inovação

Startup recebe R$ 400 mil em Edital de Inovação para a Indústria

Os projetos selecionados terão o suporte de até R$ 400 mil, no formato de prestação de serviços, dos Institutos de Inovação e Tecnologia do Senai para realizar a execução e o desenvolvimento do projeto.

China implanta pesadas multas contra a poluição

China implanta pesadas multas contra a poluição

O problema atinge pelo menos 500 milhões de cidadãos e é o responsável por um terço das mortes registradas na China todos os anos.

Grandes empresários criam fundo de investimento para energia renovável

Um time de grandes milionários por todo o mundo, na qual se inclui Bill Gates, revelou no ultimo domingo um inovador fundo de investimento de aproximadamente mil milhões de dólares destinado o financiar os avanços na produção de energia renovável. 

O fundo, nomeado Dubbed Breakthrough Energy Ventures, tem como objetivo inserir dinheiro em ativos e tecnologia energética que a longo prazo seja capaz reduzir a emissão do gases de efeito de estufa.

Os investidores incluem Jeff Bezos, fundador da Amazon, Richard Branson,da Virgin, Jack Ma, dirigente da Alibaba, John Arnold, um multimilionário que comercializa gás natural, e tambémo fundador da cadeia de hotéis Kingdom, Alwaleed Bin Talal. No ano passado, Bill Gates já avia anunciado a coligação chamada  Breakthrough Energy, um grupo de investidores que prometeu dedicar parte das suas fortunas nas tecnologias energéticas.

Sinto-me virtuoso por trabalhar com estes investidores a fim de construir uma fundação poderosa de investimento público nas pesquisas energéticas”, disse Bill Gates num comunicado. “O nosso propósito é construir empresas que ajudem o expandir a próxima geração de energia livre de emissões para o mundo”. 

Bill Gates, co-fundador da Microsoft, passou grande parcela do último ano o apelar para avanços na geração energética. Para Gates, ações como energia solar, nuclear e carros elétricos podem resolver, o curto prazo, o problema do aquecimento global. 

O co-fundador da Microsoft apoiou, diretamente, algumas startups de energia e encorajou demais CEO a seguirem o seu caminho.

Fonte: Economia Online, por Pedro Sousa Carvalho.

Dados da ANEEL sobre geração distribuída

Você sabia que o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica e fornecer o excedente para a sua distribuidora? Trata-se do Sistema de Compensação de Energia Elétrica, que permite ao consumidor usar energia gerada através micro ou minigeração distribuída em sua casa, comércio ou indústria, conforme regulamento da ANEEL. Ao gerar energia a partir de qualquer fonte renovável ou cogeração qualificada, o consumidor alia economia financeira e consciência socioambiental. Além disso, quando se gera mais do que se consome, a energia é fornecida para a distribuidora, gerando créditos que podem ser consumidos em até 60 meses.

Dados da ANEEL referente a geração distribuída.

Dados da ANEEL referente a geração distribuída.

Micro e Minigeração Distribuídas

Desde 17 de abril de 2012, quando entrou em vigor a Resolução Normativa ANEEL nº 482/2012, o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis (como energia solar, energia eólica) ou cogeração qualificada e inclusive fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade. Trata-se da micro e da minigeração distribuídas de energia elétrica, inovações que podem aliar na economia financeira, consciência socioambiental e autossustentabilidade.

Os estímulos à geração distribuída se justificam pelos potenciais benefícios que tal modalidade pode proporcionar ao sistema elétrico. Entre eles, estão o retardação de investimentos em expansão dos sistemas de transmissão e distribuição, o impacto ambiental é baixo, a redução no carregamento das redes, a minimização das perdas de energia e a diversificação da matriz energética.

Com o objetivo de reduzir os custos e tempo para a conexão da microgeração e minigeração; compatibilizar o Sistema de Compensação de Energia Elétrica com as Condições Gerais de Fornecimento (Resolução Normativa nº 414/2010); aumentar o público alvo; e melhorar as informações na fatura, a ANEEL publicou a Resolução Normativa nº 687/2015 revisando a Resolução Normativa nº 482/2012.
 

Principais inovações

Segundo as novas regras, que começaram a valer em 1º de março de 2016, é permitido o uso de qualquer fonte renovável, além da cogeração qualificada, denominando-se microgeração distribuída a central geradora com potência instalada até 75 quilowatts (KW) e minigeração distribuída aquela com potência acima de 75 kW e menor ou igual a 5 MW (sendo 3 MW para a fonte hídrica), conectadas na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.

Quando a quantidade de energia gerada em determinado mês for superior à energia consumida naquele período, o consumidor fica com créditos que podem ser utilizados para diminuir a fatura dos meses seguintes. De acordo com as novas regras, o prazo de validade dos créditos passou de 36 para 60 meses.

