energia fotovoltaica

Financiamento de energia solar via PRONAF

O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) é, segundo o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), “um financiamento à implantação, ampliação ou modernização da estrutura de produção, beneficiamento, industrialização e de serviços no estabelecimento rural ou em áreas comunitárias rurais próximas, visando à geração de renda e à melhora do uso da mão de obra familiar”.

Fonte: Canva

Fonte: Canva


Foi desenvolvido com o objetivo de estimular a geração de renda no campo, aperfeiçoando a execução da mão de obra familiar, criando e financiando atividades rurais – agropecuárias ou não – em áreas e comunidades rurais.

Segundo o Banco Central do Brasil (Bacen), os beneficiados pelo Pronaf são “os agricultores e produtores rurais que compõem as unidades familiares de produção rural e que comprovem seu enquadramento mediante apresentação da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ativa”.

Entre as linhas de crédito disponibilizadas pelo Banco Central, está a Pronaf Eco, que possibilita financiamento para quem aspira investir em tecnologias que permitam práticas renováveis, como energia solar fotovoltaica; energia eólica; obras de armazenamento de água e de irrigação; proteção e recuperação de solos; entre outras.

Entre os vantagens da instalação de painéis solares fotovoltaicos, está a oportunidade de se conduzir energia elétrica a regiões remotas, distante dos centros urbanos, no qual as linhas de transmissão das concessionárias não atuam. Complementando isso a outras vantagens dessa categoria, o Crédito Rural Pronaf Eco passou a favorecer a obtenção e a instalação de equipamentos para a produção de energia fotovoltaica.

Podem contratar ao Pronaf Eco os produtores familiares assentados pelo Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) ou beneficiários do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) que tenham contratado a primeira operação no Grupo A e que não tenham contratado financiamento de custeio; ou que tenham renda bruta inferior a vinte mil reais sem funcionário assalariado permanente.

Os assentados pelo PNRA devem buscar uma sede do Incra (Instituto Nacional da Reforma Agrária) ou a Unidade Técnica Estadual (UTE) para adquirir a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). Os demais beneficiários podem procurar a DAP juntamente ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais ou à Ater (Assistência Técnica e Extensão Rural) da localidade.

O contorno máximo do financiamento é de R$ 165.000,00, com juros de 2,5% a.a. para projetos Eco - como sistemas de desenvolvimento de energia limpa e renovável - e de 5,5% a.a. para silvicultura, que pode ser quitado até 12 anos, com até oito anos de carência.

Posteriormente a expedição da DAP, é permitido abrir solicitação de financiamento em um banco, financeira ou cooperativa de crédito, desde que aconteça junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A organização avalia os pré-requisitos e de que maneira o financiamento pode gerar renda à família do solicitante. O método é anual, e os resultados são divulgados entre junho e julho.

Após quitado o investimento, os sistemas fotovoltaicos tem custo aproximadamente zero, pois a manutenção é, basicamente, limpeza dos painéis com água e sabão, tornando-se um dos maiores atributos dessa modalidade de geração de energia.

A economia na conta de luz e expectativa de oferecer o excedente à concessionária de energia e obter em forma de crédito para usar nos meses subsequentes é algumas das vantagens que o consumidor de energia tem com esse sistema.

E quando há possibilidade de economizar na conta de luz e ao mesmo tempo faturar com a energia excedente na sua comunidade? Agora, os beneficiados pelo Pronaf Eco, além de agricultores, podem se tornar usineiros e, assim, faturar nos próximos 25 anos com energia solar construindo Condomínio Solar e comercializando energia na sua comunidade. Quem te dá todo apoio para isso é a COSOL, marketplace de geração distribuída.

Convido a acessar a nossa página e para se tornar um agricultor usineiro realize o seu cadastro aqui que a nossa equipe está ansiosa para te atender.

Fonte: Quantum Engenharia


Empregos no setor de energia limpa crescem 12 vez mais do que a economia dos EUA

Empregos no setor de energia limpa crescem 12 vez mais do que a economia dos EUA

Um novo relatório, divulgado pelo programa Climate Corps do Fundo de Defesa Ambiental, estima que os empregos solares e eólicos estejam crescendo a uma taxa 12 vezes mais rápida do que o resto da economia dos EUA.

