condomínio solar

Fazenda solar é a nova aposta do mercado brasileiro

Fazenda solar é a nova aposta do mercado brasileiro

Desde de 2012 o sistema de compensação de energia elétrica gerada por micro sistemas instalados no telhado de cada residência ou comércio, tem sido alvo de grandes investimentos. A mudança regulatória em 2016 trouxe a opção de cidades verticais vir a também serem beneficiada por este tipo de geração, porém remota.

Em um elegante bairro de Bankok, moradores comercializam energia com Blockchain

No bairro de Bangkok, moradores estão experienciando uma plataforma de mercado de energia renovável que possibilita a compra e venda de eletricidade entre si, assinalando a gradual popularidade de sistemas como painéis solares que encontram-se mais baratos.

O plano inicial no centro da capital da Tailândia está dentro das maiores plataformas de comércio de energia renovável do mundo usando blockchain,  em conformidade com as empresas envolvidas.

Fonte: canva

Fonte: canva

O plano considera uma capacidade conjunto de geração de 635 KW, que consegue ser distribuída por intermédio da rede elétrica da cidade de Bangkok, entre um shopping center, uma escola, um clínica odontológico e um grupo de apartamentos.

Os procedimentos comerciais iniciarão no seguinte mês, disse David Martin, diretor administrativo da Power Ledger, uma organização australiana que desenvolve tecnologia para o âmbito de energia e é parceira do programa.

"Ao permitir o comércio de energia renovável, a comunidade atende às suas próprias demandas de energia, levando contas menores para os compradores, melhores preços para os vendedores e uma menor pegada de carbono para todos", disse ele.

"Isso encorajará mais consumidores a mudar para a energia renovável, já que o custo pode ser compensado com a venda de energia excedente para os vizinhos", disse ele à Thomson Reuters Foundation.

Os bairros de Nova York a Melbourne estão ampliando a maneira como a energia é desenvolvida e vendida, com painéis solares, mini-redes e medidores inteligentes que possibilitam medir no momento em que a energia é consumida em vez do consumo geral.

O Conselho Mundial de Energia presume que essa energia descentralizada crescerá nas imediações de um quarto do mercado em 2025, ante 5% hoje.

Para ajudar, o  blockchain, a tecnologia de contabilidade distribuída que sustenta a moeda bitcoin, é que apresenta uma forma transparente de manobrar por meio de transações complexas entre usuários, produtores e até mesmo comerciantes e utilitários.

O Blockchain também salva o trabalho penoso de alternar entre enviar e receber energia, disse Martin.

Para o comandante no sofisticado bairro de Sukhumvit em Bancoc, a eletricidade realizada por cada um dos quatro locais será primeiramente usada para eles. O Excesso de energia pode tornar-se comercializado para os demais através do sistema de negociação.

Se houver um excedente de todos os quatro, este será vendido para o sistema local de armazenamento de energia e para a rede no futuro,disse Gloyta Nathalang, porta-voz da empresa de energia renovável tailandesa BCPG, que instalou os medidores e painéis solares.

A Tailândia é a principal desenvolvedora de energia renovável do Sudeste Asiático e visa que ela assuma 30% do consumo final de energia até 2036.

O ministério da energia incentivou programas sociais de energia renovável para reduzir o uso de combustíveis fósseis, e o regulador está estabelecendo novas regras para facilitar o comércio de energia.

A Autoridade Metropolitana de Eletricidade de Bangkok pressupõe que“o comércio de energia de pessoa para pessoa se tornará  convencional para geração de energia a longo prazo”, disse um porta-voza repórteres.

A BCPG, em parceria com a desenvolvedora imobiliária tailandesa Sansiri, programa estabelecer sistemas similares de comercialização de energia com painéis solares e blockchain para uma capacidade total de 2MW até 2021, disse Gloyta.

"Há oportunidades em todos os lugares - não apenas nas cidades, mas também em ilhas e áreas remotas onde o fornecimento de eletricidade é um desafio", disse ela.

O comércio de energias renováveis está se inovando, de forma a acrescentar a tecnologia a um sistema de compra e venda de energia através de moedas virtuais. O que possibilita uma rede de negócio segura para a comercialização de energia.

A COSOL, marketplace da geração distribuída de energia renovável, viabiliza o gerenciamento dessa energia com altas tecnologias. Conheça nosso site e fature com energias renováveis.