Outra inovação da norma diz respeito à possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios (empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras). Nessa configuração, a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores. É a figura da “geração compartilhada”, possibilitando que diversos interessados se unam e utilizem a energia solar gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados.

Com relação aos procedimentos necessários para se conectar a micro ou minigeração distribuída à rede da distribuidora, a ANEEL estabeleceu regras que simplificam o processo: foram instituídos formulários padrão para realização da solicitação de acesso pelo consumidor e o prazo total para a distribuidora conectar usinas de até 75 kW, que era de 82 dias, foi reduzido para 34 dias. Adicionalmente, a partir de janeiro de 2017, os consumidores poderão fazer a solicitação e acompanhar o andamento de seu pedido junto à distribuidora pela internet.


Crédito de energia

Caso a energia injetada na rede seja superior à consumida, cria-se um “crédito de energia” que não pode ser revertido em dinheiro, mas pode ser utilizado para abater o consumo da unidade consumidora nos meses subsequentes ou em outras unidades de mesma titularidade (desde que todas as unidades estejam na mesma área de concessão), com validade de 60 meses.

Um exemplo é o da microgeração por fonte solar fotovoltaica: de dia, a “sobra” da energia solar gerada pela central é passada para a rede; à noite, a rede devolve a energia para a unidade consumidora e supre necessidades adicionais. Portanto, a rede funciona como uma bateria, armazenando o excedente até o momento em que a unidade consumidora necessite de energia proveniente da distribuidora.


Fonte: Aneel


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Estudo aponta o Brasil como país atraente para investimento em energia renovável

o setor de energia renovável recebeu mais do que o dobro de investimentos em comparação com a geração tradicional, no ano passado, de acordo com as Nações Unidas.

Imagem: Pexels

O relatório de março da agência ambiental da ONU, a UNEP ( Programa das Nações Unidas para o Ambiente, na sigla em inglês), mostra ainda que esse segmento acrescentou mais capacidade de geração no mundo no ano passado do que o gás e o carvão natural, por exemplo.

Além dos estímulos públicos e de compromissos ambientais internacionais, o fator que está gerando esse grande crescimento é a redução de custos na implantação, através das inovações tecnológicas que possibilitam ganho de escala.

Segundo a Agência Internacional de Energia Renovável, desde 2009 houve forte queda no custo das placas solares (cerca de 80%) e das turbinas eólicas (cerca de 40%).  Um estudo divulgado pela entidade mostra que os preços dessas modalidades de eletricidade pode ter uma redução de 59% até 2025.

O Brasil vem seguindo essa trajetória de crescimento e também se beneficia das condições naturais favoráveis. Além de a tecnologia estar contribuindo, o Brasil possui o melhor vento do mundo para a geração de energia eólica e um dos melhores índices de radiação na grande maioria dos dias do ano.

Brasil é o sexto país mais atraente para investimento em energia renovável. 

Brasil é o sexto país mais atraente para investimento em energia renovável. 

Como funciona o índice acima: O estudo identifica fatores como necessidade de nova energia, políticas favoráveis, condições de financiamento e infraestrutura, recursos naturais e ambiente favorável ao investidor. 

A tendência do mercado de energias limpas é crescer cada vez mais, além de todos os fatores já citados, a consciência de sustentabilidade floresce em grande escala na atual sociedade ocasionando forte uso das renováveis. Vamos juntos fazer com que o Brasil seja uma referência nesse assunto.   

Fonte: Folha de São Paulo.


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Conheça as novidades sobre estocagem de energia em casa

A atenção com a disponibilização de meios alternativos destinado o produzir e armazenar energia elétrica de tal forma que não agrida a natureza é, felizmente, cadadia maior. Além do mais, essa preocupação é ampliada para que a soluções não sejam excessivamente onerosas para os usuários. Afinal de contas, o investimento em eletricidade sustentável deve ser realizado visando a um bom custo-benefício para que, acima de tudo, essas tecnologias tornem-se acessíveis e, consequentemente, sejam difundidas entre a população.

Estocagem de Energia

Tudo isso fomenta diversas ideias destinado as pesquisas envolvendo a estocagem de energia. E como consequência do aperfeiçoamento das investigações envolvendo o tópico, temos, nos dias de hoje, um mercado relativamente adequadamente abastecido com opções que podem ser aderidas.

Tesla Powerwall

O Powerwall é um novíssimo recurso de estocagem de energia em casa que acabou de ser lançado pela fabricante de automóveis Tesla. Trata-se de um kit de baterias de íon lítio, medindo 1,2m de altura, 91cm de largura e apenas 15cm de espessura — o que caberia perfeitamente em uma garagem sem ocupar muito espaço.

