energia compartilhada

Energia solar chegará em reserva extrativistas no Amazonas, em 2017

Em julho de 2017, será instalada uma fonte de energia solar a fim de abastecer as reservas extrativistas Médio Purus e Ituxi (Resex), no Amazonas.

Créditos de imagem: Ipevs.

Créditos de imagem: Ipevs.

Um dos benefícios será a reativação de uma fábrica de gelo na região para conservar a produção de peixes e frutas. De acordo com os extrativistas, além de poder conservar esses produtos, as comunidades poderão usufruir de mais tempo de eletricidade para aulas noturnas nas escolas, centros de informática e elevação de captação de água por poço artesiano ou do chuva, com bombeamento e filtração.

Atualmente, a região somente conta com três horas por dia de eletricidade, originada através de motor a diesel. 

A articulação teve início neste ano e é uma associação entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, por meio da Coordenação de Políticas e Comunidades Tradicionais, e o WWF.

Para o gestor do ICMBio na Resex de Médio Purus, José Maria Ferreira de Oliveira, a energia limpa nas comunidades extrativistas trará tranquilidade, segurança, fartura e economia. “Isso vai gerar autonomia e impulsionar novas atividades produtivas além de melhorar e muito a qualidade de vida de cada morador.” 

Já Benedito Clemente de Souza, morador da Resex Médio Purus, diz que a energia propiciará uma verdadeira revolução na comunidade. “Tomar água gelada nesse calor que vivemos e ter um peixe resfriado sem ter que salgar, sabendo que já tem gente com problema de pressão alta por causa do sal, isso tem muito valor para nós”, afirmou Souza.

Fonte: Portal Brasil


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Energia solar pode trazer mais de R$ 125 bilhões em investimentos até 2030

Energia solar pode trazer mais de R$ 125 bilhões em investimentos até 2030

As atuais projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE),possuem a meta de 25 gigawatts  de potência instalada da energia solar fotovoltaica até 2030.

Evento em Sergipe mostrou para empresários as vantagens de utilizar energia solar

Empresários sergipanos participaram desta quinta-feira, 1º, do simpósio ‘Energia Solar como ferramenta de competitividade’.

Foto: Itawi Albuquerque

Foto: Itawi Albuquerque

O evento ofereceu palestras e mesa redonda, com o objetivo de debater o respeito das vantagens da energia solar, tal como modelo de economia. O propósito do evento, segundo os organizadores, é mostrar as vantagens do uso alternativo do sistema aos empresários. 

O superintendente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Rodrigo Rocha, destacou que o intuito de toda empresa é reduzir custos. “No cenário em que estamos vivendo, essa é um excelente chance de economizar por meio da energia solar. Então, vamos discutir a viabilidade de implantação, quais são os caminhos, dificuldades, vantagens e benefícios, a fim de que as empresas entendam que esse é um recurso de investimento”, ressalta.

Rodrigo destaca também, que a utilização da energia solar proporciona uma economia de até 90% na conta de luz das empresas que utilizam o sistema. “Apresentamos essas vantagens aos empresários sergipanos, mostrando que essa é uma oportunidade de garantir mais economia para suas empresas”, diz.

O evento foi uma iniciativa do Sebrae, em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), SergipeTec e  Universidade Federal de Sergipe

Um dos principais benefícios da utilização da energia solar fotovoltaica é a sua alta disponibilidade no meio ambiente, visto que o Sol gera 4 milhões de vezes mais energia que consumimos. Além do mais, este modelo não polui o meio ambiente, é gratuito, ocupa pouco espaço e tem baixa exigência de manutenção. O excedente gerado pode ser incorporado ás redes de distribuição, permitindo que o usuário acumule créditos que podem ser usados para reduzir a fatura do meses seguintes.

Apesar do crescimento registrado nos últimos anos, o Brasil ainda possui um longo caminho o percorrer no que diz respeito ao uso desse sistema. A energia solar fotovoltaica responde apenas por 0,02% do matriz energética nacional. Em Sergipe a situação ainda é mais grave, já que o estado é um dos pouco o não conceder isenção da alíquota de 30% do ICMS sobre o volume de energia produzido em uma residência ou ponto comercial.

Referência: Infonet.


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Tesla mostra que é possível alimentar uma ilha inteira utilizando a energia solar

Tesla mostra que é possível alimentar uma ilha inteira utilizando a energia solar

A SolarCity, empresa comprada há pouco tempo pela Tesla, anunciou nesta terça-feira, 22, que está realizando um experimento onde abastece uma ilha inteira através de energia solar. 

Conheça a 1ª usina solar compartilhada no Pará

A COOBER (Cooperativa Brasileira de Energia Renovável) localizada em Paragominas, no Pará, nasceu com o objetivo de gerar energia limpa e de modo consciente, através de placas fotovoltaicas, dentro de um município que já ganhou visibilidade tal como sendo um "município verde".