Usina solar será construída em Morrinhos, Goiás

No dia 5 desse mês, a Celg Geração e Transmissão constituiu a Sociedade com Propósito Específico (SPE), em cooperação com a Construtora Villela Carvalho destinado a construção de uma usina fotovoltaica na subestação Planalto, localizada em Morrinhos.

A administração da Usina ficará da responsabilidade do Planalto Solar Park, que detêm 51% das ações. A empresa japonesa Kyocera Brasil será a fornecedora das placas para a produção da energia solar enquanto a Celg G&T, cuja participação acionária será de 49%, ficará responsável pelo financiamento do empreendimento.

A Sociedade com Propósito Específico investirá R$ 35 milhões na construção da Usina e prevê termino das obras em aproximadamente seis meses. O novo presidente da Celg G&T, Fernando Navarrete, ratifica o pioneirismo do Estado. “O Estado mais uma vez é pioneiro na execução de empreendimentos inovadores, neste momento na geração de energia renovável”, declara.

A usina construída em Morrinhos será a primeira das seis usinas previstas para serem construídas em Goiás dentro de 2017. Segundo o governador do Estado, Marconi Perillo, a Celg G&Tvai entregar uma receita de R$ 130 milhões até o meio do ano, que seria de R$ 150 milhões caso não houvesse atraso na entrega de algumas obras. 

A energia fotovoltaica é gerada a pela radiação solar natural, sendo uma das fontes de energia mais acessíveis e limpas.

A construção dessa forma de produção de energia poderá diminuir a necessidade do uso de usinas termelétricas, que são mais caras e mais poluentes.

O governador ressaltou que a energia fotovoltaica é uma das fontes mais limpas acessíveis. “Seu uso é bastante promissor no Brasil, e em especial no Centro-Oeste, pelos altos índices de insolação e outras condições climáticas”, salientou.

Fonte: Tatiane Barbosa para Diário da Manhã.


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A energia solar está iluminando a África

Na Tanzânia, a tecnologia limpa está aumentando a produtividade e os rendimentos, e economizando custos.

Créditos de imagem: Energy4Impact

Elizabeth Julius trabalha desde o amanhecer até o pôr do sol para conseguir suprir as despesas das sua família através do seu trabalho de costureira. Tendo o apoio do seu marido e dois filhos em uma aldeia na Tanzânia, Elizabeth era obrigada a colocar a agulha e linha a cada dia, porém por diversas vezes a escuridão caia.

Isso tudo mudou três anos atrás, quando ela foi apresentada à Energy 4 Impact, uma organização com sede em Londres que trabalha na África para garantir o acesso à energia e promover o empreendedorismo para mulheres empobrecidas.

Com orientação da Energy 4 Impact, Elizabeth pegou um empréstimo bancário de US $ 500 (aproximadamente R$ 1.636,31) e passou a utilizar energia solar. Mas isso foi apenas o começo. "A energia solar mudou completamente minha vida", diz Elizabeth.

Agora capaz de continuar trabalhando ao longo das horas do dia e poder aumentar sua renda, ela deu um passo além e tomou um empréstimo para expandir seu negócio de alfaiataria. Hoje, ela opera uma barbearia, possui facilidade de carregamento de telemóvel, e uma loja geral tudo isso alimentado pela energia solar. Ela se sente "mais produtiva do que nunca", disse ela. Em média, ela faz US $ 25 (R$ 81,82) por dia.

Energy 4 Impact, em conjunto com o Departamento de Estado dos EUA, espera ajudar 400 mulheres a se tornar empreendedoras solares até 2020, disponibilizando treinamento e finanças. Eles também visam fornecer para 360.000 pessoas no Quênia e na Tanzânia acesso à energia solar.

De acordo com a organização, as mulheres e meninas são mais afetadas pela "pobreza energética",pois precisam passar horas todos os dias recolhendo lenha, cozinham sobre fogões esfumaçados, e fazendo tarefas domésticas, tudo isso em pouca ou nenhuma iluminação.

