geração distribuída

Fazenda solar é a nova aposta do mercado brasileiro

Fazenda solar é a nova aposta do mercado brasileiro

Desde de 2012 o sistema de compensação de energia elétrica gerada por micro sistemas instalados no telhado de cada residência ou comércio, tem sido alvo de grandes investimentos. A mudança regulatória em 2016 trouxe a opção de cidades verticais vir a também serem beneficiada por este tipo de geração, porém remota.

Como Panificadoras do Nordeste fizeram para conseguir economizar até 50% na conta de luz

Além de fortificar imagem da empresa por cooperar com a redução do impacto ambiental, a geração de energia limpa cria outro diferencial competitivo: redução nos custos fixos.

Condomínio Solar, uma alternativa para economizar sem necessidade de investimento inicial.

Condomínio Solar, uma alternativa para economizar sem necessidade de investimento inicial.

Empresas do setor da panificação vêm investindo na geração de energia solar como alternativa aos padrões tradicionais. Além de fortalecer a imagem da empresa por ajudar com diminuição do impacto ambiental, esse tipo de energia gera outro diferencial competitivo: redução nos custos fixos do empreendimento, possibilidade de oferecer preços mais justos aos clientes e mais lucro para o empreendedor.

Por ser uma fonte sustentável e econômica, o sistema de painéis fotovoltaicos - que transformam irradiação solar em energia para o uso comum – está na mira de empreendedores do estado e é aposta certa para inovação. Embora os equipamentos necessários para instalação sejam de alto custo, os empreendedores garantem que o investimento é válido mas deve ser feito com cautela uma vez que existe uma alternativa em que não há necessidade de investimento inicial, trataremos um pouco mais tarde neste mesmo artigo, uma vez que os sistemas de painéis solares atuam de forma independente e não estão sujeitos à elevadas cargas tributárias trazem maior atratividade para a adesão. A outra alternativa que pode e deve ser explorada é a Geração Compartilhada , onde os empreendedores têm os mesmos benefícios citados acima com a adição de mais um e mais importante: para participar deste tipo geração, não é necessário investimento inicial, apenas um cadastro.

Recentemente, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) anunciou uma nova linha de crédito permanente com o objetivo de  apoiar investimentos em fontes de energia renovável. Estes incentivos do governo também têm sido impulsionadores para a adesão de tecnologias sustentáveis. No caso da Padaria Brasil, a instalação do novo sistema aconteceu há pouco mais de dois anos. Embora planejado há mais tempo, Pedro Messias da Cruz (75) estudou o processo de transformação da empresa e aguardou o momento oportuno para o investimento.

Pedro afirma que conseguiu um crédito junto ao Banco do Nordeste e que o modelo de financiamento que fez é regressivo. O valor da mensalidade do crédito adquirido chega a ser metade do valor que ele pagava na conta de luz.

Neste caso o que poderia ser feito pelo Pedro, caso tivesse a informação do modelo de condomínios solares, seria apenas alugar uma porcentagem de alguma usina dentro da mesma concessionária, sem ter que esperar o momento oportuno para ser abastecido por energia renovável. Isso o pouparia tempo e faria com que ele tivesse praticamente a mesma economia, sem precisar pedir empréstimo ou até mesmo aguardar a instalação ficar pronta.

A tecnologia para o setor tem se tornado cada vez mais acessível, eficiente e imprescindível. Os empresários afirmam que o uso desta tecnologia pode refletir diretamente no bolso do cliente, consequentemente uma maior atratividade para o estabelecimento e maior lucro para estes empresários.


Fonte: G1 RN

BP planeja atuar em geração distribuída no Brasil

Acreditando na evolução do mercado solar, a Lightsource da BP planeja iniciar atividades em 2019 com as primeiras usinas.

Lightsource BP

Lightsource BP

A gigante de energia britânica BP inicia em 2019 as negociações de sua subsidiária para energia solar, a Lightsource BP no Brasil. O anúncio da chegada da empresa foi feito nesta semana, e o foco será o desenvolvimento de projetos fotovoltaicas bem como em soluções inteligentes para armazenamento de energia para os setores residenciais, comercial e industrial do Brasil por meio da geração distribuída. A empresa não divulgou o valor do investimento a ser aplicado no região.

