energia solar bahia

Retrospectiva 2016 da energia fotovoltaica no Brasil

Publicado originalmente no Linkedin, por Gabriel Konzen.

Separei em algumas categorias os principais acontecimentos no setor fotovoltaico nacional em 2016.

Confiram:

 

Regulação

 

Tributação

 

Mercado

Geração Distribuída

 

Indústria

 

Financiamento

 

Normas e Certificação

 

Outros

  •  O Grupo de Trabalho (GT) do ProGD se reuniu entre fevereiro e setembro, estudando como ampliar e aprofundar as ações de estímulo à geração de energia pelos próprios consumidores. Foram criados cinco subgrupos: financiamento e tributação; impactos técnicos e regulatórios; edificações públicas; comercialização; e capacitação técnica. Os relatórios dos trabalhos do grupo devem ser publicados em breve pelo MME. Um dos temas discutidos no GT e que já teve avanço é o seguinte:
  • A ANEEL lançou a Chamada de Projeto Prioritário de Eficiência Energética e Estratégico de P&D - Chamada 001/2016: Eficiência Energética e Minigeração em Instituições Públicas de Educação Superior. A chamada teve muito interesse dos agentes (54 manifestações), e deve promover a instalação de sistemas fotovoltaicos em universidades públicas.
  • O ano de 2016 teve boas e más notícias para a energia solar. A geração distribuída vive um crescimento pujante, enquanto a geração centralizada sofre com a não construção de projetos do leilão de 2014 e com o cancelamento do certame de 2016. Na área industrial, tivemos grandes empresas se instalando no Brasil, mas que agora estão com sua permanência ameaçada com a não realização de leilões para a contratação de energia fotovoltaica. De todo modo, creio que há um esforço conjunto e apartidário para buscar as melhores soluções para o aumento da participação da energia solar no Brasil.

    Gostaria de cumprimentar todos os colegas que trabalham no setor, e dizer que tenho orgulho de estar contribuindo com esse movimento. Vamos continuar com o trabalho, e espero que em 2017 tenhamos melhores notícias.

Fonte: Gabriel Konzen.


Primeira fazenda do mundo a usar água do mar e luz solar para produzir alimentos

Usando 23.000 espelhos para refletir a energia solar e água dessalinizada, a Sundrop Farms situada em Port Augusta - uma área de deserto na Austrália - tem inovadoras obras agrícolas.

Sem recorrer a pesticidas, sem a necessidade de contar com chuva, ou utilizar os combustíveis fósseis para alimentar sua fazenda de 20 hectares, o seu sistema está provando ser um show sustentável para o cultivo de alimentos em novas formas .

Enquanto as populações aumentam, a demanda mundial por alimentos consequentemente irá subir também. Embora o desperdício de alimentos precise ser controlado, uma vez que cerca de um terço de toda a produção de alimentos globalmente a cada ano é jogado fora, custando cerca de US $ 680 bilhões de dólares para nações industrializadas, e US $ 315 bilhões para os países emergentes, existem maneiras de criar mais alimentos de forma sustentável sem tributar os recursos do mundo.

Os três maiores obstáculos para o cultivo de alimentos livres de pesticidas para a maioria dos agricultores são água, terra e energia. Ao romper a nossa dependência desses recursos finitos, juntamente com práticas agrícolas tradicionais, mais alimentos podem ser cultivados para alimentar mais pessoas.

As alterações climáticas, grilagem de terras, secas, inundações e pestilência não são mais uma preocupação para os agricultores inovadores. A capacidade da Sundrop para continuar, apesar de condições meteorológicas extremas, já foi demonstrada algumas semanas atrás, uma tempestade causou estragos no Sul da Austrália. Sundrop Farms foi capaz de assumir o peso de ventos fortes e continuar as operações, apesar de um apagão em massa em grande parte da área.

Ao tratar a água salobra de Spencer Golfo e reutilizá-lo em uma estufa enorme forrado com papelão, Sundrop evita ter que depender de águas subterrâneas. Devastada pela seca os agricultores da Califórnia recentemente utilizado 15 litros de água para crescer um pequeno punhado de amêndoas, e água-use como este não é incomum na agricultura tradicional.