Seu modelo de entrada possui a capacidade de 7Kwh, o que dá uma boa autonomia mesmo em épocas com pouco sol, tendo em vista que a fonte de alimentação da Tesla Powerwall é a energia solar proveniente de placas de captação.

O principal diferencial dessa bateria é que ela é ligada à internet, permitindo que o próprio fabricante possa realizar a administração da utilização, buscando extrair o máximo de eficiência.

Bateria orgânica

A bateria orgânica é um modelo de bateria de fluxo que possui como principal objetivo proporcionar os benefícios do armazenamento de energia proveniente da luz solar, mas com a vantagem de poder lançar mão de materiais mais baratos para a sua devida funcionalidade.

Em vez dos tradicionais metais, a bateria orgânica desenvolvida pela Universidade de Harvard possui como vetores de transformação de energia o bromo e o acido bromídrico, que além de serem mais abundantes na natureza e consequentemente mais baratos, podem ser facilmente manipuláveis e terem inclusive a tensão alterada de acordo com o volume nos tanques.

Esse modelo, apesar de ter se demonstrado bem eficaz, ainda está em fase final de desenvolvimento, e promete aquecer o mercado e a adesão dos usuários à utilização de energia solar como principal fonte de alimentação dos componentes elétricos residenciais.

Bateria SimpliPhi

A empresa norte-americana SimpliPhi Power desenvolveu um modelo de bateria que promete resolver problemas de superaquecimento e incêndio e, consequentemente, entregar um produto muito menor do que os outros presentes no mercado, dada a não necessidade de utilização de sistemas internos de refrigeração. Isso foi possível devido à substituição do tradicional composto de íon lítio ou outros metais como o níquel e o cádmio por fosfato de lítio-ferro, que trabalha de forma eficiente mesmo sem o resfriamento necessário.

O resultado é uma bateria do tamanho aproximado ao de uma caixa de sapatos, e com a mesma capacidade energética dos outros modelos citados.

Viu como várias tecnologias sustentáveis vêm sendo desenvolvidas? Bom para o meio ambiente e bom para os consumidores, que, daqui a algum tempo, não mais precisarão pagar contas tão caras para as concessionárias geradoras e distribuidoras de eletricidade!

Fonte: Solar Volt

Energia solar deve ter espaço e novas formas de expansão no Brasil, diz ministro

O governo brasileiro está estudando modelos para impulsionar a geração solar fotovoltaica no país, afirmou o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, nesta quinta-feira (30/6) na abertura do Brasil Solar Power, no Rio de Janeiro. Para o ministro, o segmento da geração solar fotovoltaica é importante para o matriz energética brasileira e novas formas de incentivar o setor devem ser perseguidas, para que o segmento não fique dependente apenas dos leilões.

“O Brasil compete com outras oportunidades, não há sol só no Brasil, o sol existe em muitos outros países. Se não criarmos um ambiente mais competitivo, mais favorável, o recurso encontra rentabilidade em outro local e isso é tudo que não queremos nesse momento”, disse o ministro.

Coelho Filho destacou que a administração do governo brasileiro continuará contratando energia através de leilões, no entanto defendeu que possa ser feita uma restruturação na maneira como a contratação está sendo feita.

“Nós teremos sim leilão de energia ainda neste ano, teremos sim participação relevante para a solar fotovoltaica nesses próximos leilões. Mas antes de contratarmos nova energia, há alguns problemas que temos de endereçar como Ministério, e o diagnostico já está quase pronto. Algumas medidas já estão sendo tomadas, sobretudo sobre a sobrecontratação. Não podemos nos dar ao luxo e apostar apenas em uma receita, a receita do leilão”, disse o ministro na abertura do evento.

A expansão da geração solar distribuída - quando a energia é produzida no núcleo de consumo, podendo ser gerada inclusive pelo próprio consumidor – é uma das possibilidades que se descortinam para a indústria solar no país, disse Coelho Filho. Além disso, o MME estuda formas de viabilizar financiamentos destinado o a geração distribuída, inserido nos estudos do ProGD, emitido pelo Ministério no fim do ano passado em parceria da Associação Brasileira da Indústria Solar Fotovoltaica. Segundo o ministro, o MME já está dialogando com o Ministério das Cidades para que seja analisada a possibilidade do FGTS como uma das fontes de financiamento desse segmento.

Outra possibilidade de expansão da energia fotovoltaica está no Norte do país, para atender os sistemas isolados, exemplificou Coelho Filho. Segundo o ministro, está em estudo no Ministério formas de expandir o atendimento a essas áreas com a geração solar distribuída.

“Temos o sistema no Norte que gera uma das energias mais caras do mundo. Muito do que passa a Eletrobras é fruto do alto custo e da dificuldade de geração no Norte do Brasil. Estamos endereçando uma grande ação para que além dos leilões possamos ter um outro flanco para animarmos o setor”, disse.