Essa iniciativa, comentou Spencer Dale,o economista da BPé uma forma da empresa se posicionar como uma empresa de energia renovável, não mais como uma petrolífera, como antigamente. No foco da BP está a busca por diversificar seu mix de negócios já que a sua projeção é de um futuro onde as diversas fontes de energia (no conceito geral) terão seu espaço, diferente do passado onde as fontes fósseis prevaleciam sobre as demais.

No começo, a organização que vem ao país tem como objetivo desenvolver novos projetos solares para pequenas e médias empresas e clientes locais. E afirma que buscará desenvolver e estabelecer união de longo período com desenvolvedores locais a fim de cumprir suas metas, que não foram indicadas.

A Lightsource BP trabalha, no financiamento, desenvolvimento, aquisição e gestão a longo período de projetos de energia solar FV. No final de 2017, a BP adquiriu 43% de participação acionária e a empresa foi renomeada como Lightsource BP. Fundada em 2010, a empresa é fornecedora de energia solar em proporção de serviços públicos e entrega serviços de O&M na Europa, com mais de US$ 3 bilhões em capital aplicado em projetos mundiais da fonte solar que complementam 2 GW de capacidade instalada. De acordo com dados disponibilizados pela empresa possui uma time de mais de trezentos especialistas em sete escritórios em quatro continentes.

“O Brasil é um região evidente para apostar em energia solar. Acredito que até o no término deste ano já estaremos operacionais, mas projetos a partir de 2019”, definiu o executivo em entrevista coletiva organizada pela empresa em São Paulo. “A fonte solar está crescendo aceleradamente em todo o mundo é importante e podemos utilizar nosso experiência para arrancar vantagem desse negócio de forma renovável a ideia é de combinar nosso conhecimento e a força de nossa marca que é mundial”, adicionou ele.

A BP aposta suas prontuários no Brasil como um dos mais importantes para a tática da organização Entre os razões está o fato de ser o maior mercado cliente da América Latina e que vem a procura entre suas fontes de eletricidade. Sua produção de energia sustentável destaca, se concentra em grandes projetos hidrelétricos, enquanto a energia solar ainda significa um taxa pequeno na matriz energética do Brasil.

A subsidiária da multinacional britânica indica que vê uma enorme oportunidade de crescimento no Brasil e que a legislação que apoia a energia sustentável seguramente haverá um papel importante nesse aspecto. “Queremos ser parte do desenvolvimento da energia solar no Brasil, trabalhando com companhias parceiras visando uma eletricidade e de fácil acesso. e real Para a Lightsource BP, acessar em novos segmentos não está relacionado somente a rentabilidade, mas ao potencial de crescimento e fortalecimento das comunidades e das economias em desenvolvimento. Com o nosso comprovado histórico e nossa competência em estruturar relações intensas e confiáveis, supomos que podemos ter um papel muito importante em acrescentar energia solar à matriz energética do Brasil”, revelou a empresa em aviso

As prognosticos da BP que apresentam do Energy Outlook 2018 apontam que a perspectiva é de que o consumo no Brasil apresente um crescimento de 60% no horizonte de 2040. Nesse contexto, a participação de energias renováveis deve crescer até 47% devido a um importante crescimento em energia solar, eólica, hidroelétrica e a duplicação do uso de biocombustíveis. Mario Lindenhayn, gerente regional da BP no Brasil, reforçou a ideia de diversificação de investimentos da empresa por aqui e que observando para as fontes sustentáveis há oportunidades para alcançar esse meta no mercado Brasileiro.

Nick Boyle, chefe executivo do grupo Lightsource BP, enfatizou que os projetos de energia fotovoltaica são flexíveis e relativamente fáceis de implantar, o que os torna a escolha ideal para aumento da capacidade de geração. E afirmou que a empresa pretende fortalecer a experiência em financiamento e oferecer uma ampla gama de propostas para se tornar um destaque no desenvolvimento da energia renovável no Brasil.

Já Dev Sanyal, CEO do negócio de Energias Alternativas da BP, disse que em 2018, a geração de energia renovável global aumentou em torno de 17% – um crescimento maior que o observado na média da ultima década – especialmente para a fonte eólica e solar. Por isso destaca o foco em trabalhar com a Lightsource BP para expandir sua presença global e aproveitar este crescimento, recorrendo especificamente à presença multinacional da BP. “Acreditamos em ter oportunidades importantes em fornecer soluções de energia acessíveis, confiáveis e com baixas emissões de CO2, mediante a integração da energia fotovoltaica com os nossos negócios de outras fontes renovável existentes.”

