crescimento potêncial

Energia Brasileira

Energia Brasileira

Entenda a matriz enérgetica Brasileira. 

Noruega e os veículos elétricos

Noruega e os veículos elétricos

Autoridades esperam que a venda de carros elétricos consiga ocupar em 100% o mercado em 2025.

A energia solar está iluminando a África

Na Tanzânia, a tecnologia limpa está aumentando a produtividade e os rendimentos, e economizando custos.

Créditos de imagem: Energy4Impact

Elizabeth Julius trabalha desde o amanhecer até o pôr do sol para conseguir suprir as despesas das sua família através do seu trabalho de costureira. Tendo o apoio do seu marido e dois filhos em uma aldeia na Tanzânia, Elizabeth era obrigada a colocar a agulha e linha a cada dia, porém por diversas vezes a escuridão caia.

Isso tudo mudou três anos atrás, quando ela foi apresentada à Energy 4 Impact, uma organização com sede em Londres que trabalha na África para garantir o acesso à energia e promover o empreendedorismo para mulheres empobrecidas.

Com orientação da Energy 4 Impact, Elizabeth pegou um empréstimo bancário de US $ 500 (aproximadamente R$ 1.636,31) e passou a utilizar energia solar. Mas isso foi apenas o começo. "A energia solar mudou completamente minha vida", diz Elizabeth.

Agora capaz de continuar trabalhando ao longo das horas do dia e poder aumentar sua renda, ela deu um passo além e tomou um empréstimo para expandir seu negócio de alfaiataria. Hoje, ela opera uma barbearia, possui facilidade de carregamento de telemóvel, e uma loja geral tudo isso alimentado pela energia solar. Ela se sente "mais produtiva do que nunca", disse ela. Em média, ela faz US $ 25 (R$ 81,82) por dia.

Energy 4 Impact, em conjunto com o Departamento de Estado dos EUA, espera ajudar 400 mulheres a se tornar empreendedoras solares até 2020, disponibilizando treinamento e finanças. Eles também visam fornecer para 360.000 pessoas no Quênia e na Tanzânia acesso à energia solar.

De acordo com a organização, as mulheres e meninas são mais afetadas pela "pobreza energética",pois precisam passar horas todos os dias recolhendo lenha, cozinham sobre fogões esfumaçados, e fazendo tarefas domésticas, tudo isso em pouca ou nenhuma iluminação.

Na Tanzânia, apenas 21% da população tem acesso à rede elétrica, e quase 70% da população do Quênia e 95% da Tanzânia dependem de lenha, carvão e esterco para cozinhar, de acordo com o Energy 4 Impact. Todos os anos, quase 18.9000 mortes na Tanzânia são atribuídas à inalação de fumaça e incêndios.

Desde 2013, Energy 4 Impact tem ajudado 1.400 empresas na África Oriental. Mas conseguir equipamentos de qualidade para esses empreendedores ainda é um desafio, disse Godfrey Sanga, gerente de programa da Energy 4 Impact.

"Má qualidade e produtos de qualidade inferior ou falsos é um dos principais fatores que desencorajam as pessoas de usar as tecnologias de energia limpa, devido a falhas freqüentes e desempenho geral ruim", disse Sanga.

Para garantir padrões elevados, Energia 4 Impacto trabalha com uma série de iniciativas e modelos de negócios que incluem a prestação de assistência financeira e técnica para o off-the-grade em fase de arranque e investigação em curso sobre as estruturas de financiamento de maior impacto.

E a educação é a chave. Energy 4 Impact espera aumentar a conscientização sobre a pobreza energética em toda a Tanzânia e realizar fóruns contínuos com mulheres e grupos de jovens.

"Ao mostrar empresas de sucesso e demonstrar os benefícios usando as tecnologias limpas no aumento da produtividade, renda e economia de custos, espera-se que muitas pessoas estarão interessadas em adaptá-las e usá-las em suas vidas para si e suas famílias", disse Sanga.