A expansão da geração de energia renovável terá especial atenção MME, defendeu o ministro: “O compromisso com as fontes renováveis não é somente um compromisso da Absolar, mas sim um compromisso da minha geração. Minha geração tem compromisso com as fontes de energia de baixo carbono. Estamos estudando uma política energética que possa sinalizar de forma muito clara, uma política industrial que possa dar isonomia tributária para essa fonte e também incentivarmos a produção da indústria nacional”, afirmou.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social Ministério de Minas e Energia

Avanço da energia solar está atrelado à inovação e geração de empregos, diz empresário americano

A criação de incentivos econômicos e de inovação tecnológica pode auxiliar para ampliar o mercado de energia renovável e a geração de empregos, principalmente para a parcela mais jovem da população, avalia o empresário americano Arthur Haubenstock. Vice-presidente para Assuntos Governamentais e Regulatórios da 8minutenergy Renewables, empresa que ocupa o terceiro lugar na geração de energia solar nos Estados Unidos, ele participou nesta terça-feira (28) de audiência pública na Comissão Mista Permanente sobre Mudanças Climáticas (CMMC).

O empresário falou inclusive a respeito da política energética do estado da Califórnia, que deseja elevar a participação da energia solar até 2030.

— Os investidores estão entusiasmados, o público também, à medida que os custos caem. A energia solar está ganhando leilões. No Texas, está se tornando uma commodity, competindo com o gás natural e ganhando em preço. A energia solar está se tornando cada vez mais competitiva, os preços vão cair ainda mais, assim como o dos celulares e computadores — declarou Haubenstock.

Nova matriz

O empresário disse que o assunto ambiental não influenciou diretamente a Califórnia na adesão da energia solar. Mas a crise energética que atingiu o estado norte-americano no ano de 2001, gerando restrições no abastecimento de energia e de gás natural, fomentou investimentos na área.

— Houve manipulação do mercado e apagões. A Califórnia dependia do gás natural. Decidiu-se que a melhor maneira era diversificar o fornecimento de energia e usar a energia eólica e solar, para aumentar a sua matriz energética, e para que ninguém conseguisse aumentar o preço da energia — afirmou.

Desde 2002 a 2008, informou, houve pouca oferta de energia renovável implementada, porém a crise econômica possibilitou a oferta de vantagens econômicas destinadas o a geração de energia solar nos Estados Unidos. Em 2010, a capacidade instalada era pouca. Em 2016, o investimento expandiu-se em resposta às vantagens fiscais implementadas pelo governo.

— O importante é que os incentivos não tenham um prazo muito específico, porque isso atrapalha a evolução da indústria. Você tem um boom e depois uma parada brusca. Estamos escalonando esse processo, para interrompê-lo de forma gradual.

Mercado consumidor

painel solar sol

O matriz solar responde por 6,1% da energia produzida no território norte-americano, disse Haubenstock. Ele considera que a adesão dos incentivos adequados e um mercado consumidor favorável contribuirão para a expansão dessa matriz no Brasil, assim como nos EUA. 

 

— Geramos muitos empregos, a mão de obra não muito qualificada foi treinada para trabalhar. As mudanças são rápidas. A combinação de incentivos econômicos criou ímpeto de consumo para a produção de células fotovoltaicas e outras tecnologias para a produção de energia renovável. Os investimentos em fabricação reduzem custos, os preços reduziram e vão reduzir ainda mais, desde que a demanda continue — afirmou.

Haubenstock disse ainda que a combinação entre hidroelétricas e usinas de energia solar ou eólica permite a utilização eficiente das redes já existentes.

— A energia solar, de dia, permite à hidro poupar água, quando necessário. Há empresas que combinam células fotovoltaicas com outras tecnologias. Todas as tecnologias podem trabalhar juntas. Usinas solares e eólicas são vantagem para centros rurais. Na Califórnia, inovações se uniram para criar uma rede mais sustentável, mais barata e mais verde.

Na Europa, avaliou, o desenvolvimento da energia solar foi ditado por razões geopolíticas, para reduzir a dependências do gás natural fornecido pela Rússia. O empresário ressalta que a China também aumentou a produção de células solares, e que os Estados Unidos tiveram a oportunidade de aproveitar o baixo custo desses equipamentos.

Brasil

Relator da comissão mista, o senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) disse que o Brasil já iniciou esforços para adotar energias renováveis. Ele destacou o compromisso assumido pelo governo federal de ter, até 2030, pelo menos 23% da energia produzida no país proveniente dessas fontes.

Já a senadora Regina Sousa (PT-PI) disse não entender a demora do Brasil em investir na geração de energia solar.

— O investimento é alto, mas compensa. Não entendo por que o governo não investe nesses projetos em creches e escolas, para funcionar mais rápido — concluiu.

Fonte: Agência Senado