condomínio

Startup recebe R$ 400 mil em Edital de Inovação para a Indústria

Os projetos selecionados terão o suporte de até R$ 400 mil, no formato de prestação de serviços, dos Institutos de Inovação e Tecnologia do Senai para realizar a execução e o desenvolvimento do projeto.

Conheça o primeiro condomínio solar do Brasil

A escolha do Ceará para abrigar esta iniciativa deve-se a sua fama como "A Terra do Sol", com alta incidência de raios solares.

A Prátil é a companhia responsável pelo projeto e decidiu pôr em prática o sistema de compensação de energia, estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) através da resolução 482, que regula a geração distribuída no Brasil, temos um exemplo desse modelo através do aluguel de plantas solares. A resolução permite aos clientes produzirem sua própria energia, mesmo que em local diferente do consumo, com obtenção de créditos na conta de luz. A unidade funcionará como um condomínio, com vários lotes de microgeração que podem ser alugados individualmente para clientes no Ceará conectados à rede da Coelce, empresa de distribuição no estado.

A rede Farmácias Pague Menos será o cliente que alugará todos os lotes instalados na usina solar. A Pague Menos e a Prátil formalizaram um contrato de locação para geração de 1.750 megawatts/hora (MWh) por ano, durante 15 anos, que atenderá 40 lojas no estado do Ceará. A energia gerada pelo condomínio solar será injetada na rede da Coelce, que por sua vez fará a compensação em KWh da energia gerada na conta de luz das lojas das farmácias.

Esta iniciativa não só está em conformidade com a sustentabilidade que buscamos para o nosso negócio, como também contempla um dos tripés das Farmácias Pague Menos, que é o da inovação.

Quanto mais projetos forem realizados a partir de fontes de energia renováveis, como a solar, melhor será o futuro do sistema elétrico do País.

O condomínio solar funciona como a instalação da energia solar em uma residência, mas com a vantagem de o cliente não precisar de espaço para o painel no telhado nem arcar com os custos de instalação e manutenção. Resumindo: O cliente garante o preço da energia antecipadamente e obtém descontos na conta de luz,  já que toda a energia gerada pelos painéis solares é injetada na rede elétrica.

O primeiro condomínio solar do Brasil foi implantado na cidade de Limoeiro do Norte, no Ceará. foram utilizadas 3.420 placas fotovoltaicas, com potência total instalada de 1.060 kWp, o suficiente para abastecer aproximadamente 900 residências todos os dias. O investimento está em torno de 7 milhões de reais.

Condomínio Solar de 1 MW no Ceará para Farmácia Pague Menos


Condomínio Solar de 1 MW no Ceará para Farmácia Pague Menos


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Usina solar será construída em Morrinhos, Goiás

No dia 5 desse mês, a Celg Geração e Transmissão constituiu a Sociedade com Propósito Específico (SPE), em cooperação com a Construtora Villela Carvalho destinado a construção de uma usina fotovoltaica na subestação Planalto, localizada em Morrinhos.

A administração da Usina ficará da responsabilidade do Planalto Solar Park, que detêm 51% das ações. A empresa japonesa Kyocera Brasil será a fornecedora das placas para a produção da energia solar enquanto a Celg G&T, cuja participação acionária será de 49%, ficará responsável pelo financiamento do empreendimento.

A Sociedade com Propósito Específico investirá R$ 35 milhões na construção da Usina e prevê termino das obras em aproximadamente seis meses. O novo presidente da Celg G&T, Fernando Navarrete, ratifica o pioneirismo do Estado. “O Estado mais uma vez é pioneiro na execução de empreendimentos inovadores, neste momento na geração de energia renovável”, declara.

A usina construída em Morrinhos será a primeira das seis usinas previstas para serem construídas em Goiás dentro de 2017. Segundo o governador do Estado, Marconi Perillo, a Celg G&Tvai entregar uma receita de R$ 130 milhões até o meio do ano, que seria de R$ 150 milhões caso não houvesse atraso na entrega de algumas obras. 