Fonte: Reuters

Startup recebe R$ 400 mil em Edital de Inovação para a Indústria

Os projetos selecionados terão o suporte de até R$ 400 mil, no formato de prestação de serviços, dos Institutos de Inovação e Tecnologia do Senai para realizar a execução e o desenvolvimento do projeto.

Conheça o primeiro condomínio solar do Brasil

A escolha do Ceará para abrigar esta iniciativa deve-se a sua fama como "A Terra do Sol", com alta incidência de raios solares.

A Prátil é a companhia responsável pelo projeto e decidiu pôr em prática o sistema de compensação de energia, estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) através da resolução 482, que regula a geração distribuída no Brasil, temos um exemplo desse modelo através do aluguel de plantas solares. A resolução permite aos clientes produzirem sua própria energia, mesmo que em local diferente do consumo, com obtenção de créditos na conta de luz. A unidade funcionará como um condomínio, com vários lotes de microgeração que podem ser alugados individualmente para clientes no Ceará conectados à rede da Coelce, empresa de distribuição no estado.

A rede Farmácias Pague Menos será o cliente que alugará todos os lotes instalados na usina solar. A Pague Menos e a Prátil formalizaram um contrato de locação para geração de 1.750 megawatts/hora (MWh) por ano, durante 15 anos, que atenderá 40 lojas no estado do Ceará. A energia gerada pelo condomínio solar será injetada na rede da Coelce, que por sua vez fará a compensação em KWh da energia gerada na conta de luz das lojas das farmácias.

Esta iniciativa não só está em conformidade com a sustentabilidade que buscamos para o nosso negócio, como também contempla um dos tripés das Farmácias Pague Menos, que é o da inovação.

Quanto mais projetos forem realizados a partir de fontes de energia renováveis, como a solar, melhor será o futuro do sistema elétrico do País.

O condomínio solar funciona como a instalação da energia solar em uma residência, mas com a vantagem de o cliente não precisar de espaço para o painel no telhado nem arcar com os custos de instalação e manutenção. Resumindo: O cliente garante o preço da energia antecipadamente e obtém descontos na conta de luz,  já que toda a energia gerada pelos painéis solares é injetada na rede elétrica.

O primeiro condomínio solar do Brasil foi implantado na cidade de Limoeiro do Norte, no Ceará. foram utilizadas 3.420 placas fotovoltaicas, com potência total instalada de 1.060 kWp, o suficiente para abastecer aproximadamente 900 residências todos os dias. O investimento está em torno de 7 milhões de reais.

Condomínio Solar de 1 MW no Ceará para Farmácia Pague Menos


Condomínio Solar de 1 MW no Ceará para Farmácia Pague Menos


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Usina solar será construída em Morrinhos, Goiás

No dia 5 desse mês, a Celg Geração e Transmissão constituiu a Sociedade com Propósito Específico (SPE), em cooperação com a Construtora Villela Carvalho destinado a construção de uma usina fotovoltaica na subestação Planalto, localizada em Morrinhos.

A administração da Usina ficará da responsabilidade do Planalto Solar Park, que detêm 51% das ações. A empresa japonesa Kyocera Brasil será a fornecedora das placas para a produção da energia solar enquanto a Celg G&T, cuja participação acionária será de 49%, ficará responsável pelo financiamento do empreendimento.

A Sociedade com Propósito Específico investirá R$ 35 milhões na construção da Usina e prevê termino das obras em aproximadamente seis meses. O novo presidente da Celg G&T, Fernando Navarrete, ratifica o pioneirismo do Estado. “O Estado mais uma vez é pioneiro na execução de empreendimentos inovadores, neste momento na geração de energia renovável”, declara.

A usina construída em Morrinhos será a primeira das seis usinas previstas para serem construídas em Goiás dentro de 2017. Segundo o governador do Estado, Marconi Perillo, a Celg G&Tvai entregar uma receita de R$ 130 milhões até o meio do ano, que seria de R$ 150 milhões caso não houvesse atraso na entrega de algumas obras. 

A energia fotovoltaica é gerada a pela radiação solar natural, sendo uma das fontes de energia mais acessíveis e limpas.

A construção dessa forma de produção de energia poderá diminuir a necessidade do uso de usinas termelétricas, que são mais caras e mais poluentes.

O governador ressaltou que a energia fotovoltaica é uma das fontes mais limpas acessíveis. “Seu uso é bastante promissor no Brasil, e em especial no Centro-Oeste, pelos altos índices de insolação e outras condições climáticas”, salientou.