Na Tanzânia, apenas 21% da população tem acesso à rede elétrica, e quase 70% da população do Quênia e 95% da Tanzânia dependem de lenha, carvão e esterco para cozinhar, de acordo com o Energy 4 Impact. Todos os anos, quase 18.9000 mortes na Tanzânia são atribuídas à inalação de fumaça e incêndios.

Desde 2013, Energy 4 Impact tem ajudado 1.400 empresas na África Oriental. Mas conseguir equipamentos de qualidade para esses empreendedores ainda é um desafio, disse Godfrey Sanga, gerente de programa da Energy 4 Impact.

"Má qualidade e produtos de qualidade inferior ou falsos é um dos principais fatores que desencorajam as pessoas de usar as tecnologias de energia limpa, devido a falhas freqüentes e desempenho geral ruim", disse Sanga.

Para garantir padrões elevados, Energia 4 Impacto trabalha com uma série de iniciativas e modelos de negócios que incluem a prestação de assistência financeira e técnica para o off-the-grade em fase de arranque e investigação em curso sobre as estruturas de financiamento de maior impacto.

E a educação é a chave. Energy 4 Impact espera aumentar a conscientização sobre a pobreza energética em toda a Tanzânia e realizar fóruns contínuos com mulheres e grupos de jovens.

"Ao mostrar empresas de sucesso e demonstrar os benefícios usando as tecnologias limpas no aumento da produtividade, renda e economia de custos, espera-se que muitas pessoas estarão interessadas em adaptá-las e usá-las em suas vidas para si e suas famílias", disse Sanga.

Elizabeth diz que seu negócio está crescendo, em grande parte graças a este tipo de iniciativas de educação. Não tenho nada de que reclamar, disse ela. "Praticamente todos na aldeia estão felizes com o que estamos fazendo, e nossos serviços são exclusivamente solar".

Fonte: Remy Tumin para Takepart.


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Retrospectiva 2016 da energia fotovoltaica no Brasil

Publicado originalmente no Linkedin, por Gabriel Konzen.

Separei em algumas categorias os principais acontecimentos no setor fotovoltaico nacional em 2016.

Confiram:

 

Regulação

 

Tributação

 

Mercado

Geração Distribuída

 

Indústria

 

Financiamento

 

Normas e Certificação

 

Outros

  •  O Grupo de Trabalho (GT) do ProGD se reuniu entre fevereiro e setembro, estudando como ampliar e aprofundar as ações de estímulo à geração de energia pelos próprios consumidores. Foram criados cinco subgrupos: financiamento e tributação; impactos técnicos e regulatórios; edificações públicas; comercialização; e capacitação técnica. Os relatórios dos trabalhos do grupo devem ser publicados em breve pelo MME. Um dos temas discutidos no GT e que já teve avanço é o seguinte:
  • A ANEEL lançou a Chamada de Projeto Prioritário de Eficiência Energética e Estratégico de P&D - Chamada 001/2016: Eficiência Energética e Minigeração em Instituições Públicas de Educação Superior. A chamada teve muito interesse dos agentes (54 manifestações), e deve promover a instalação de sistemas fotovoltaicos em universidades públicas.
  • O ano de 2016 teve boas e más notícias para a energia solar. A geração distribuída vive um crescimento pujante, enquanto a geração centralizada sofre com a não construção de projetos do leilão de 2014 e com o cancelamento do certame de 2016. Na área industrial, tivemos grandes empresas se instalando no Brasil, mas que agora estão com sua permanência ameaçada com a não realização de leilões para a contratação de energia fotovoltaica. De todo modo, creio que há um esforço conjunto e apartidário para buscar as melhores soluções para o aumento da participação da energia solar no Brasil.

    Gostaria de cumprimentar todos os colegas que trabalham no setor, e dizer que tenho orgulho de estar contribuindo com esse movimento. Vamos continuar com o trabalho, e espero que em 2017 tenhamos melhores notícias.

Fonte: Gabriel Konzen.


