5 – PRIORIZE

Depois do Passo 4, podem surgir dúvidas se a empresa tem porte, equipe e estrutura para abraçar todas as ações de uma vez. Provavelmente, não. Então, faça um plano. Priorize. Realize aos poucos.

PASSO 6 – EDUQUE OS SEUS PÚBLICOS DE INTERESSE

Implantar sustentabilidade é um ato coletivo. Exige mudança de mentalidade. Eduque funcionários para entender e participar das mudanças, incentive-s, premie-s. Compartilhe princípios com fornecedores e convoque os clientes. Boas ideias podem vir de todos os lados quando nos abrimos para elas. Destaco aqui o caso da Parmê, uma cadeia de restaurantes do Rio de Janeiro, nascida em 1972. Em 2011, ela implantou o projeto Consumo Consciente. Cerca de 2 mil funcionários foram treinados para economizar luz, água e gás; a coletar lixo eletrônico e óleo de cozinha. Clientes foram estimulados a entregar óleo de cozinha. Para tanto, investiu R$ 60 mil em novos equipamentos, no aperfeiçoamento de instalações e em prêmios a funcionários. Os resultados se mostraram muito positivos. A empresa recolheu 800 quilos de lixo eletrônico e 124 mil litros de óleo. Melhor: passou a economizar 30% em energia, 22% em água e 7% em gás, poupança que, no espaço de meses, pagou o investimento inicial.

PASSO 7 – COMUNIQUE O VALOR

Não deixe de comunicar o valor de suas ações de sustentabilidade para todos os públicos de interesse. Sustentabilidade melhora a autoestima dos funcionários. Cria boas relações com fornecedores. Desperta a simpatia dos clientes. Retém talentos. Melhora a imagem. Fortalece o ambiente de negócios. Mire-­se no exemplo da Topema (SP), fabricante de cozinhas profissionais, fundada em 1986. A sustentabilidade entrou em sua estratégia de negócio e abriu novos mercados. Para tornar os seus equipamentos mais ecoeficientes, criou um reciclador de lixo orgânico que reduz em 90% volume de lixo, além de gerar adubo orgânico. Patenteou uma coifa especial que diminui em 50% o consumo de energia elétrica, possibilitando menor emissão de Gases de Efeito Estufa, que aquecem o planeta. O seu novo sistema passou a ser implantado em redes como o Spoleto, o Burger King e o Bob’s.

Fonte: Linkedin.


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