A energia fotovoltaica é gerada a pela radiação solar natural, sendo uma das fontes de energia mais acessíveis e limpas.

A construção dessa forma de produção de energia poderá diminuir a necessidade do uso de usinas termelétricas, que são mais caras e mais poluentes.

O governador ressaltou que a energia fotovoltaica é uma das fontes mais limpas acessíveis. “Seu uso é bastante promissor no Brasil, e em especial no Centro-Oeste, pelos altos índices de insolação e outras condições climáticas”, salientou.

Fonte: Tatiane Barbosa para Diário da Manhã.


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Diminuição de até 90% na fatura de energia motiva o uso da energia solar

Sustentabilidade e capacidade de economizar na conta de luz são alguns dos atrativos desse tipo de energia.

Economia colaborativa, uma saída na crise

o Brasil lidera o desenvolvimento da economia compartilhada na América Latina.

40 farmácias da rede Pague Menos são abastecidas por condomínio solar

Esse é o primeiro condomínio solar no Brasil funcionando através da geração distribuída. 

Furtos de placas de energia solar na BR-153

Furtos de placas de energia solar obriga concessionária a retirar painéis de sinalização da BR-153. A Galvão Rodovia, concessionária da BR, retirou nesta quarta-feira (13) o painel de sinalização colocado próximo ao desvio do viaduto do km377+100, que passa sobre a GO-080, em São Francisco de Goiás.

Após o furto da placa de energia solar, painel de sinalização eletrônica é retirado do local.

Após o furto da placa de energia solar, painel de sinalização eletrônica é retirado do local.

A decisão ocorreu após o furto das placas de energia solar usado para acender os painéis. "O local, estava devidamente sinalizado com redutores de velocidade, placas de sinalização vertical, supercones e Painéis de Mensagem Variável (PMVs) para orientar os motoristas, teve que passar por readequações, visando evitar novos furtos.!, justificou a concessionária, que manterá no local somente os outros sinalizadores de lata.

Exatamente e infelizmente prevendo esses tipos de ocorridos que a Cosol optou por contratar uma empresa de segurança 24h, para evitar vandalismos e furtos nas nossas usinas solares. Cada usina terá, também, sua própria equipe de manutenção 24h.

Fonte: Portal6.


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Conselho Mundial de Energia debate soluções energéticas para América Latina

Os cenários energéticos da América Latina até 2035 começaram a ser debatidos hoje (12) no Seminário regional: cenários energéticos na América Latina, promovido pelo Comitê Brasileiro do Conselho Mundial de Energia (CME). O evento ocorre na Universidade Petrobras, no Rio de Janeiro.  

Fontes de energia

Presidente do Comitê Brasileiro do CME, Norberto de Franco Medeiros informou que os cenários em discussão abrangem, entre outros temas, preços do petróleo no mercado internacional, energias alternativas, água versus energia e implicações da 21ª Conferência do Clima (COP 21) no setor de energia

A COP 21 foi realizada em dezembro do ano passado, em Paris, e resultou na assinatura de um acordo global firmado por 195 países para reduzir as emissões de gases poluentes na atmosfera.

Energias renováveis

Medeiros disse que o setor enfrenta atualmente não um problema, mas um “trilema”. “Ao mesmo tempo, o mundo tem de suprir a demanda crescente, tem de ligar dois bilhões de pessoas que não têm energia sob a forma comercial e, além disso, tem de proteger o meio ambiente. Esse é o grande dilema do setor”, afirmou.

De acordo com o presidente, entre os principais pontos do setor de energia para 2016 estão as energias renováveis, incluindo hidráulicas, que representam hoje 30% de toda a capacidade instalada do mundo e 23% da produção de energia. Segundo ele, isso ocorreu porque, nos últimos dez anos, cresceu muito a energia solar e eólica.

Para Norberto Medeiros, “a energia renovável é um grande negócio”. Ele acrescentou que, no ano passado, os investimentos nessa área bateram recorde. Foram aplicados US$ 286 bilhões em 154 gigawatts (GW) de novas usinas de fontes renováveis, sendo 76% de fonte eólica e solar. Conforme o presidente, a tendência de curto prazo é aplicar nessas duas fontes.