Elizabeth diz que seu negócio está crescendo, em grande parte graças a este tipo de iniciativas de educação. Não tenho nada de que reclamar, disse ela. "Praticamente todos na aldeia estão felizes com o que estamos fazendo, e nossos serviços são exclusivamente solar".

Fonte: Remy Tumin para Takepart.


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Energia solar estimula empregos e crescimento para o Brasil

Estamos acostumados a associar a ideia de Brasil tal como exuberante em belezas e recursos. Porém, atualmente uma crise hídrica trouxe precaução para todos. Os leitos dos rios vazios acarretaram expressivo impacto na vida da população e igualmente da economia. 

Grande parte disto se deve ao fato de que aproximadamente 70% da nossa energia ainda ser proveniente de hidrelétricas. Esse é o instante perfeito para aproveitarmos com qualidade tudo que a natureza no oferece, criando alternativas e impulsionando fontes de energia limpas e sustentáveis

São inúmeros os benefícios que fazem estimulam que o mundo a utilizar cada vez mais a energia fotovoltaica. Além de renovável e não poluente, por exemplo, esta opção tem originado um número de empregos significativos. Hoje em dia estima-se que existam operando de modo direto com energia solar 2,8 milhões de trabalhadores no mundo. 

A expectativa é de que nos próximos anos 90 mil novos empregos sejam gerados a fim de atender a crescente demanda brasileira. Isto porque, até 2050, a suposição do Plano Nacional de Energia é de que 13% da demanda nacional seja suprida com energia solar.

Países melhores desenvolvidos investem há anos nessas fontes alternativas de energia, mais inteligentes e sustentáveis. O Brasil, por sua vez, necessita se espelhar nessas iniciativas, valorizando quem pesquisa uma atitude mais consciente para com o planeta. É fundamental perceber que a população já caminha nesse rumo. 

Dados da ANEEL mostram que a geração distribuída, aquela gerada pelo próprio usuário, cresceu 308% em 2016. Isto se deve, especialmente, a diminuição nos custos desta tecnologia e a elevação nas tarifas de eletricidade. 

Possuímos um futuro surpreendentemente promissor aproveitando a incidência solar para gerar energia. Somos vistos como uma potência por toda a América Latina e, para tanto, é essencial que a população faça utilização em uma escala progressiva dessa forma de energia e que cobre dos seus governantes medidas que caminham também nessa direção.

Juntos conseguiremos ser um País referência em energia limpa!

Fonte: Economia SC,  por Gilberto Vieira Filho.


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Conheça os países lideres em utilização da energia solar

Saiba quais são os países que mais utilizam a energia solar.

O crescimento da energia solar já é perceptível no Brasil

O Bondinho do Pão de Açúcar passou o ser alimentado por energia solar.

O crescimento da energia solar está reinventando o mundo dos negócios

A expansão das fontes renováveis, especificamente a solar, criou um negócio repleto de possibilidades e ocasionou o surgimento de novos e diferentes modelos de mercado mundo afora. Capitaneados por empresas e startups, os novos formatos ocorrem dentro do vazio deixado pelas fontes renováveis ao libertar consumidores das distribuidoras e aproveitam as viabilidades trazidas através do avanço da geração compartilhada de energia. 

Desde usinas solares comunitária a locação de placas solares, o maior parte desses negócios está nascendo no embalo da popularização dessa fonte. Entretanto não é à toa. A energia solar é o matriz que mais avança mundialmente. No Brasil, até 2050, 18% dos domicílios brasileiros contarão com geração fotovoltaica, de acordo com projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

 

Os chamados consumidores "sem telhado"

No entanto o usuário não necessita instalar placas solares no seu telhado para conseguir os benefícios da energia solar. Aproveitando as mudanças nas regras da geração distribuída no país, que permite a compensação através da geração remota de energia, os condomínios solares comercializam cotas em uma usina solar, onde o cliente pode adquirir certa quantidade de lotes solares e se torna dono de uma fatia da usina solar sem os ônus da gestão do negócio. A energia produzida lá é compensada na conta de luz da cliente.