Projeto Comunidade Solar permite compra quotas de usina solar

O mercado brasileiro de energias renováveis vem se expandindo. Instalações com placas fotovoltaicas nos telhados das casas e empresas, estão se tornando cada vez mais frequentes.

Investimentos neste setor se tornam mais atrativos com o passar dos anos, pois a população brasileira tem demonstrado interesse por outros tipos de energia, como energias limpas e sustentáveis.

Com elevadas taxas na conta de luz e a necessidade de uma eletricidade livre de poluição para o planeta, o brasileiro tem motivado a buscar energias renováveis como alternativa mais barata e como contribuição para o meio ambiente.

Foi pensando em situações como esta e em como expandir energia limpa que a Comunidade Solar ENGIE aposta em um novo produto.

A empresa está construindo uma usina de 2MW AC em Minas Gerais, que será dividida em cerca de 70 quotas.

A Assinatura Solar entra para cada consumidor que estiver interessado na sua participação na usina em adquirir uma quota de acordo com seu consumo.

Os contratos estarão disponíveis para todas as empresas da área de concessão CEMIG. Assim, beneficiará aquelas empresas que não querem investir em um sistema completo no seu telhado ou não querem ou não podem usar a estrutura no seu telhado.

O Plano de Expansão da empresa é de 50MW AC em Comunidades Solares ENGIE por todo o Brasil nos próximos meses. Após a construção da usina solar em Minas Gerais, que está prevista para término no terceiro trimestre deste ano, a ENGIE construirá as novas Comunidades Solares que irão se expandir para Rio de Janeiro e São Paulo.

A empresa garante outros benefícios aos clientes com uma maior eficiência do sistema, dos equipamentos e melhor controle do consumo. A aposta da ENGIE é um sistema com serviços de eficiência energética e monitoramento de energia associados às instalações de geração distribuída.

Serviços descentralizados de geração de energia e de geração limpa fazem parte de Condomínios Solares que vêm tomando o mercado no Brasil, país com grande potencial solar, com abertura para as chamadas usinas solares. Essas comunidades solares facilitam a energia limpa chegar até o consumidor.

É por isso que o marktplace COSOL viabiliza a harmonia desse sistema. Assim, consumidores que não querem ou não têm possibilidade de adaptar sistemas fotovoltaicos nos seus telhados irão se beneficiar deste modelo de mercado de energia limpa e as usinas solares que necessitam do gerenciamento contarão com o trabalho da COSOL.

Fonte: Ambiente e Energia

Fonte: canva

Fonte: canva

Dados da ANEEL sobre geração distribuída

Você sabia que o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica e fornecer o excedente para a sua distribuidora? Trata-se do Sistema de Compensação de Energia Elétrica, que permite ao consumidor usar energia gerada através micro ou minigeração distribuída em sua casa, comércio ou indústria, conforme regulamento da ANEEL. Ao gerar energia a partir de qualquer fonte renovável ou cogeração qualificada, o consumidor alia economia financeira e consciência socioambiental. Além disso, quando se gera mais do que se consome, a energia é fornecida para a distribuidora, gerando créditos que podem ser consumidos em até 60 meses.

Dados da ANEEL referente a geração distribuída.

Dados da ANEEL referente a geração distribuída.

Micro e Minigeração Distribuídas

Desde 17 de abril de 2012, quando entrou em vigor a Resolução Normativa ANEEL nº 482/2012, o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis (como energia solar, energia eólica) ou cogeração qualificada e inclusive fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade. Trata-se da micro e da minigeração distribuídas de energia elétrica, inovações que podem aliar na economia financeira, consciência socioambiental e autossustentabilidade.

Os estímulos à geração distribuída se justificam pelos potenciais benefícios que tal modalidade pode proporcionar ao sistema elétrico. Entre eles, estão o retardação de investimentos em expansão dos sistemas de transmissão e distribuição, o impacto ambiental é baixo, a redução no carregamento das redes, a minimização das perdas de energia e a diversificação da matriz energética.