Energia nuclear

Norberto Medeiros disse acreditar que o mundo vai continuar usando energias fósseis. “É muito difícil substituir completamente a produção de carvão dos países ricos. Vamos fazer usinas de carvão menos poluidoras, tentar captar o carbono, fazer o diabo para melhorar isso. Na China e nos Estados Unidos, que têm muita energia elétrica por meio do carvão, é muito difícil (substituir). Outra coisa é o petróleo. Com todos os carros do mundo, vamos continuar procurando coisas para modificar, mas não é simples”.

Segundo o presidente do comitê, a energia nuclear também ganhará ênfase nos próximos anos. “Vamos chegar a um ponto em que vamos usar mais nuclear.”

Durante o seminário latino-americano, que se estenderá até amanhã (13), o Brasil lançará seu programa Jovens Líderes de Energia, à semelhança do que tem o CME, que já reúne 50 países. Medeiros destacou que, de três em três anos, o CME organiza um grande congresso mundial que, em 2016, ocorrerá em Istambul, na Turquia. Paralelamente, ocorrerá um encontro dos jovens líderes. “É o pessoal se preparando para o futuro na área de energia”, concluiu o presidente do comitê brasileiro.

Fonte: Agência Brasil.


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Sistemas Híbridos PV/T (PHOTOVOLTAIC / THERMAL)

A redução da eficiência elétrica dos módulos fotovoltaicos, devido ao seu aumento de temperatura pode ser parcialmente evitada pelo resfriamento com a água ou com o ar. O aquecimento dos módulos fotovoltaicos é resultado principalmente da radiação solar absorvida que não é convertida em eletricidade e a refrigeração dos módulos pode ser considerada  interessante para manter a eficiência elétrica em um nível satisfatório. A circulação de ar natural ou forçado é um método simples e barato para remover o calor dos módulos fotovoltaicos, mas é menos eficaz se a temperatura do ar ambiente é superior a 20°C, como é usual por muitos meses em países de baixa latitude.

O resfriamento com a utilização da água é mais caro do que a com o uso do ar, mas é considerado prático, como a temperatura da água de abastecimento se mantém em aproximadamente 20°C durante quase todo o ano. O modo usual de arrefecimento por água é o de circulação através de um permutador de calor em contato térmico com a superfície traseira do módulo fotovoltaico, para evitar a pressão e problemas elétricos.

Se o fluido de extração de calor é utilizado não só para o arrefecimento do módulo fotovoltaico, mas também para outras aplicações práticas, estes dispositivos constituem os sistemas solares fotovoltaicos híbridos – PVT ou PV/T (Photovoltaic / Thermal). Nestes dispositivos os módulos fotovoltaicos e as unidades térmicas são montados em conjunto e os sistemas podem converter simultaneamente radiação solar em eletricidade e calor.  Os sistemas PV/T fornecem uma saída de energia mais elevada do que os módulos fotovoltaicos padrões e podem ser rentáveis se o custo adicional da unidade térmica for baixa.

Essa ideia de combinar a tecnologia fotovoltaica com térmica, de acordo com a literatura sobre sistemas PV/T incluem várias obras e entre as primeiras, há o artigo de Kern e Russel (1978) com o título de “Combined photovoltaic and Thermal Hybrid Collector Systems”.

Em sistemas PV/T a unidade térmica que utiliza a água como fluido, necessita de uma bomba e de tubos externos para circulação do líquido e constituem desta forma o sistema completo que extrai o calor do módulo fotovoltaico e encaminha a água para o seu uso final. Para a unidade elétrica com o sistema fotovoltaico, além dos módulos PV/T, seus componentes são os dispositivos de proteção, o inversor de frequência e os demais materiais necessários para o perfeito funcionamento do sistema.

Exemplo de instalação de um sistema híbrido PV/T:

Exemplo construtivo de um módulo PV/T:

Fonte: SolarWall, Solar Choice


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