energia solar para residencias

Conheça as vantagens e desvantagens da energia solar

Conheça as vantagens e desvantagens da energia solar

Novas tecnologias destinadas a melhoria das energias renováveis surgiram. E o planeta só evolui! 

Evento no Rio Grande do Norte debate sobre energia solar

Evento no Rio Grande do Norte debate sobre energia solar

O Evento SolarInvest 2017 – 9º Encontro de Investidores em Energia Solar debate questões sobre Solar Fotovoltaica.

A energia solar está iluminando a África

Na Tanzânia, a tecnologia limpa está aumentando a produtividade e os rendimentos, e economizando custos.

Créditos de imagem: Energy4Impact

Elizabeth Julius trabalha desde o amanhecer até o pôr do sol para conseguir suprir as despesas das sua família através do seu trabalho de costureira. Tendo o apoio do seu marido e dois filhos em uma aldeia na Tanzânia, Elizabeth era obrigada a colocar a agulha e linha a cada dia, porém por diversas vezes a escuridão caia.

Isso tudo mudou três anos atrás, quando ela foi apresentada à Energy 4 Impact, uma organização com sede em Londres que trabalha na África para garantir o acesso à energia e promover o empreendedorismo para mulheres empobrecidas.

Com orientação da Energy 4 Impact, Elizabeth pegou um empréstimo bancário de US $ 500 (aproximadamente R$ 1.636,31) e passou a utilizar energia solar. Mas isso foi apenas o começo. "A energia solar mudou completamente minha vida", diz Elizabeth.

Agora capaz de continuar trabalhando ao longo das horas do dia e poder aumentar sua renda, ela deu um passo além e tomou um empréstimo para expandir seu negócio de alfaiataria. Hoje, ela opera uma barbearia, possui facilidade de carregamento de telemóvel, e uma loja geral tudo isso alimentado pela energia solar. Ela se sente "mais produtiva do que nunca", disse ela. Em média, ela faz US $ 25 (R$ 81,82) por dia.

Energy 4 Impact, em conjunto com o Departamento de Estado dos EUA, espera ajudar 400 mulheres a se tornar empreendedoras solares até 2020, disponibilizando treinamento e finanças. Eles também visam fornecer para 360.000 pessoas no Quênia e na Tanzânia acesso à energia solar.

De acordo com a organização, as mulheres e meninas são mais afetadas pela "pobreza energética",pois precisam passar horas todos os dias recolhendo lenha, cozinham sobre fogões esfumaçados, e fazendo tarefas domésticas, tudo isso em pouca ou nenhuma iluminação.

Na Tanzânia, apenas 21% da população tem acesso à rede elétrica, e quase 70% da população do Quênia e 95% da Tanzânia dependem de lenha, carvão e esterco para cozinhar, de acordo com o Energy 4 Impact. Todos os anos, quase 18.9000 mortes na Tanzânia são atribuídas à inalação de fumaça e incêndios.

Desde 2013, Energy 4 Impact tem ajudado 1.400 empresas na África Oriental. Mas conseguir equipamentos de qualidade para esses empreendedores ainda é um desafio, disse Godfrey Sanga, gerente de programa da Energy 4 Impact.

"Má qualidade e produtos de qualidade inferior ou falsos é um dos principais fatores que desencorajam as pessoas de usar as tecnologias de energia limpa, devido a falhas freqüentes e desempenho geral ruim", disse Sanga.

Para garantir padrões elevados, Energia 4 Impacto trabalha com uma série de iniciativas e modelos de negócios que incluem a prestação de assistência financeira e técnica para o off-the-grade em fase de arranque e investigação em curso sobre as estruturas de financiamento de maior impacto.

E a educação é a chave. Energy 4 Impact espera aumentar a conscientização sobre a pobreza energética em toda a Tanzânia e realizar fóruns contínuos com mulheres e grupos de jovens.

"Ao mostrar empresas de sucesso e demonstrar os benefícios usando as tecnologias limpas no aumento da produtividade, renda e economia de custos, espera-se que muitas pessoas estarão interessadas em adaptá-las e usá-las em suas vidas para si e suas famílias", disse Sanga.

Elizabeth diz que seu negócio está crescendo, em grande parte graças a este tipo de iniciativas de educação. Não tenho nada de que reclamar, disse ela. "Praticamente todos na aldeia estão felizes com o que estamos fazendo, e nossos serviços são exclusivamente solar".