Com o objetivo de reduzir os custos e tempo para a conexão da microgeração e minigeração; compatibilizar o Sistema de Compensação de Energia Elétrica com as Condições Gerais de Fornecimento (Resolução Normativa nº 414/2010); aumentar o público alvo; e melhorar as informações na fatura, a ANEEL publicou a Resolução Normativa nº 687/2015 revisando a Resolução Normativa nº 482/2012.
 

Principais inovações

Segundo as novas regras, que começaram a valer em 1º de março de 2016, é permitido o uso de qualquer fonte renovável, além da cogeração qualificada, denominando-se microgeração distribuída a central geradora com potência instalada até 75 quilowatts (KW) e minigeração distribuída aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW (sendo 3 MW para a fonte hídrica), conectadas na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.

Quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida naquele período, o consumidor fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes. De acordo com as novas regras, o prazo de validade dos créditos passou de 36 para 60 meses.

Outra inovação da norma diz respeito à possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios (empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras). Nessa configuração, a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores. É a figura da “geração compartilhada”, possibilitando que diversos interessados se unam e utilizem a energia solar gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados.

Com relação aos procedimentos necessários para se conectar a micro ou minigeração distribuída à rede da distribuidora, a ANEEL estabeleceu regras que simplificam o processo: foram instituídos formulários padrão para realização da solicitação de acesso pelo consumidor e o prazo total para a distribuidora conectar usinas de até 75 kW, que era de 82 dias, foi reduzido para 34 dias. Adicionalmente, a partir de janeiro de 2017, os consumidores poderão fazer a solicitação e acompanhar o andamento de seu pedido junto à distribuidora pela internet.


Crédito de energia

Caso a energia injetada na rede seja superior à consumida, cria-se um “crédito de energia” que não pode ser revertido em dinheiro, mas pode ser utilizado para abater o consumo da unidade consumidora nos meses subsequentes ou em outras unidades de mesma titularidade (desde que todas as unidades estejam na mesma área de concessão), com validade de 60 meses.

Um exemplo é o da microgeração por fonte solar fotovoltaica: de dia, a “sobra” da energia solar gerada pela central é passada para a rede; à noite, a rede devolve a energia para a unidade consumidora e supre necessidades adicionais. Portanto, a rede funciona como uma bateria, armazenando o excedente até o momento em que a unidade consumidora necessite de energia proveniente da distribuidora.


Fonte: Aneel


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Condomínio Solar: O que é?

Condomínio solar - também conhecido como geração solar compartilhada - refere-se a uma usina solar com eletricidade distribuída para várias famílias ou empresas.

Condomínio solar caracterizado pelo conjunto de lotes solares

Condomínio solar caracterizado pelo conjunto de lotes solares

O principal objetivo do condomínio de energia solar é de possibilitar que os membros da sociedade interessados nessa proposta tenham a oportunidade de compartilhar dos benefícios dessa energia, mesmo que eles não tenham acessibilidade ao telhado ou prefiram não instalar painéis solares em sua propriedade. Os participantes do projeto beneficiam-se da eletricidade gerada pelo condomínio que custa menos do que o preço que seria normalmente pago pela energia nas distribuidoras.

Condomínio solar é o mesmo que energia solar compartilhada ou colaborativa, em Português, pois tem vários donos da mesma usina. A configuração jurídica de um condomínio pode ser formatada via cooperativa ou consórcio. São categorias jurídicas referente a formação de entidades legais, não categorias de geração de energia. A Resolução Normativa 687/15 da ANEEL define claramente o autoconsumo remoto e geração compartilhada como formas que possibilitam o modelo de condomínio solar.

 

O que a comunidade solar não é

A seguir estão algumas das abordagens que às vezes são confundidas com o condomínio solar:

Compras Coletivas: Grupos de ofertas de compras permitem que um grande número de famílias ou empresas comprem os seus próprios sistemas solares individuais com taxas a granel, através de negociações com uma empresa de instalação solar. Como tal, compras em grupo não resultam em um projeto comum, cada participante beneficia-se separadamente. Em contraste, num projeto de condomínio solar, todos os participantes beneficiam-se do mesmo sistema, que geralmente está localizado num pedaço de terra que não necessariamente precisa ser da propriedade de qualquer um dos participantes e funciona com geração remota.

