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Sustentabilidade energética para médias e pequenas empresas

Os custos da energia tendem o subir cada vez mais, podendo chegar, até 2020, ao acréscimo de pelos menos 9% ao ano. 

A energia solar está iluminando a África

Na Tanzânia, a tecnologia limpa está aumentando a produtividade e os rendimentos, e economizando custos.

Créditos de imagem: Energy4Impact

Elizabeth Julius trabalha desde o amanhecer até o pôr do sol para conseguir suprir as despesas das sua família através do seu trabalho de costureira. Tendo o apoio do seu marido e dois filhos em uma aldeia na Tanzânia, Elizabeth era obrigada a colocar a agulha e linha a cada dia, porém por diversas vezes a escuridão caia.

Isso tudo mudou três anos atrás, quando ela foi apresentada à Energy 4 Impact, uma organização com sede em Londres que trabalha na África para garantir o acesso à energia e promover o empreendedorismo para mulheres empobrecidas.

Com orientação da Energy 4 Impact, Elizabeth pegou um empréstimo bancário de US $ 500 (aproximadamente R$ 1.636,31) e passou a utilizar energia solar. Mas isso foi apenas o começo. "A energia solar mudou completamente minha vida", diz Elizabeth.

Agora capaz de continuar trabalhando ao longo das horas do dia e poder aumentar sua renda, ela deu um passo além e tomou um empréstimo para expandir seu negócio de alfaiataria. Hoje, ela opera uma barbearia, possui facilidade de carregamento de telemóvel, e uma loja geral tudo isso alimentado pela energia solar. Ela se sente "mais produtiva do que nunca", disse ela. Em média, ela faz US $ 25 (R$ 81,82) por dia.

Energy 4 Impact, em conjunto com o Departamento de Estado dos EUA, espera ajudar 400 mulheres a se tornar empreendedoras solares até 2020, disponibilizando treinamento e finanças. Eles também visam fornecer para 360.000 pessoas no Quênia e na Tanzânia acesso à energia solar.

De acordo com a organização, as mulheres e meninas são mais afetadas pela "pobreza energética",pois precisam passar horas todos os dias recolhendo lenha, cozinham sobre fogões esfumaçados, e fazendo tarefas domésticas, tudo isso em pouca ou nenhuma iluminação.

Na Tanzânia, apenas 21% da população tem acesso à rede elétrica, e quase 70% da população do Quênia e 95% da Tanzânia dependem de lenha, carvão e esterco para cozinhar, de acordo com o Energy 4 Impact. Todos os anos, quase 18.9000 mortes na Tanzânia são atribuídas à inalação de fumaça e incêndios.

Desde 2013, Energy 4 Impact tem ajudado 1.400 empresas na África Oriental. Mas conseguir equipamentos de qualidade para esses empreendedores ainda é um desafio, disse Godfrey Sanga, gerente de programa da Energy 4 Impact.

"Má qualidade e produtos de qualidade inferior ou falsos é um dos principais fatores que desencorajam as pessoas de usar as tecnologias de energia limpa, devido a falhas freqüentes e desempenho geral ruim", disse Sanga.

Para garantir padrões elevados, Energia 4 Impacto trabalha com uma série de iniciativas e modelos de negócios que incluem a prestação de assistência financeira e técnica para o off-the-grade em fase de arranque e investigação em curso sobre as estruturas de financiamento de maior impacto.

E a educação é a chave. Energy 4 Impact espera aumentar a conscientização sobre a pobreza energética em toda a Tanzânia e realizar fóruns contínuos com mulheres e grupos de jovens.

"Ao mostrar empresas de sucesso e demonstrar os benefícios usando as tecnologias limpas no aumento da produtividade, renda e economia de custos, espera-se que muitas pessoas estarão interessadas em adaptá-las e usá-las em suas vidas para si e suas famílias", disse Sanga.

Elizabeth diz que seu negócio está crescendo, em grande parte graças a este tipo de iniciativas de educação. Não tenho nada de que reclamar, disse ela. "Praticamente todos na aldeia estão felizes com o que estamos fazendo, e nossos serviços são exclusivamente solar".