Créditos de imagem:  Diário Online .

Créditos de imagem: Diário Online.

Contando com a participação de 23 membros (empresários, empreendedores e profissionais liberais), com idade média de 41 anos, chamados de sócios-fundadores. O projeto atraiu também simpatizantes em diversos os setores, atraiu a atenção dos estudantes da região recebeu auxílio da Prefeitura de Paragominas e do governo do Pará, além de entidades como a Confederação Alemã das Cooperativas (DGRV).

Segundo informações de Raphael Sampaio Vale, presidente da Coober, a fundação ocorreu pautada na Resolução 687/2015 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que aprimorou a Resolução Normativa 482, de 2012, incentivando a geração compartilhada de energia renovável.

"Se fôssemos produtores individuais, iríamos necessitar de muito mais investimentos e ter maior trabalho, além de precisar lidar com diversas questões burocráticas e tributárias. Na Coober, são 23 pessoas que produzirão e consumirão a própria energia gerada, transformando cada uma em 'prosumidor' (expressão utilizada para denominar as pessoas que produzem e consomem seus produtos)", afirma Raphael.

"Todos nós estamos sendo consultados por pessoas de outras partes do país, que perguntam o motivo pela qual nos lançamos nessa empreitada. A resposta é simples: queremos gerar a própria energia elétrica que consumimos", enfatiza o advogado Raphael. "Nosso maior desafio é o pioneirismo da união de dois universos no Brasil: o cooperativismo e a produção de energia renovável. Nossa influência têm sido as usinas de energia renovável de outros países, em especial da Alemanha, que possui mais de 700 cooperativas de energia instaladas".

A presidente da Coober enumera os benefícios em gerar energia limpa através de condomínios compartilhados:

  • menor valor investido individualmente, uma vez que são 23 investidores;
  • mobilidade na produção, pode-se modificar de endereço sem se preocupar em efetuar mudança dos equipamentos;
  • desenvolvimento de uma cultura de colaboração;
  • melhor escolha/avaliação das opções - maior numero de pessoas pensando com o mesmo objetivo;
  • melhor relação com a concessionária;
  • tratativas mais adequadas de benefícios e isenções fiscais.

De acordo com informação presente no site da Prefeitura de Paragominas, o investimento inicial da Coober é R$ 700 mil a R$ 1 milhão. Na primeira fase, a geração de energia, através da usina de fonte solar fotovoltaica, ficará entre 12.000 e 17.000kWh/ mês, que serão injetados na rede de distribuição da concessionária local (CELPA). Então a concessionária será informada para creditar determinado percentual da energia gerada na unidade consumidora e conceder os devidos descontos na conta de luz dos cooperados, o crédito é baseado segundo a média de consumo de cada cooperado. A usina está instalada no distrito industrial do município, em área de aproximadamente 17.000m².

Tá vendo como o condomínio solar já é realidade hoje no nosso país? Não perca tempo e comece também a utilizar energia limpa mais barata e acessível. 

Fonte: EasyCOOP


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Energia solar estimula empregos e crescimento para o Brasil

Estamos acostumados a associar a ideia de Brasil tal como exuberante em belezas e recursos. Porém, atualmente uma crise hídrica trouxe precaução para todos. Os leitos dos rios vazios acarretaram expressivo impacto na vida da população e igualmente da economia. 

Grande parte disto se deve ao fato de que aproximadamente 70% da nossa energia ainda ser proveniente de hidrelétricas. Esse é o instante perfeito para aproveitarmos com qualidade tudo que a natureza no oferece, criando alternativas e impulsionando fontes de energia limpas e sustentáveis

São inúmeros os benefícios que fazem estimulam que o mundo a utilizar cada vez mais a energia fotovoltaica. Além de renovável e não poluente, por exemplo, esta opção tem originado um número de empregos significativos. Hoje em dia estima-se que existam operando de modo direto com energia solar 2,8 milhões de trabalhadores no mundo. 

A expectativa é de que nos próximos anos 90 mil novos empregos sejam gerados a fim de atender a crescente demanda brasileira. Isto porque, até 2050, a suposição do Plano Nacional de Energia é de que 13% da demanda nacional seja suprida com energia solar.

Países melhores desenvolvidos investem há anos nessas fontes alternativas de energia, mais inteligentes e sustentáveis. O Brasil, por sua vez, necessita se espelhar nessas iniciativas, valorizando quem pesquisa uma atitude mais consciente para com o planeta. É fundamental perceber que a população já caminha nesse rumo. 

Dados da ANEEL mostram que a geração distribuída, aquela gerada pelo próprio usuário, cresceu 308% em 2016. Isto se deve, especialmente, a diminuição nos custos desta tecnologia e a elevação nas tarifas de eletricidade. 