Tarifa de energia verde: As tarifas de energia verde permitem que os clientes de uma distribuidora compram eletricidade a partir de usinas sustentáveis principalmente da geração de energia renovável solar e eólica. Aqueles que se inscreverem na tarifa verde geralmente não fazem com a finalidade de poupar dinheiro em suas contas de energia, mas eles pagam um preço extra para a eletricidade verde, gerada por parques solares ou eólicas. A participação em um plano de energia verde não resulta necessariamente na construção das usinas adicionais de energia renovável, pois a eletricidade pode ser proveniente de instalações já existentes. A maioria dos condomínios solares, por outro lado, são desenvolvidos com um objetivo principal de poupar o dinheiro dos participantes reduzindo as suas contas de energia com a construção das novas usinas.

Fundos de investimento: Um fundo de investimento junta recursos de um grande número de investidores apenas interessados em retorno financeiro. Sob esses acordos, a compra é configurada puramente como um investimento, e a energia gerada por esse sistema não está associada a fatura de eletricidade do participante nem precisa estar localizado na mesma região da distribuição, Estado, provavelmente nem no mesmo país. Os retornos desses projetos podem ser tributados, ao passo que os benefícios de uma central de geração compartilhada não o são.

 

Condomínio solar, valor mobiliário e impostos

Em condomínios solares existem duas modalidades: Os compradores dos lotes solares podem optar pelo uso da energia como auto geração, recebendo desconto na conta de energia ou comprar como um investimento financeiro com a finalidade de arrendamento para obtenção de lucro, do mesmo jeito que comprar um apartamento em um condomínio residencial para morar ou receber aluguel.

Para evitar leis de valores mobiliários complicados, aplicados no Brasil através da CVM, e a possibilidade de tributação associados, os desenvolvedores e administradores de projetos solares trabalham para assegurar que os seus projetos sejam juridicamente distintos dos investimentos convencionais, tributáveis. Isso é o interesse do próprio governo também se esforçando pela criação dos incentivos para a geração distribuída com fontes renováveis. Os participantes dos condomínios solares, portanto, compram diretamente os lotes concretos como se fosse loteamento residencial. Por estas razões, geralmente há regras que regem a participação nos condomínios. Por exemplo, os consumidores de energia participantes são os que estão geograficamente localizados dentro da área de concessão ou permissão de uma distribuidora caso de aluguel ou se a compra for com intuito de autogeração.

Crowdfunding Online: Empresas como a COSOL abriram o investimento em energia renovável para a população através de plataforma on-line permitindo que praticamente qualquer pessoa passe a investir em lotes de novas instalações de sistemas de energia solar. Diferente dos fundos de investimento, nesse caso cada investidor compra seu lote concreto identificado e cadastrado pela COSOL e não apenas uma quota de participação financeiro. Assim a compra do lote não é considerada um valor mobiliário mas sim um imóvel com geração instalada. Dado o proprietário pode usar o lote para o próprio consumo ou arrendar para terceiro no mesmo Estado da usina e a locação é independente do condomínio solar ou da plataforma intermediário, não configura investimento mobiliário pois o rendimento não advém dos esforços de terceiros, assim nem é competência da CVM.

 

 

Quais são os benefícios?

Por ser um conceito relativamente novo, novos grupos, empresas e consumidores em geral estão entrando nesta indústria de geração própria de energia. Por esta razão, é importante que qualquer um que considere uma vantagem utilize formas de comparação da energia solar em todas as ofertas disponíveis, incluindo opções de instalação nos telhados, a fim de encontrar o que oferece o melhor valor para eles.

Em poucas palavras, um condomínio solar oferece a oportunidade para praticamente qualquer pessoa poder gerar a própria energia solar, sem a necessidade da instalação de painéis solares em seu telhado ou sua propriedade. Isso é principalmente interessante em cidades verticais onde as pessoas não tem acesso ao telhado e mesmo em casas onde o riso de furto ou sombreamento futuro é considerável.

Resumo de como funciona uma geração remota, através do condomínio solar. - Créditos da imagem: Prátil.

Resumo de como funciona uma geração remota, através do condomínio solar. - Créditos da imagem: Prátil.