Fonte: Remy Tumin para Takepart.


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Evento em Sergipe mostrou para empresários as vantagens de utilizar energia solar

Empresários sergipanos participaram desta quinta-feira, 1º, do simpósio ‘Energia Solar como ferramenta de competitividade’.

Foto: Itawi Albuquerque

Foto: Itawi Albuquerque

O evento ofereceu palestras e mesa redonda, com o objetivo de debater o respeito das vantagens da energia solar, tal como modelo de economia. O propósito do evento, segundo os organizadores, é mostrar as vantagens do uso alternativo do sistema aos empresários. 

O superintendente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Rodrigo Rocha, destacou que o intuito de toda empresa é reduzir custos. “No cenário em que estamos vivendo, essa é um excelente chance de economizar por meio da energia solar. Então, vamos discutir a viabilidade de implantação, quais são os caminhos, dificuldades, vantagens e benefícios, a fim de que as empresas entendam que esse é um recurso de investimento”, ressalta.

Rodrigo destaca também, que a utilização da energia solar proporciona uma economia de até 90% na conta de luz das empresas que utilizam o sistema. “Apresentamos essas vantagens aos empresários sergipanos, mostrando que essa é uma oportunidade de garantir mais economia para suas empresas”, diz.

O evento foi uma iniciativa do Sebrae, em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), SergipeTec e  Universidade Federal de Sergipe

Um dos principais benefícios da utilização da energia solar fotovoltaica é a sua alta disponibilidade no meio ambiente, visto que o Sol gera 4 milhões de vezes mais energia que consumimos. Além do mais, este modelo não polui o meio ambiente, é gratuito, ocupa pouco espaço e tem baixa exigência de manutenção. O excedente gerado pode ser incorporado ás redes de distribuição, permitindo que o usuário acumule créditos que podem ser usados para reduzir a fatura do meses seguintes.

Apesar do crescimento registrado nos últimos anos, o Brasil ainda possui um longo caminho o percorrer no que diz respeito ao uso desse sistema. A energia solar fotovoltaica responde apenas por 0,02% do matriz energética nacional. Em Sergipe a situação ainda é mais grave, já que o estado é um dos pouco o não conceder isenção da alíquota de 30% do ICMS sobre o volume de energia produzido em uma residência ou ponto comercial.

Referência: Infonet.


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Dentro de um ano a energia solar cresceu 600% no Paraná

Dentro de um ano a energia solar cresceu 600% no Paraná

A rede da Companhia Paranaense de Energia (Copel) registrou uma verdadeira expansão, crescendo 600% no período e saltando de 100 para exatos 700 pontos.

Saiba tudo sobre o leilão da ANEEL para empreendimentos de transmissão de energia

O leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) destinado as novos empreendimentos de transmissão de energia obteve 21 lotes arrematados, dos 24 no total, nesta quarta-feira (13) e foi destacado por maior disputa que os anteriores e devido a participação de novos competidores. Os lotes vendidos viabilizarão investimentos de R$ 11,6 bilhões, segundo a Aneel.

O deságio médio oferecido pelos lotes foi de 12,07%, de acordo com a agência de energia. As concessionárias vencedoras terão um retorno anual contratada de R$ 2,124 bilhões, mais de R$ 400 milhões as menos que esperado se todos os lotes fossem arrematados. 

Apenas 3 lotes não receberam propostas e encalharam. Outros 7 tiveram somente um interessado e foram arrematados por valor idêntico ou bem próximo da remuneração máxima fixada através de edital. 

No outros, houve disputas com até 5 grupos interessados pelo mesmo lote, tendo propostas vencedoras com desconto de até 28% em relação ao limite máximo de remuneração.

Conheça as empresas vencedoras

A Equatorial Energia foi o maior vencedora do leilão, arrematando 7 lotes. O grupo atua como distribuidora de energia no Pará (Celpa) e Maranhão (Cemar), como geradora (Termoelétrica Geramar) e agora fará a sua estreia na operação de transmissão de energia. 