Possuímos um futuro surpreendentemente promissor aproveitando a incidência solar para gerar energia. Somos vistos como uma potência por toda a América Latina e, para tanto, é essencial que a população faça utilização em uma escala progressiva dessa forma de energia e que cobre dos seus governantes medidas que caminham também nessa direção.

Juntos conseguiremos ser um País referência em energia limpa!

Fonte: Economia SC,  por Gilberto Vieira Filho.


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Mudanças climáticas e os sinais

Em paralelo com o consenso político o respeito da necessidade de agilizar o combate contra as mudanças climáticas, deve-se indagar também se o mundo econômico está verdadeiramente mudando rumo o um modelo cada vez menos emissor de CO2. Algum sinais mostram esse lado, outros não.

Conheça os sinais considerados positivos quando esse assunto é abordado:

  • Vigilância de emissões 
    As emissões do setor energético, que equivale a 2/3 das emissões mundiais, se estagnaram em 2015 pelo segundo ano sucessivo, com um aumento econômico mundial de 3%, confirmando o começo de uma segmentação das tendências.
  • Recorde de renováveis 
    Com 286 bilhões de dólares investidos e 153 novos gigawatts instalados, 2015 foi um ano recorde para as energias renováveis, principalmente nos países emergentes. As previsões para 2020 foram revisadas em alta. Representam na atualidade: 15% da produção de energia e 23% da produção de eletricidade.
  • Redução no custo da energia solar
    Por volta de 2009 e 2015, o custo da energia solar caiu 80%, tornando-se competitivo em relação ao gás e ao carvão em alguns países, como Chile, Emirados Árabes e Índia. O recorde de megawatt/hora solar mais barato pertence o um central de 350 megawatts (MW) de Abu Dhabi: 23 dólares.
  • Diminuição do gases HFC 
    A comunidade internacional decidiu em meados de outubro eliminar gradativamente os hidrofluorocarbonos (HFC), gases bastante nocivos para o clima, utilizados na refrigeração. Os países ricos deverão ter reduzido 10% de seu uso em 2019 e 86% em 2036. A China, predominante produtora de HFC, e a Índia, poderão começar mais tardiamente as suas transições.
  • 100% renováveis 
    Alguma cidades grandes lançam planos de atuação para se transformarem em territórios 100% renováveis: Barcelona aposta na solar e nas redes urbanas de calefação, Frankfurt possui um amplo programa de eficácia energética com renovação e novas tecnologias. San Francisco, San Diego, Fukushima, Copenhague e Munique igualmente estão nesse caminho. 
    Grupos como Apple e Ikea caminham no sentido de utilizar uma energia totalmente verde. O Google investiu mais de um bilhão de euros em energia eólica, solar e biomassa.
  • Finanças verdes 
    Os títulos verdes com o objetivo de financiar projetos de predisposição ambientalista estão em amplo crescimento: 42 bilhões de dólares foram reunidos em 2015 e, segundo a Moody's, 80 bilhões neste ano. 

Porém existem sinais que demostram que apesar das atitudes de luta contra as alterações climáticas geradas pelo inadequado uso dos recursos disponíveis no nosso planeta ainda falta muito e muito ainda precisa ser feito para regredir e evitar nossos prejuízos.

Vamos agora aos sinais negativos:

Crédito imagem: CulturaMix

Crédito imagem: CulturaMix

  • Muito carvão 
    Estão sendo construídos 350 GW de capacidades elétricas através do carvão, 930 projetos segundo a CoalSwarm, sendo cifras incompatíveis com o meta de 2°C de aquecimento do planeta. Na final de 2015, a Austrália deu aprovação à extensão de um mina da grande Rio Tinto.
  • Os fósseis subsidiados
    Anualmente, os subsídios concedidos a energias fósseis através de reduções fiscais, apoio à atividade petroleira, etc, chegam a 500 bilhões de dólares, segundo a OCDE e a AIE.
  • O ártico continua ameaçado 
    Apesar de que muitas petroleiras tenham renunciado as prospecções pelos preços muito baixos do barril, a Noruega concedeu em maio licenças a 13 companhias petroleiras.
  • Siderurgia e transporte marítimo atrasados 
    A siderurgia (7% das emissões mundiais) não reduz suas emissões há dez anos, e o transporte marítimo (2,8%) carece de um plano de ação.

Toda ação sustentável é válida e cada indivíduo precisa fazer a sua parte para acrescentar ao todo. Sigamos juntos! 

Referência: Em.com.br


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Economia colaborativa, uma saída na crise

o Brasil lidera o desenvolvimento da economia compartilhada na América Latina.

40 farmácias da rede Pague Menos são abastecidas por condomínio solar

Esse é o primeiro condomínio solar no Brasil funcionando através da geração distribuída. 

Alagoas isenta ICMS de energia renovável

A publicação de terça-feira, 27/09, do Diário Oficial do Estado trouxe o decreto assinado pelo governador Renan Filho, regulamentando o Convênio 16 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).