Ao tratar a água salobra, vinda do mar de Spencer Golfo e reutilizá-la em uma estufa enorme forrado com papelão, a fazenda evita ter que depender de águas subterrâneas. Devastada pela seca os agricultores da Califórnia tendo recentemente utilizado 15 litros de água para fazer crescer um pequeno punhado de amêndoas, essa parece ser a solução de onde encontrar água.

Utilizando vários espelhos para redirecionar o sol do deserto, todas as necessidades elétricas da fazenda é abastecida pela luz solar para assim crescer 17.000 toneladas de alimentos a cada ano. A empresa também não utiliza fertilizantes químicos, e sem pesticidas, uma vez que emprega insetos benéficos para destruir as pragas que podem prejudicar as colheitas. 

"Porque nós fazemos tudo em um ambiente controlado, nós sabemos quanto é os nossos custos de entrada, e nós estamos fazendo tudo em uma base renovável, podemos fornecer consistência real da oferta e um produto de qualidade superior em melhor rodada de preço no ano", disse Philipp Saumweber, presidente e CEO da Sundrop Farms.

Como se isso não fosse o suficiente para fazer cair o queixo, a fazenda ainda possui uma estação de crescimento por aquecimento do efeito estufa no inverno, com 39 megawatts de energia limpa adquirida a partir de energia solar durante todo o ano.

Embora a fazenda tenha custado US $ 200 milhões para a construção, os empresários acreditam que valeu a pena o investimento de longo prazo, uma vez que nunca vai ter que lidar com os combustíveis fósseis. Eles estão quebrando a dependência da agricultura sobre os recursos finitos.

Além da Fazenda australiana, uma fazenda de Tennessee está em obras em os EUA, e eles acabaram de concluir a construção de sua primeira fazenda Europeia em Portugal.

Esta é mais uma prova, de que não precisamos de alimentos com milhões de pesticidas cancerígenos. As fazendas orgânicas praticam técnicas antigas para aumentar o rendimento, e essa fazenda, em especial, usa a tecnologia mais recente e maior,  para provar que nós realmente não precisamos de nada mais do que um pouco de imaginação para alimentar a todos com um alimento saudável e sustentável.

Fonte: The Mind Unleashed


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BNDES amplia crédito para energia solar e reduz para hidrelétricas e térmicas

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social anunciou na última segunda-feira (03/10) a sua nova política de financiamento direcionado à energia. Ampliando os empréstimos TJLP para os projetos de energia solar, reduzindo o teto para as hidrelétricas e extinguindo o apoio as térmicas movidas a carvão e óleo. 

De acordo com Marilene Ramos, diretora de infraestrutura e sustentabilidade do BNDES, os novos termos adequam-se a estratégia do governo para o setor de energia, que busca maior apoio as fontes renováveis e melhor valor nos projetos.

Com o alvo de intensificar uma maior participação de capital privado no setor, o banco reduziu de 70% para 50% o teto de financiamento para projetos de hidrelétricas. Para o segmento de geração de energia solar o teto foi ampliado de 70% para 80%. Para outras fontes sustentáveis como eólica, biomassa e cogeração foi mantida o financiamento em 70%.

O empréstimo destinado as termelétricas a carvão e óleo, foram cortados pois são as fontes que possuem maior emissão de poluentes o que vai de encontro com os compromissos, de ampliar a participação das energias renováveis na matriz energética, firmados pelo Brasil no acordo de Paris.

Os limites do apoio anunciado pelo BNDES refere-se aos itens produzidos no Brasil. O financiamento do banco pode chegar a 80% desses itens, sendo que os percentuais que excedam ao teto da TJLP serão financiados a custos de mercado.

* TJLP: Taxas de Juros de Longo Prazo.

Referência: Valor Econômico; O Diário.


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Estudantes de Salvador desenvolvem carregador de celular à base de energia solar

A invenção foi apresentada , durante a Semana de Ciência e Tecnologia da escola.