"Atingimos o nosso propósito que era constituir uma empresa de transmissão de energia", comemorou Firmino Sampaio Neto, presidente do Conselho de Administração da Equatorial Energia, acrescentando que o grupo possui liquidez e que não haverá complicação para custear os projetos contratados. 

Outros destaques foram a Taesa, que arrematou lotes individualmente e em colaboração com a Cteep, e o consórcio formado pela espanhola Cymi Holding com o fundo FIP Brasil Energia. 
Os grupos chineses, que se destacaram nos últimos leilões, tiveram presença limitada dessa vez, vencendo somente um lote por intermédio da participação detida na EDP. 
O outros grupos ou empresas vencedoras foram: Consórcio ECB Mota Engil (Construtora Brasil com 99% e Mota Engil com 1%), Consórcio Olympus (Alupar com 99%, Perfin com 0,5% e Apolo 11 com 0,5%), a Empresa Amazonense de Transmissão de Energia e a CTEEP (Companhia de Transmissão de energia Elétrica Paulista). 

O prazo das obras varia de 42 a 60 meses e as concessões de 30 anos valem o partir da assinatura dos contratos.

Resultado de sucesso

O diretor da Aneel, José Jurhosa Junior, classificou o resultado como “sucesso fantástico” e disse que o maior disputa e a maior deságio refletem “ maior confiança dos investidores” na área de energia. 

De acordo com ele, somados o outros 14 lotes arrematados no leilão anterior em abril, a Aneel garantiu neste ano a contratação de R$ 18,5 bilhões de investimentos em projetos de transmissão, 76% da total pretendido, que garantirão o escoamento de energia de usinas previstas para entrar em operação nos próximos anos. 

Segundo a Aneel, os valores de contratação com deságio representam inclusive maior vantagem ao consumidor, na medida onde valores de remuneração mais baixos para as empresas tendem o resultar em menor repasse de custos para os consumidores . 
A Aneel deseja realizar o próximo leilão ainda no primeiro trimestre do ano que vem com previsão de R$ 12 bilhões em investimentos.

Confira abaixo o resultado dos 24 lotes ofertados:

LOTE 1 - Bahia
Vencedor: Consórcio CP II – Nasspe E.P. (90%) e BTG Pactual (10%) com proposta de R$ 76.700.000,00
Deságio: 10,22%

Valor máximo de remuneração: R$ 85.435.520,00
- LT 500 kV Sapeaçu - Poções III C1, com 260 km

LOTE 2 - Bahia e Minas Gerais (lote condicionante dos lotes 3, 4, 5 e 6)
Vencedor: Consórcio Olympus – 99% Alupar, 0,5% Perfin e 0,5% Apolo 11 P com proposta de R$ 214.700.000
Deságio: 18,85%

Valor máximo: R$ 264.592.750,00
– LT 500 kV Poções III - Padre Paraíso 2 C1, com 334 km
– LT 500 kV Padre Paraíso 2- Governador Valadares 6 C1, com 207 km
– SE500kVPadreParaíso
– SE 500/230 kV Governador Valadares - (6+1res.) x200 MVA

LOTE 3 - Bahia e Minas Gerais (condicionado ao lote 2)
Vencedor: Consórcio Columbia – Taesa (50%) e Cteep (50%), com proposta de R$ 106.616.120,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 106.616.120,00
– LT 500 kV Poções III- - Padre Paraíso 2 C2, com 338 km

LOTE 4, Minas Gerais (condicionado ao lote 2)
Vencedor: Consórcio Columbia – Taesa (50%) e Cteep (50%), com proposta de R$ 71.424.700,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 71.424.700,00
– LT 500 kV Padre Paraíso 2- Governador Valadares 6 C2, com 208 km

LOTE 5, Minas Gerais (condicionado ao lote 2)
Vencedor: Consórcio ECB Mota Engil – Líder Construtora Brasil (99%) e Mota Engil (1%) com proposta de R$ 17.666.000,00
Deságio: 17,35%