 

Benefícios financeiros do condomínio solar

Graças principalmente ao sistema de compensação, em um número crescente de Estados, a opção de geração compartilhada de energia solar está ganhando força como principal meio para aqueles que não podem gerar a energia solar na cobertura de usufruir dos benefícios que os sistemas de energia solar oferecer.

Assim como um sistema de energia solar instalado em um telhado, o sistema de compensação permite que uma família ou empresa receba os créditos associados a um projeto de energia renovável com outros consumidores, os quais não compartilham de um mesmo medidor de eletricidade. Esses créditos valem tanto quanto o que eles iriam pagar pela eletricidade para a distribuidora. Por exemplo, cada unidade (quilowatt-hora ou kWh) de eletricidade gerada pelo condomínio solar será efetivamente descontado da conta de energia do participante em uma base de um para um; Se a parte do participante da planta produz 5kWh de energia elétrica em um determinado dia, eles receberão 5kWh de créditos de medição em sua conta de energia quais possa usar dentro de 5 anos.

Enquanto a compensação está ajudando a promover projetos de energia solar em todo o país, outros modelos já estão surgindo para permitir que os consumidores e desenvolvedores possam se envolver. Um relatório sobre o futuro da energia solar elaborado pelo Departamento de Recursos Energéticos de Massachusetts (FAZEDOR, sigla em inglês) sugere que outros programas podem suplantar o sistema de compensação, como cotas de medição estaduais que são preenchidos e modelos alternativos tornam-se mais comuns. Embora o relatório é para o contexto Massachusetts, suas observações se aplicam a outros Estados e Países também.

Os créditos tributários incentivam diretamente as empresas a financiar o desenvolvimento das usinas nos casos em que o condomínio possua insuficientes apetite fiscal (ou seja, eles não pagam o suficiente em impostos para beneficiar de um crédito de imposto). Eles também reduzem o custo de instalação de um sistema, assim a eletricidade do sistema fotovoltaica torna-se mais acessível, graças a capacidade em se beneficiar dos incentivos, incluindo governamentais federais e estaduais como isenção do ICMS, PIS e COFINS.

Embora projetos de energia solar compartilhados visem ajudar os participantes a economizar dinheiro, também pode haver casos em que os resultados ambientais ou sociais são o objetivo principal. 

 

Modelos de participação

Os projetos e programas solares compartilhados são normalmente oferecidos em dois formatos:

 

Projetos baseados em propriedade

Quando os projetos são baseados em propriedade, os participantes podem comprar seus painéis ou financiá-los através de um empréstimo concedido pelo desenvolvedor do projeto ou pelo seu próprio banco. Desta forma, os modelos baseados na propriedade são muito semelhantes aos da compra de um sistema, exceto, é claro, que nenhum sistema será instalado no telhado ou na propriedade do participante. Em vez disso, o participante irá possuir um determinado número de painéis na matriz, ou, em vez disso, um certo capacidade instalada expressado em kilowatts picos (por exemplo, 5 kWp) de capacidade total da planta solar (até 5 MWp no Brasil).

Nesses programas, os participantes só podem comprar lotes gerando energia suficiente para atender a seu consumo anual de eletricidade. A proporção correspondente a geração real do projeto serão creditados ao cliente através da sua fatura de eletricidade salvo arrendado para inquilinos.

 

Projetos baseados em aluguel

No modelo de condomínio solar baseados em aluguel, a participação é mais fluida: um o vários terceiros ou uma distribuidora irá desenvolver e possuir o projeto, podendo investir nele com o objetivo de aproveitar créditos fiscais associados e estender uma oportunidade para o público a participar . O projeto será geralmente administrado pelo diretoria do condomínio, que irá gerir as inscrições dos participantes e de faturamento. Ou seja os proprietários dos lotes, se quiserem podem arrendar-los para outros consumidores.

Os detalhes do programa podem variar, mas a maioria exigem taxas iniciais para se juntar ao mesmo tempo oferecendo economias de imediato. Neste caso, a subscrição de um projeto de condomínio solar é semelhante a inscrever-se para usar energia verde, exceto que em vez de pagar um prémio para energia limpa, os participantes vão pagar um preço mais baixo para a sua eletricidade.