Energia solar chegará em reserva extrativistas no Amazonas, em 2017

Em julho de 2017, será instalada uma fonte de energia solar a fim de abastecer as reservas extrativistas Médio Purus e Ituxi (Resex), no Amazonas.

Créditos de imagem: Ipevs.

Créditos de imagem: Ipevs.

Um dos benefícios será a reativação de uma fábrica de gelo na região para conservar a produção de peixes e frutas. De acordo com os extrativistas, além de poder conservar esses produtos, as comunidades poderão usufruir de mais tempo de eletricidade para aulas noturnas nas escolas, centros de informática e elevação de captação de água por poço artesiano ou do chuva, com bombeamento e filtração.

Atualmente, a região somente conta com três horas por dia de eletricidade, originada através de motor a diesel. 

A articulação teve início neste ano e é uma associação entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, por meio da Coordenação de Políticas e Comunidades Tradicionais, e o WWF.

Para o gestor do ICMBio na Resex de Médio Purus, José Maria Ferreira de Oliveira, a energia limpa nas comunidades extrativistas trará tranquilidade, segurança, fartura e economia. “Isso vai gerar autonomia e impulsionar novas atividades produtivas além de melhorar e muito a qualidade de vida de cada morador.” 

Já Benedito Clemente de Souza, morador da Resex Médio Purus, diz que a energia propiciará uma verdadeira revolução na comunidade. “Tomar água gelada nesse calor que vivemos e ter um peixe resfriado sem ter que salgar, sabendo que já tem gente com problema de pressão alta por causa do sal, isso tem muito valor para nós”, afirmou Souza.

Fonte: Portal Brasil


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Energia solar pode trazer mais de R$ 125 bilhões em investimentos até 2030

Energia solar pode trazer mais de R$ 125 bilhões em investimentos até 2030

As atuais projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE),possuem a meta de 25 gigawatts  de potência instalada da energia solar fotovoltaica até 2030.

Evento em Sergipe mostrou para empresários as vantagens de utilizar energia solar

Empresários sergipanos participaram desta quinta-feira, 1º, do simpósio ‘Energia Solar como ferramenta de competitividade’.

Foto: Itawi Albuquerque

Foto: Itawi Albuquerque

O evento ofereceu palestras e mesa redonda, com o objetivo de debater o respeito das vantagens da energia solar, tal como modelo de economia. O propósito do evento, segundo os organizadores, é mostrar as vantagens do uso alternativo do sistema aos empresários. 

O superintendente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Rodrigo Rocha, destacou que o intuito de toda empresa é reduzir custos. “No cenário em que estamos vivendo, essa é um excelente chance de economizar por meio da energia solar. Então, vamos discutir a viabilidade de implantação, quais são os caminhos, dificuldades, vantagens e benefícios, a fim de que as empresas entendam que esse é um recurso de investimento”, ressalta.

Rodrigo destaca também, que a utilização da energia solar proporciona uma economia de até 90% na conta de luz das empresas que utilizam o sistema. “Apresentamos essas vantagens aos empresários sergipanos, mostrando que essa é uma oportunidade de garantir mais economia para suas empresas”, diz.

O evento foi uma iniciativa do Sebrae, em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), SergipeTec e  Universidade Federal de Sergipe

Um dos principais benefícios da utilização da energia solar fotovoltaica é a sua alta disponibilidade no meio ambiente, visto que o Sol gera 4 milhões de vezes mais energia que consumimos. Além do mais, este modelo não polui o meio ambiente, é gratuito, ocupa pouco espaço e tem baixa exigência de manutenção. O excedente gerado pode ser incorporado ás redes de distribuição, permitindo que o usuário acumule créditos que podem ser usados para reduzir a fatura do meses seguintes.

Apesar do crescimento registrado nos últimos anos, o Brasil ainda possui um longo caminho o percorrer no que diz respeito ao uso desse sistema. A energia solar fotovoltaica responde apenas por 0,02% do matriz energética nacional. Em Sergipe a situação ainda é mais grave, já que o estado é um dos pouco o não conceder isenção da alíquota de 30% do ICMS sobre o volume de energia produzido em uma residência ou ponto comercial.

Referência: Infonet.


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