Valor máximo: R$  21.377.040,00
– SE 500 kV Padre Paraíso 2 - Compensador Estático 500 kV (-150/+300) Mvar

LOTE6, Minas Gerais e Espírito Santo (condicionado ao lote 2 e condicionante do 7)
Vencedor: Consórcio Olympus – 99% Alupar, 0,5% Perfin e 0,5% Apolo 11, com proposta de R$ 145.986.950,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 145.986.950,00
– LT 500 kV Governador Valadares 6 - Mutum C1, com 156 km
– LT 500 kV Mutum - Rio Novo do Sul C1, com 132 km
– SE 500 kV Mutum
– SE 500/345 kV Rio Novo do Sul - (3+1 Res) x 350 MVA

LOTE 7, Minas Gerais (condicionado ao lote 6)
Vencedor: não teve interessados e encalhou

Valor máximo: R$ 56.600.880,00
– LT 500 kV Governador Valadares 6- Mutum C2, com 165 km

LOTE 8, Bahia
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 77.832.000,00
Deságio: 15,99%

Valor máximo: R$ 92.657.020,00
- LT 500 kV Rio da Éguas- Barreiras II C2, com 251 km

LOTE 9, Bahia (condicionante do lote 10)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 70.588.000,00
Deságio: 27,99%

Valor máximo: R$ 98.038.240,00
-  LT 500 kV Barreiras II- Buritirama C1, com 213 km
– SE 500 kV Buritirama

LOTE 10, Piauí e Bahia(condicionado ao lote 9)
Vencedor: Consórcio Sertanejo – Cymi Holding (50%) e FIP Brasil Energia (50%), com proposta de R$ 148.308.000,00
Deságio:13,4%

Valor máximo: R$ 171.256.970,00
– LT 500 kV Queimada Nova II -  Curral Novo do Piauí II C1, com 109 km;
– LT 500 kV Buritirama- Queimada Nova II, C1, com 376 km;
– SE500kVQueimadaNovaII 

LOTE 11, Piauí, Pernambuco e Ceará (condicionado ao lote 10)
Vencedor: não teve interessados e encalhou

Valor máximo: R$ 91.702.100,00
– LT 500 kV Queimada Nova II - Milagres II C1, com 322 km

LOTE 12, Bahia e Piauí  (condicionado aolote 10)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 102.900.000,00
Deságio: 9,99%

Valor máximo: R$ 114.331.590,00
– LT 500 kV Buritirama - Queimada Nova II, C2, com 380 km

LOTE 13, Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará
Vencedor: Consórcio Sertanejo - Cymi Holding (50%) e FIP Brasil Energia (50%), com proposta de R$ 111.495.000,00
Deságio: 21,5%

Valor máximo: R$ 142.032,740,00
– LT 500 kV Açu III- Milagres II C2, com 292 km
– LT 500 kV Açu III- João Câmara III C2, com 143 km

LOTE 14, Minas Gerais e Bahia(condicionante dos lotes 15,16 e 18)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 185.598.000,00
Deságio: 16,79%

Valor máximo: R$ 223.056.850,00
– LT 500 kV Igaporã III- Janaúba 3 C1, com 257 km
– LT 500 kV Janaúba 3- Presidente Juscelino C1, com 337 km
– SE 500 kV Janaúba 3 (novo pátio de 500 kV– parte 1)

LOTE 15, Minas Gerais e Bahia (condicionado ao lote 14)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 85.642.000,00
Deságio:  5,99%

Valor máximo: R$ 91.107.990,00
– LT 500 kV Igaporã III - Janaúba 3 C2, com 257 km

LOTE 16, Minas Gerais (condicionado ao lote 14)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 106.179.000,00
Desáfio: zero

Valor máximo: R$ 106.179.410,00
– LT 500 kV Janaúba 3- Presidente Juscelino C2, com 330 km.