Fonte: Tatiane Barbosa para Diário da Manhã.


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Diminuição de até 90% na fatura de energia motiva o uso da energia solar

Sustentabilidade e capacidade de economizar na conta de luz são alguns dos atrativos desse tipo de energia.

Economia colaborativa, uma saída na crise

o Brasil lidera o desenvolvimento da economia compartilhada na América Latina.

40 farmácias da rede Pague Menos são abastecidas por condomínio solar

Esse é o primeiro condomínio solar no Brasil funcionando através da geração distribuída. 

A geração energética sustentável

Mais da metade da capacidade energética gerada em todo o planeta foi produzida de usinas eólicas e solares, pela primeira vez, em 2015.  

Comparando 2015 e 2014, o crescimento do uso de energia limpa foi de 110,76%.

Comparando 2015 e 2014, o crescimento do uso de energia limpa foi de 110,76%.

Os dados são fornecidos pelo Relatório Mundial "Renováveis 2016", publicado pela rede mundial de políticas em energia renovável (REN21). As usinas solares e eólicas estão competindo com vantagens sobre as hidrelétricas, por necessitarem de menor investimento, serem construídas mais rapidamente do que as grandes barragens e serem menos agressivas ao meio ambiente.

As usinas hidrelétricas que geram energia renovável predominam no Brasil como sendo fontes geradoras de eletricidade, fato positivo do ponto de vista do aquecimento global porém, geram significativos impactos negativos ao meio ambiente no local onde são construídas as barragens, afetando os ecossistemas, a sua fauna e flora. 

A recusa do IBAMA em fornecer a licença ambiental ao projeto da Usina Hidrelétrica de São Luiz de Tapajós deve reprimir a questão sobre o represamento de grandes rios para a construção desses empreendimentos que provocam grandes impactos sociais e ambientais. Pode ser o primórdio para umas renovada época, uma vez que o custo em queda da instalação de energias renováveis, como a solar e a eólica, torna essas fontes mais vantajosas do ponto de vista econômico. 

A reprodução de investimentos da área privada por todo país em fontes renováveis indica que o processo de conversão do sistema energético tomou um destino irreversível. A energia solar é a fonte com maior potencial de expansão por causa de às características do país que possui alta exposição aos raios solares ao longo de todo ano, e por toda sua extensão.

Pesquisas do Plano Nacional de Energia (PNE,2050), em elaboração pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), estimam que 18% dos domicílios em 2050 contarão com geração fotovoltaica.

Deve-se considera que esse é um modelo de energia que pode ser produzida nas residências com a instalação de painéis solares nos telhados, ou através de lotes em condomínios solares que são mais acessíveis devido diminuição dos custos das células fotovoltaicas. No início de agosto a empresa cearense Santelisa Embalagens tornou-se a primeira indústria brasileira movida totalmente pela energia solar, obtida de 9.231 painéis fotovoltaicos instalados ao lado da unidade. 

A energia eólica aparece em seguida como alternativa energética do futuro. No Brasil, a geração de energia gerada pelos ventos teve grande multiplicação nos últimos anos. Comparando o ano de 2015 e 2014, o crescimento foi de 110,76% e entre o primeiro semestre de 2016 e mesmo período do ano passado houve aumento de 55%, de acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). E neste ano a geração de energia eólica aumentou 55% somente no primeiro semestre em relação com os mesmos meses de 2015.

Um das grandes desafios enfrentados pela humanidade é o aquecimento global, criado pelo gases do efeito estufa como o CO2 sendo o resultado da utilização de combustíveis fósseis. Como a sustentabilidade do mundo está em perigo, o uso de fontes alternativas é o melhor opção que se apresenta no momento, e dentre estas, a solar e a eólica são a mais acessíveis e estão se tornando mais viáveis economicamente. 

O sistema energético brasileiro para ser sustentável precisa, obrigatoriamente, de mais investimentos, melhorando sua eficiência e dotando o matriz energética de redes inteligentes que possam integrar as várias modalidades (eólica, solar, hídrica) o partir da produção até o consumo. O investimento em pesquisa é necessário a fim de que aumente a eficiência e diminuía o custo da produção e instalação das usinas de fontes alternativas. 

Fonte: Pensamento Verde.


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O que preciso saber antes de utilizar a energia solar?

Se você possui interesse pela energia fotovoltaica, confira as vantagens e os esclarecimentos necessários para você saber mais sobre essa fonte de energia maravilhosa!