Tal como acontece com projetos baseados em propriedade, há limites para a participação. Os inquilinos e proprietários autogeradores devem residir na área da distribuidora do condomínio, e a sua cota de energia através do projeto não ultrapassará 90% do seu uso de eletricidade.

Programas baseados em assinatura permitem que os participantes entrem ou saiam facilmente. Se um assinante decide optar por sair ou mudar para uma área de distribuição diferente, seu lugar será aberto para o próximo participante aspirante na fila de espera.

Referência: EnergySage


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Empresas geram e compartilham energia solar

Conheça esse modelo e entenda os benefícios! 

6 dúvidas frequentes sobre energia solar

Deixar a casa iluminada, ligar a televisão ou o computador, tomar um banho quente e saber que este consumo, além de ajudar o planeta, ainda vai representar uma bela economia na conta de luz. Ganhos assim, são possíveis quando se investe neste sistema alternativo de geração elétrica.

Utilizar a energia de maneira inovadora, sustentável e inteligente através do que a natureza nos oferece gratuitamente: o sol. Uma fonte de energia inesgotável e não poluente. Um verdadeiro presente do meio ambiente para as nossas vidas e que podemos recompensa-ló fazendo uso da energia solar, diminuindo o impacto que causamos no nosso querido planeta.

Apesar de ser um assunto em alta nos tempos atuais, ainda existem algumas dúvidas sobre energia solar. Por isso, resolvemos clarear o assunto, respondendo alguma das questões mais frequentes. Confira!

As 6 questões mais frequentes: 

  1. A geração de energia é suficiente para suprir toda uma casa? R: Sim. O sistema de geração fotovoltaico é modular e você vai utilizar a quantidade de placas referente a sua necessidade de consumo. No caso de condomínios solares, você comprar um lote que produza uma geração equivalente ao seu consumo.
  2. O que acontece se ocorrer uma produção de energia maior do que o meu consumo? R: A geração de energia pode ocorrer em um nível maior do que o consumo, devido a um mês com um alta na incidência da radiação ou mesmo por conta do consumo ter sido considerado baixo em um determinado mês. Nesse caso será gerado um crédito de energia que poderá ser utilizado no período de até 36 meses.  
  3. O que significa dizer que o sistema é conectado a rede? R: Que dizer que a sua unidade consumidora não será independente da rede. O sistema de geração fotovoltaico gera uma "energia secundária" que utiliza a sua rede de energia já disponível pela distribuidora. Ou seja, não é necessário instalar uma rede diferente. 
  4. É possível ter energia mesmo nos dias frios ou nublados? R: Sim. É possível gerar energia nesses dias, pois o nível de radiação no Brasil é bom, mesmo que esteja nublado. Lembre-se que as placas geram energia a partir da radiação e não da temperatura. 
  5. Como funciona o Programa de incentivo Geração Distribuída? R: Em dezembro de 2015 foi lançado pelo Ministério de Minas e Energia o programa conhecido como ProGD que conta com linhas de incentivo para a geração de energia, especialmente a solar, no Brasil. O programa conta com incentivo no financiamento, melhorias na tributação para diminuir os gastos com o processo, formação de mão de obra e outras medidas afim de fomentar a geração de energia solar.
  6. Como funciona um condomínio solar? R: O condomínio solar é uma fonte de geração distribuída e economia compartilhada. Ele funciona como Sociedade de Proposito Específico onde várias pessoas podem comprar uma quantidade de placas instaladas no condomínio, chamadas de lotes solares, de acordo à sua necessidade de consumo. Uma das principais vantagens em utilizar os condomínios é a economia proporcionada pela instalação em grande escala das placas, proporcionando o barateamento da instalação ao invés de sistemas individuais no telhado, que ainda possui preços elevados. O Responsável pelo condomínio encaminha os dados de todas as unidades consumidoras participantes para a distribuidora de energia e essa disponibiliza a chegada da energia gerada no condomínio até a sua casa ou empresa. Além do fator econômico, se preferir você poderá comprar um lote e aluga-lo para terceiros, estes receberão a geração de energia produzida e você receberá a quantia referente ao valor do aluguel pago, da mesma maneira que o aluguel de imóveis residenciais. 

Com essas questões esclarecidas é possível mensurar o quanto a energia solar contribui na nossa economia, não é mesmo? 

Ainda tem dúvidas? Escreve aqui nos comentários que buscaremos responde-las.