LOTE 17, Minas Gerais eBahia (condicionante dolote 18)
Vencedor: Taesa, com proposta de R$ 174.624.789,00
Deságio: 13,05%

Valor máximo: R$ 200.856.670,00
-  LT 500 kV Bom Jesus da Lapa II- Janaúba 3 C1, com 304 km
- LT 500 kV Janaúba 3 - Pirapora 2 C1, com 238 km
- SE 500 kV Janaúba 3 - novo pátio de 500 kV - parte 2

LOTE 18, Minas Gerais(condicionado aoslotes 14 e 17)
Vencedor: Consórcio Transmissão do Brasil – FIP Pátria Infraestrutura III (99%) e FTRSPE 3 (1%) com proposta de R$ 39.400.000,00
Deságio: 16,76%

Valor máximo: R$ 47.337.730,00
– SE 500 kV Janaúba 3 - Compensadores Síncronos - 2 x (-90/150) Mvar

LOTE 19, Minas Gerais:
Não recebeu propostas e encalhou
Valor máximo: R$ 57.221.880,00
– LT 500 kV Presidente Juscelino- Itabira 5 C2, com 189 km

LOTE20, Goiás, Minas Gerais e Bahia
Vencedor: Sertanejo– Cymi Holding (50%) e FIP Brasil Energia (50%), com proposta de R$ 130.510.000,00
Deságio: 17,72%

Valor máximo: R$ 158.620.390,00
– LT 500 kV Rio das Éguas - Arinos 2 C1, com 230 km
– LT 500 kV Arinos 2- Pirapora 2 C1, com 221 km;
– SE 500 kV Arinos 2

LOTE21, Espírito Santo(condicionante do lote 22)
Vencedor: CTEEP, com proposta de R$ 47.200.000,00
Deságio: 25,14%

Valor máximo: R$ 63.059.310,00
– LT 345 kV Viana 2– João Neiva 2– 79 km
– SE 345/138 kV João Neiva 2, (9+1Res) x 133 MVA e Compensador Estático 345 kV(-150/+150) Mvar

LOTE 22,  Minas Gerais e Espírito Santo (condicionado aolote 21)
Vencedor: Empresa Amazonense de Transmissão de energia, com proposta de R$ 101.019.640,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 101.019.640,00
– LT 500 kV Mesquita- João Neiva 2, com 236 km
– SE 500/345 kV João Neiva 2, 500/345 kV   (3+1Res) x 350 MVA;

LOTE 23, Pará
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 89.784.000,00
deságio: zero

Valor máximo: R$ 89.784.520,00
– LT 500 kV Vila do Conde- Marituba- 56,1 km
– LT 230kV Marituba- Castanhal- 68,6 km
– SE 500/230 kV Marituba - (3+1R)x300MVA
- SE 230/69 kV Marituba - 2X200MVA

LOTE 24, Espírito Santo
Vencedor: EDP Energias do Brasil, com proposta de R$ 20.718.075,00
Deságio: 5,2%

Valor máximo: R$ 21.854.510,00
– SE 230/138 kV São Mateus 2 (nova)
– LT 230 kV Linhares 2- São Mateus 2 - 113 km

Referência: G1 Economia 


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Quais empresas estão investindo em energia limpa e por quê?

Quais empresas estão investindo em energia limpa e por quê?

"Nessas grandes corporações, a eletricidade é uma das suas principais despesas. Manter esse custo o um preço baixo é essencial para elas." 

7 passos para uma pequena empresa ser sustentável

Postado originalmente no Linkedin, por Ricardo Voltolini

Sustentabilidade não seria um tema relativo apenas a grandes empresas. Nem sempre sustentabilidade exige investimento financeiro e sim boas inovações que nascem do desejo de fazer diferente. Na maioria dos casos, a economia de custos decorrente de processos simples de ecoeficiência compensa, de longe, eventuais pequenos investimentos.