A recente resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) destinado o a geração distribuída no Brasil, possibilita que a equivalência de energia na tarifa seja ocorra através de geração remota, ou seja, os consumidores conseguem gerar sua própria energia a fim de obter de créditos na conta de luz em local diferente do ponto de consumo, desde que este lugar seja de domínio da mesma concessionária de energia. Essa possibilidade, que não existia antes, trouxe oportunidades de negócio para atender os chamados consumidores “sem telhado”.

 

Exemplos de empresas que lucram com energia solar

No Brasil, a startup COSOL atua facilitando a intermediação entre consumidores de energia, que desejam obter economia nas suas contas e energia com empresas que possam construir as usinas instaladas nos condomínios com o preço mais favorável possível e que dificilmente se encontrariam sem essa plataforma para a conexão. Para os consumidores é possível alugar ou comprar lotes nos condomínios.

Em Nova York, outra startup, a Transactive Grid, está testando um programa de distribuição direta de energia entre consumidores que fazem o uso de energia solar. A corporação desenvolveu um sistema para comercialização que une produtores e compradores de energia solar sem intermediação das empresas. Um software da startup usa a oscilação entre a oferta e a demanda para limitar os preços da energia.

Uma empresa do Texas, EUA fatura através do comércio de carregadores de celulares movidos a energia solar. Dentro de um planeta cada vez mais conectado, a NRG aluga tótens portáteis para estabelecimentos que desejam atender a urgência de seus clientes cujos aparelhos eletrônicos ficaram sem carga.

Durante o tempo que alguns desses serviços nasceram do zero, outro são efeito de um analise atenta de alguma empresas para novos nichos do mercado. Foi o que fez , por exemplo, a empresa sueca Ikea. Além do móveis e objetos de decoração, as clientes inclusive encontram painéis solares residenciais nas lojas da rede espalhadas pela Europa. A ação começou em 2013 pelas unidades do Reino Unido, depois de um estudo feito pela empresa onde observou-se que um em cada três britânicos disse que prezaria por investir em energia solar. O kit custa aproximadamente 5.150 euros, a equivalente a R$ 18,8 mil.

Referência: ANEEL; Gazeta do Povo.


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InterSolar expõe os principais desafios para o setor de energia solar no Brasil

Especialistas se encontraram na quinta conferência Intersolar South America 2016.

Pesquisadores afirmam a importância da energia solar no Brasil

Durante um evento foi exposto o valor da energia solar, pelos pesquisadores Mario Siqueira e Cristiano Trein, sendo destacado o potencial energético do Brasil e os investimentos que ainda são necessários para que possamos ser referência no quesito energia solar.

Os pesquisadores Mario Benjamin Baptista de Siqueira, Professor da Universidade de Brasília (UnB) e doutor em Engenharia Civil e Ambiental pela Universidade de Duke (Carolina do Norte), ressaltou à cerca da energia heliotérmica, que atinge no que se refere ao aproveitamento da energia solar pela rota térmica. E o pesquisador e doutor em Engenharia Aerodinâmica de Pontes Super Longas pela Universidade de Kyoto (Japão), Cristiano Augusto Trein, contribuiu reforçando a relevância da produção de energia solar através do uso das placas fotovoltaicas. Esse debate ocorreu em um evento, na última quinta-feira (11.08), que teve como propósito possibilitar a integração dos países da América Latina e Caribe para debater táticas e alternativas no que referente à geração de energia.

Energia heliotérmica

De acordo com Siqueira, na visão comercial a energia heliotérmica ainda não é uma realidade no Brasil, porém, através de pesquisa,s que já são executadas, que tenha a finalidade de que possibilitar que essa forma de geração de energia possa ser aplicada no país é que a atual matriz energética brasileira poderá ser ampliada.

“Estamos aprendendo bastante sobre o que é e como funcionaria no Brasil a energia heliotérmica. Os resultados têm sido bastante promissores. A tecnologia utilizada para sua instalação ainda é muito cara. Porém, para que a geração de energia heliométrica no Brasil aconteça são necessários outros fatores e a expectativa é de que daqui a algum tempo este preço seja reduzido e ela passe a ser competitiva em relação às demais. Por ela ser gerada através do calor, o Brasil é um local para grande aproveitamento”, destacou Siqueira.