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A produção de energia e a preservação ambiental

Para crescer, o Brasil precisa de energia barata. O país necessita de energia o quanto antes e garante que adota medidas para preservar o meio ambiente e a população atingida. Mas as entidades ambientais, nacionais e internacionais, questionam essa proteção e defendem o incremento de energias alternativas, mesmo que a um custo maior. 

energia sustentavel + preservacao ambiental + cosol

Os relatórios do Greenpeace, sobre a construção de hidrelétricas na região amazônica, são críticos sobre a postura do governo brasileiro sobre a produção de energia. Num deles, afirma que a usina de Belo Monte, já em funcionamento, "resultou em uma pilha de problemas sociais, ambientais e econômicos". Os questionamentos se voltam agora para o projeto de mais uma grande barragem na região, a hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, ainda não licitada mas com conclusão prevista para 2021.

Comandado pelo ministro Fernando Coelho Filho (foto), o Ministério de Minas e Energia, a despeito das críticas, afirma que as usinas hidrelétricas são importantes para o crescimento do país. Acrescenta, que a "nossa geografia favorável à geração desse tipo de energia, que ainda é a mais barata disponível na matriz elétrica brasileira". Afirma também, que "um país como o nosso, de grandes dimensões e em desenvolvimento, precisa expandir sua geração de energia elétrica". O governo garante que esses empreendimentos fixam previamente planos de compensação ambiental e social.

Mas para o Greenpeace, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) do projeto de São Luiz do Tapajós falha ao avaliar a viabilidade socioambiental da obra. "Com graves problemas metodológicos e omissão de informações, ele não mede adequadamente os impactos. Se tivesse sido realizado da forma correta, mostraria a inviabilidade desta hidrelétrica", diz a entidade internacional.

Diz ainda, que a obra ainda tem potencial de causar o desmatamento indireto de uma área de mais de 2 mil km² de florestas. O Greenpeace também questiona o custo dessas obras. Relata que as hidrelétricas de Belo Monte, Santo Antonio e Jirau, mostram que os números podem chegar ao dobro. O custo inicial de Belo Monte foi "estimado em R$ 16 bilhões, valor que pulou para R$ 19 bilhões no momento do leilão e que hoje já soma cerca de R$ 30 bilhões".

O Brasil planeja construir, até 2024, 22 usinas hidrelétricas, que resultarão num aumento da produção de energia de 28.349 MW. Só a de São Luiz, que deve ficar pronta em 2021 e produção prevista é de 8.040 MW. O governo argumenta que a matriz energética brasileira é diversificada.

Seus dados estatísticos informam que, de 2014 a 2015, a produção de energia hidrelétrica cresceu 3%. Enquanto isso, a Bioenergia foi ampliada em 5,2%, a Fóssil em 3,4%, a Nuclear em 6,1%, a Eólica em 13,7% e a Solar em 94,3%. As autoridades pretendem demonstrar ainda, que mesmo buscando outras alternativas, não é viável mudar a matriz energética de um país não se faz da noite para o dia. Alega ainda que, atualmente, o custo de produção é elevado. A hidrelétrica  é a energia mais barata disponível. 

Para o Greenpece, o Brasil deveria investir ainda mais em "fontes renováveis de energia, como a eólica, a solar e a biomassa". Acelerar o processo. Cita usinas eólicas em construção na Bahia, no Ceará, no Piauí, no Rio Grande do Norte e no Rio Grande do Sul. Ao mesmo tempo em que critica, a entidade propõe alternativas. Relata que a empresa franco-belga Engie anunciou disposição de investir R$ 8 bilhões no Brasil nos próximos cinco anos. O foco é a energia solar distribuída.

E diz mais: "em 2015, a China alcançou dois novos recordes mundiais de energia limpa, por instalar 30,5 gigawatts (GW) de energia eólica e por instalar 16,5GW de energia solar. Por isso, a política do governo brasileiro seria "ultrapassada, de custo elevado, sérios impactos negativos socioambientais e um rastro de destruição ambiental". 

Fonte: O Globo.


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Mudança da unidade consumidora

Entenda quais são as diferenças entre a mudança da unidade consumidora no caso de um sistema solar instalado no telhado da sua casa ou empresa e no caso do aluguel de um lote.