Todos nós, indivíduos, deixamos uma pegada ecológica, é óbvio que as pequenas empresas também deixam as suas. O tamanho de nossas responsabilidades é exatamente proporcional ao alcance dos impactos que provocamos. Em apoio aos líderes de pequenas e médias empresas que se iniciam nessa caminhada de inserir sustentabilidade no negócio, ainda sem muita informação ou mesmo convicção, criei os “Sete Passos”. Vamos a eles:

PASSO 1 – SUPERE A INÉRCIA

Não resista à ideia de pensar no assunto. Elimine obstáculos mentais. Imaginar que não vai dar certo é a primeira forma de não sair do lugar. Achar que o tema não lhe diz respeito é a segunda forma. Lembre-se: sustentabilidade não é preocupação exclusiva de empresas grandes. É de todas as empresas. E também de todos os indivíduos. Porque todos geramos algum tipo de impacto a outras pessoas e ao planeta.

PASSO 2 – DÊ O PRIMEIRO PASSO

Implantar sustentabilidade, ao contrário do que se imagina, não implica fazer grandes investimentos. Requer, sobretudo, atitude. Se você dirige uma empresa pequena, seus impactos são pequenos. Logo, suas ações não precisarão ser grandes. Comece. Dê o primeiro passo. Os outros virão naturalmente, fortalecidos pela consciência de que trazem bons resultados.

PASSO 3 – IDENTIFIQUE OS IMPACTOS

O que sua empresa está fazendo hoje para garantir o direito das futuras gerações a ar limpo, solo fértil, água potável, clima estável e uma sociedade mais justa? Identifique os impactos que ela gera para o planeta e para a sociedade. Faça, por exemplo, como o Spoleto, há alguns anos, a rede de restaurantes criou o projeto Spoleto 21, promoveu mudanças no desenho e na operação das lojas. O fogão a gás foi trocado pelo fogão elétrico, com redução a zero do consumo de gás. Houve uma diminuição importante do uso de produtos de limpeza e, por tabela, de água. Cerca de 30 lojas/ano estão sendo construídas sob um novo formato. A lucratividade aumentou 7%. Os funcionários receberam aumento por conta das economias geradas. Inspir­-se também no exemplo, pioneiro no Brasil, da DryWash. Fundada em 1994 por Lito Rodriguez, ela foi a primeira empresa do segmento a investir no sistema de lavagem a seco. Vale destacar: uma lavagem normal consome 350 litros; a da DryWash, apenas 200 ml, gerando enorme poupança de água para o planeta, sem nenhum prejuízo da qualidade do serviço prestado ao cliente.

PASSO 4 – ...E REDUZA-OS OU ELIMINE-OS

Se a sua empresa utiliza energia, água ou papel, verifique como se pode economizar tais recursos. Se gera lixo, inicie um sistema de coleta seletiva. Se usa transporte, adote rotas mais econômicas ou combustível mais limpo. Ao contratar, prefira pessoas da comunidade, garanta direitos e um ambiente saudável e seguro, exija compromissos éticos dos fornecedores. Participe da vida da comunidade, estimule o trabalho voluntário, doe, prefira contratar serviços locais. Tome como exemplo o CEBRAC, uma escola de cursos profissionalizantes de Londrina, fundada em 2007. Ela criou uma iniciativa chamada ECO CEBRAC. Desenvolvida por alunos, gestores e colaboradores, seu objetivo é educar a população local para questões de sustentabilidade. Em um único ano, obteve como resultado a coleta de 289 litros de óleo, 800 famílias orientadas, 500 quilos de lixo recolhidos, 150 mudas de árvores plantadas. A ação faz sentido para o negócio da empresa, divulga a marca, estabelece relações com a comunidade e melhora o ambiente de negócio.

PASSO 5 – PRIORIZE

Depois do Passo 4, podem surgir dúvidas se a empresa tem porte, equipe e estrutura para abraçar todas as ações de uma vez. Provavelmente, não. Então, faça um plano. Priorize. Realize aos poucos.