Apesar de ainda não ser uma realidade no Brasil, a energia heliométrica já desabrochou em países como a Espanha e os Estados Unidos (EUA), além de estar em processo de desenvolvimento e construção, no norte da África, Oriente Médio e África do Sul, que também são locais que apresentam ótimos índices de radiação para produção deste tipo de energia.

“Precisamos nos prepara para o que vier futuramente. Não podemos ficar fora desta realidade. Com o passar do tempo esta tecnologia será necessária e se não estivermos preparados podemos acabar dependentes de tecnologia internacional. O Brasil tem que se preparar para um contexto que está próximo de ser realidade”, destacou Mario Siqueira.

Placas fotovoltaicas

Referente a geração de energia solar através da utilização de placas fotovoltaicas, o pesquisador Cristiano Trein explica que é uma realidade já existente no país. “O Brasil tem um potencial muito grande de energia solar. O nosso país está em uma zona de maior potencial em relação aos demais países. Além disso, a energia solar também compreende uma indústria de amplo conteúdo tecnológico e de geração de emprego e renda. Investir nesta cadeia de produção é investir em melhoria para a população e inclusão social”, reforçou Trein.

Apesar do Brasil ser possuir um grande potencial de energia solar, o pesquisador destaca que o investimento para implantação dos equipamentos ainda é alto. “O investimento inicial é alto para os padrões brasileiros. Se compararmos a geração centralizada, que são as das grandes hidrelétricas, de energia eólica, que são contratadas em leilões de energia, a solar não é tão competitiva em relação às demais. Porém quando se tratar da utilização, esta passa a ter elementos mais competitivos”.

Porém uma alternativa, para o barateamento da geração de energia solar, são os condomínios solares, que por serem construídos de forma colaborativa, proporcionam economia de escala, além de não necessitarem de instalações individuais no telhado, o que contribui na redução dos custos. 

Referência: MT Agora.


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O que levou a Tesla a comprar a SolarCity?

Nesta segunda-feira (01/08), foi confirmado que a Tesla e a SolarCity farão uma fusão das empresas, num um negócio cujo valor total é de US$ 2,6 bilhões.

tesla + energia solar + economia

Adam Sarham, CEO da 50 Park Capital, diz que Elon Musk, maior acionista das duas companhias, não possuia outra alternativa para salvá-las das enormes déficits que carregam em suas contas. No ano passado, a marca de carros elétricos teve perdas de quase US$ 900 milhões, ao passo que a companhia de painéis solares sofreu um rombo perto de US$ 60 milhões. Com a união, seria mais fácil administrar as instituições.

A nova Tesla terá como propósito ser líder no negócio de energia renovável, já que terá três produtos principais: painéis solares, bateria recarregável para aplicações pesadas e carros elétricos. O comércio de energia solar é bastante promissor e, o cada ano, os custos por watt gerado diminuem cada vez mais, numa proporção inversa a das compras de geradores por parte dos consumidores.

Os 30 mil funcionários da SolarCity irão se juntar à Tesla e o custo de aquisição de clientes para o negócio de painéis solares vai diminuir – a conta chegava a 30% do custo de instalação do produto propriamente dito –, visto que usará a rede de distribuição da Tesla com 190 pontos de venda. Através disso, Musk, o CEO da montadora, prognostica uma economia de US$ 150 milhões no primeiro ano, numa estimativa conservadora.

Para Zachary Shahan, que escreve para o Clean Technica e e dono de ações nas duas companhias, a Tesla vai auxiliar o propiciar mais visibilidade para os negócios da SolarCity, visto que esta era bem conhecida nos Estados Unidos, mas não em outras regiões do planeta. Para ele, a nova instituição é maior que o soma das partes, graças à sinergia o ser alcançada no negócio.

Fonte: Canaltech.

 


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