Fonte: Remy Tumin para Takepart.


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Retrospectiva 2016 da energia fotovoltaica no Brasil

Publicado originalmente no Linkedin, por Gabriel Konzen.

Separei em algumas categorias os principais acontecimentos no setor fotovoltaico nacional em 2016.

Confiram:

 

Regulação

 

Tributação

 

Mercado

Geração Distribuída

 

Indústria

 

Financiamento

 

Normas e Certificação

 

Outros

  •  O Grupo de Trabalho (GT) do ProGD se reuniu entre fevereiro e setembro, estudando como ampliar e aprofundar as ações de estímulo à geração de energia pelos próprios consumidores. Foram criados cinco subgrupos: financiamento e tributação; impactos técnicos e regulatórios; edificações públicas; comercialização; e capacitação técnica. Os relatórios dos trabalhos do grupo devem ser publicados em breve pelo MME. Um dos temas discutidos no GT e que já teve avanço é o seguinte:
  • A ANEEL lançou a Chamada de Projeto Prioritário de Eficiência Energética e Estratégico de P&D - Chamada 001/2016: Eficiência Energética e Minigeração em Instituições Públicas de Educação Superior. A chamada teve muito interesse dos agentes (54 manifestações), e deve promover a instalação de sistemas fotovoltaicos em universidades públicas.
  • O ano de 2016 teve boas e más notícias para a energia solar. A geração distribuída vive um crescimento pujante, enquanto a geração centralizada sofre com a não construção de projetos do leilão de 2014 e com o cancelamento do certame de 2016. Na área industrial, tivemos grandes empresas se instalando no Brasil, mas que agora estão com sua permanência ameaçada com a não realização de leilões para a contratação de energia fotovoltaica. De todo modo, creio que há um esforço conjunto e apartidário para buscar as melhores soluções para o aumento da participação da energia solar no Brasil.

    Gostaria de cumprimentar todos os colegas que trabalham no setor, e dizer que tenho orgulho de estar contribuindo com esse movimento. Vamos continuar com o trabalho, e espero que em 2017 tenhamos melhores notícias.

Fonte: Gabriel Konzen.


Energia solar pode trazer mais de R$ 125 bilhões em investimentos até 2030

Energia solar pode trazer mais de R$ 125 bilhões em investimentos até 2030

As atuais projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE),possuem a meta de 25 gigawatts  de potência instalada da energia solar fotovoltaica até 2030.

Dentro de um ano a energia solar cresceu 600% no Paraná

Dentro de um ano a energia solar cresceu 600% no Paraná

A rede da Companhia Paranaense de Energia (Copel) registrou uma verdadeira expansão, crescendo 600% no período e saltando de 100 para exatos 700 pontos.

Conheça a 1ª usina solar compartilhada no Pará

A COOBER (Cooperativa Brasileira de Energia Renovável) localizada em Paragominas, no Pará, nasceu com o objetivo de gerar energia limpa e de modo consciente, através de placas fotovoltaicas, dentro de um município que já ganhou visibilidade tal como sendo um "município verde".

Créditos de imagem:  Diário Online .

Créditos de imagem: Diário Online.

Contando com a participação de 23 membros (empresários, empreendedores e profissionais liberais), com idade média de 41 anos, chamados de sócios-fundadores. O projeto atraiu também simpatizantes em diversos os setores, atraiu a atenção dos estudantes da região recebeu auxílio da Prefeitura de Paragominas e do governo do Pará, além de entidades como a Confederação Alemã das Cooperativas (DGRV).

Segundo informações de Raphael Sampaio Vale, presidente da Coober, a fundação ocorreu pautada na Resolução 687/2015 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que aprimorou a Resolução Normativa 482, de 2012, incentivando a geração compartilhada de energia renovável.

"Se fôssemos produtores individuais, iríamos necessitar de muito mais investimentos e ter maior trabalho, além de precisar lidar com diversas questões burocráticas e tributárias. Na Coober, são 23 pessoas que produzirão e consumirão a própria energia gerada, transformando cada uma em 'prosumidor' (expressão utilizada para denominar as pessoas que produzem e consomem seus produtos)", afirma Raphael.

"Todos nós estamos sendo consultados por pessoas de outras partes do país, que perguntam o motivo pela qual nos lançamos nessa empreitada. A resposta é simples: queremos gerar a própria energia elétrica que consumimos", enfatiza o advogado Raphael. "Nosso maior desafio é o pioneirismo da união de dois universos no Brasil: o cooperativismo e a produção de energia renovável. Nossa influência têm sido as usinas de energia renovável de outros países, em especial da Alemanha, que possui mais de 700 cooperativas de energia instaladas".