PASSO 6 – EDUQUE OS SEUS PÚBLICOS DE INTERESSE

Implantar sustentabilidade é um ato coletivo. Exige mudança de mentalidade. Eduque funcionários para entender e participar das mudanças, incentive-s, premie-s. Compartilhe princípios com fornecedores e convoque os clientes. Boas ideias podem vir de todos os lados quando nos abrimos para elas. Destaco aqui o caso da Parmê, uma cadeia de restaurantes do Rio de Janeiro, nascida em 1972. Em 2011, ela implantou o projeto Consumo Consciente. Cerca de 2 mil funcionários foram treinados para economizar luz, água e gás; a coletar lixo eletrônico e óleo de cozinha. Clientes foram estimulados a entregar óleo de cozinha. Para tanto, investiu R$ 60 mil em novos equipamentos, no aperfeiçoamento de instalações e em prêmios a funcionários. Os resultados se mostraram muito positivos. A empresa recolheu 800 quilos de lixo eletrônico e 124 mil litros de óleo. Melhor: passou a economizar 30% em energia, 22% em água e 7% em gás, poupança que, no espaço de meses, pagou o investimento inicial.

PASSO 7 – COMUNIQUE O VALOR

Não deixe de comunicar o valor de suas ações de sustentabilidade para todos os públicos de interesse. Sustentabilidade melhora a autoestima dos funcionários. Cria boas relações com fornecedores. Desperta a simpatia dos clientes. Retém talentos. Melhora a imagem. Fortalece o ambiente de negócios. Mire-­se no exemplo da Topema (SP), fabricante de cozinhas profissionais, fundada em 1986. A sustentabilidade entrou em sua estratégia de negócio e abriu novos mercados. Para tornar os seus equipamentos mais ecoeficientes, criou um reciclador de lixo orgânico que reduz em 90% volume de lixo, além de gerar adubo orgânico. Patenteou uma coifa especial que diminui em 50% o consumo de energia elétrica, possibilitando menor emissão de Gases de Efeito Estufa, que aquecem o planeta. O seu novo sistema passou a ser implantado em redes como o Spoleto, o Burger King e o Bob’s.

Fonte: Linkedin.


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Primeira fazenda do mundo a usar água do mar e luz solar para produzir alimentos

Usando 23.000 espelhos para refletir a energia solar e água dessalinizada, a Sundrop Farms situada em Port Augusta - uma área de deserto na Austrália - tem inovadoras obras agrícolas.

Sem recorrer a pesticidas, sem a necessidade de contar com chuva, ou utilizar os combustíveis fósseis para alimentar sua fazenda de 20 hectares, o seu sistema está provando ser um show sustentável para o cultivo de alimentos em novas formas .

Enquanto as populações aumentam, a demanda mundial por alimentos consequentemente irá subir também. Embora o desperdício de alimentos precise ser controlado, uma vez que cerca de um terço de toda a produção de alimentos globalmente a cada ano é jogado fora, custando cerca de US $ 680 bilhões de dólares para nações industrializadas, e US $ 315 bilhões para os países emergentes, existem maneiras de criar mais alimentos de forma sustentável sem tributar os recursos do mundo.

Os três maiores obstáculos para o cultivo de alimentos livres de pesticidas para a maioria dos agricultores são água, terra e energia. Ao romper a nossa dependência desses recursos finitos, juntamente com práticas agrícolas tradicionais, mais alimentos podem ser cultivados para alimentar mais pessoas.

As alterações climáticas, grilagem de terras, secas, inundações e pestilência não são mais uma preocupação para os agricultores inovadores. A capacidade da Sundrop para continuar, apesar de condições meteorológicas extremas, já foi demonstrada algumas semanas atrás, uma tempestade causou estragos no Sul da Austrália. Sundrop Farms foi capaz de assumir o peso de ventos fortes e continuar as operações, apesar de um apagão em massa em grande parte da área.

Ao tratar a água salobra de Spencer Golfo e reutilizá-lo em uma estufa enorme forrado com papelão, Sundrop evita ter que depender de águas subterrâneas. Devastada pela seca os agricultores da Califórnia recentemente utilizado 15 litros de água para crescer um pequeno punhado de amêndoas, e água-use como este não é incomum na agricultura tradicional.

Ao tratar a água salobra, vinda do mar de Spencer Golfo e reutilizá-la em uma estufa enorme forrado com papelão, a fazenda evita ter que depender de águas subterrâneas. Devastada pela seca os agricultores da Califórnia tendo recentemente utilizado 15 litros de água para fazer crescer um pequeno punhado de amêndoas, essa parece ser a solução de onde encontrar água.

Utilizando vários espelhos para redirecionar o sol do deserto, todas as necessidades elétricas da fazenda é abastecida pela luz solar para assim crescer 17.000 toneladas de alimentos a cada ano. A empresa também não utiliza fertilizantes químicos, e sem pesticidas, uma vez que emprega insetos benéficos para destruir as pragas que podem prejudicar as colheitas. 

"Porque nós fazemos tudo em um ambiente controlado, nós sabemos quanto é os nossos custos de entrada, e nós estamos fazendo tudo em uma base renovável, podemos fornecer consistência real da oferta e um produto de qualidade superior em melhor rodada de preço no ano", disse Philipp Saumweber, presidente e CEO da Sundrop Farms.

Como se isso não fosse o suficiente para fazer cair o queixo, a fazenda ainda possui uma estação de crescimento por aquecimento do efeito estufa no inverno, com 39 megawatts de energia limpa adquirida a partir de energia solar durante todo o ano.

Embora a fazenda tenha custado US $ 200 milhões para a construção, os empresários acreditam que valeu a pena o investimento de longo prazo, uma vez que nunca vai ter que lidar com os combustíveis fósseis. Eles estão quebrando a dependência da agricultura sobre os recursos finitos.

Além da Fazenda australiana, uma fazenda de Tennessee está em obras em os EUA, e eles acabaram de concluir a construção de sua primeira fazenda Europeia em Portugal.

Esta é mais uma prova, de que não precisamos de alimentos com milhões de pesticidas cancerígenos. As fazendas orgânicas praticam técnicas antigas para aumentar o rendimento, e essa fazenda, em especial, usa a tecnologia mais recente e maior,  para provar que nós realmente não precisamos de nada mais do que um pouco de imaginação para alimentar a todos com um alimento saudável e sustentável.

Fonte: The Mind Unleashed


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Raia Drogasil adota energia solar em 11 lojas e economiza R$ 69 mil

raia drogasil + energia solar

A cadeia de farmácias Raia Drogasil passou o usar neste ano a energia solar em algumas das suas lojas em Minas Gerais. Até o momento, 11 unidades estão utilizando a energia gerada através do sol. 


Devido aos sistemas de geração de energia solar instalados nas lojas Raia Drogasil já economizou 69.000 reais nos últimos cinco meses. O consumo mensal de eletricidade nessas farmácias, que encontram-se nas cidades de Belo Horizonte e Uberlândia, caiu cerca de 50%, de acordo com a empresa.

A energia oriunda do sol é transformada em elétrica através de usinas fotovoltaicas fornecidas pela Axis Renováveis. A empresa não revelou quanto investiu no projeto. 

As duas empresas assinaram um contrato de 12 anos. Até o término desse tempo, a Raia Drogasil deve economizar por volta de 850.000 reais com gastos de energia nas unidades onde os sistemas de utilização da energia solar já estão instalados.

De acordo com a rede, o objetivo é expandir essa iniciativa para as outras lojas da rede que possam receber as usinas fotovoltaicas. Não foi informado, porém, a quantidade de lojas que irão utilizar o novo sistema. 

"Nosso objetivo vai além da redução de custos, queremos também diminuir tudo aquilo que impacta o meio ambiente", diz o diretor de Engenharia e Manutenção da Raia Drogasil, Milton Alvim.

Referência: Exame; UOL Economia.


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Alagoas isenta ICMS de energia renovável

A publicação de terça-feira, 27/09, do Diário Oficial do Estado trouxe o decreto assinado pelo governador Renan Filho, regulamentando o Convênio 16 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).