A presidente da Coober enumera os benefícios em gerar energia limpa através de condomínios compartilhados:

  • menor valor investido individualmente, uma vez que são 23 investidores;
  • mobilidade na produção, pode-se modificar de endereço sem se preocupar em efetuar mudança dos equipamentos;
  • desenvolvimento de uma cultura de colaboração;
  • melhor escolha/avaliação das opções - maior numero de pessoas pensando com o mesmo objetivo;
  • melhor relação com a concessionária;
  • tratativas mais adequadas de benefícios e isenções fiscais.

De acordo com informação presente no site da Prefeitura de Paragominas, o investimento inicial da Coober é R$ 700 mil a R$ 1 milhão. Na primeira fase, a geração de energia, através da usina de fonte solar fotovoltaica, ficará entre 12.000 e 17.000kWh/ mês, que serão injetados na rede de distribuição da concessionária local (CELPA). Então a concessionária será informada para creditar determinado percentual da energia gerada na unidade consumidora e conceder os devidos descontos na conta de luz dos cooperados, o crédito é baseado segundo a média de consumo de cada cooperado. A usina está instalada no distrito industrial do município, em área de aproximadamente 17.000m².

Tá vendo como o condomínio solar já é realidade hoje no nosso país? Não perca tempo e comece também a utilizar energia limpa mais barata e acessível. 

Fonte: EasyCOOP


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Alagoas isenta ICMS de energia renovável

A publicação de terça-feira, 27/09, do Diário Oficial do Estado trouxe o decreto assinado pelo governador Renan Filho, regulamentando o Convênio 16 do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).

Minas lidera no uso de microgeradores de energia

A Cemig atingiu, em agosto deste ano, o significativo número de 1.074 clientes micro e minigeradores de energia elétrica, consolidando-se a distribuidora com maior número de ligações dessa categoria, representando uma potência instalada de 7,7 MWp.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) permite, desde 2012, que os consumidores tenham sistemas a fim de gerar qualquer forma de energia renovável em suas residências e, através de isso, receber descontos na fatura de energia. 

Principal forma para esse modelo de geração é a energia solar, as células fotovoltaicas devem ser adquiridos pelas clientes, e o projeto precisa ser subscrito por um engenheiro responsável, que envia a documentação para as concessionárias.

Segundo especialistas, o período de garantia de um sistema de energia solar fotovoltaica é aproximadamente de 25 anos, porém alguns equipamentos podem chegar a 30 anos. Para efetivar a ligação, é preciso que o consumidor solicite à Cemig a conexão com a rede de distribuição.

Uma opção que está chegando em Minas, para alavancar ainda mais o uso de energia solar, é o Condomínio Solar, mais acessível do que as instalações individuais (os valores são reduzidos, devido a economia de escala) com os mesmos benefícios, além de poder abarcar os consumidores que não possuem acesso ao telhado. 

Márcio Eli Moreira de Souza, engenheiro da Efficientia, empresa do grupo Cemig especializada em soluções energéticas, explica que Minas Gerais conta com elementos imensamente favoráveis para a instalação dessas mini e microusinas. "Isto possibilita um resultado do investimento mais rápido, graças aos excelentes níveis de radiação no maior parte do estado e à tarifa de energia atrativa para os investidores de geração distribuída, que contam ainda com a isenção do ICMS pelo governo estadual".

Resolução Normativa 678 da Aneel

A alteração na Resolução Normativa 678 da Aneel ampliou a dimensão e a potência do mini e microgeradores, criou modelos de negócios e reduziu prazos para as distribuidoras conectarem a geração à rede dos consumidores. Além disso, a mudança possibilitou a ampliação na potência instalada de uma usina solar de 1 MW para 5 MW e a entrega da excedente da geração para uma residência que possua a mesma titularidade. 

Junto as novas regras da Aneel, estima-se que até 2024 cerca de 1,2 milhão de residências contem com energia gerada através de sistema de geração distribuída.

Fonte: Agência Minas.


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O que preciso saber antes de utilizar a energia solar?

Se você possui interesse pela energia fotovoltaica, confira as vantagens e os esclarecimentos necessários para você saber mais sobre essa fonte de energia maravilhosa!