meio ambiente

O que é realmente ser sustentável?

O que é realmente ser sustentável?

Até que ponto, um processo que se diz sustentável não impacta o microambiente onde  ele está inserido ou, mais ainda, o meio ambiente na sua totalidade?

Se você está pensando nos planos para 2017, tente adicionar esse

Já que 2016 está chegando ao fim, a maioria das pessoas estão pensando sobre o que desejam realizar em 2017.Que mudanças eles querem ver, que influencie no o estabelecimento de melhores hábitos e instituem metas para realizar.

Desejamos-lhe sorte em todos os seus objetivos, mas queremos que você adicione mais um item à sua lista:

Queremos que você tente plantar uma árvore em 2017.

Alvorada na estrada para a cidade de Rio Claro, no interior de São Paulo. (Créditos de imagem: Chantal Wagner)

Alvorada na estrada para a cidade de Rio Claro, no interior de São Paulo. (Créditos de imagem: Chantal Wagner)

Seja em sua casa ou em sua comunidade, tente plantar uma árvore no ano de 2017. Se você não quiser parar em 1, vá em frente. Quanto mais melhor!

Se você mora em uma ambiente urbano ou rural plantando uma árvore vai gerar um impacto positivo duradouro para você e sua comunidade.

Com bilhões de árvores sendo derrubadas o cada ano é importante que haja esforços para colaborar na combater o esse problema.Os benefícios das árvores são diversos e o impacto duradouro que você pode ofertar para as gerações futuras é enorme.

Seu esforços conseguem até inspirar outras pessoas a fazer ações semelhantes.

Por favor, compartilhe esta meta com seus amigos e familiares. Cada árvore pode e fará a diferença.

Desejamos que o seu 2017 seja um ano sustentável e repleto de boas energias!  

Fonte: Redação COSOL.


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E se queimarmos todo o petróleo do mundo?

Se isso acontecer é bom saber nadar.

A economia dos recursos naturais e energéticos e a solução para os problemas ambientais

Em primeiro lugar, vamos começar pela definição do que são Recursos Naturais. De modo geral, Recurso Natural é toda substância encontrada na natureza capaz de ser aproveitada para garantir a sobrevivência de uma determinada espécie, satisfazendo suas principais necessidades de alimentação, habitação, locomoção e reprodução, dentre outras.

Existem basicamente 4 tipos de Recursos Naturais:

- Recursos Minerais: água, solo, ouro, prata, cobre, bronze; 
- Recursos Energéticos: sol, vento, petróleo, gás; 
- Recursos Renováveis: madeira, peixes, vegetais – podem ser finitos, a depender do seu grau de utilização
- Recursos Não-Renováveis: petróleo, gás, demais minérios – podem ser recuperados, porém em escalas de tempo sobre-humanas.

Como podemos perceber analisando o breve esquema acima a maioria dos recursos naturais, mesmo os renováveis, podem não ser inesgotáveis, principalmente se forem utilizados de maneira irresponsável e em larga escala. Com isso, talvez o maior desafio, não somente dos gestores ambientais, mas de toda a espécie humana, seja justamente o de conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação e conservação do meio ambiente.

E uma boa alternativa pode ser, realmente, a utilização de fontes de energia limpas, baratas e economicamente viáveis, para que sejam atendidas todas as necessidades energéticas da humanidade, porém, sem prejudicar nem esgotar as reservas naturais, preservando-as e conservando-as para as próximas gerações que estão por vir.

Diversas soluções criativas e viáveis vêm surgindo, dia após dia, em todo o mundo. Painéis solares à base de garrafas PET, biodigestores, moinhos e cataventos geradores de energia eólica, geradores de energia a partir das ondas do mar, carregadores de celular à base de energia solar, carros movidos à energia elétrica ou solar, computadores que funcionam movidos a pedais de bicicleta, enfim, uma verdadeira infinidade de idéias inovadoras que, com investimento e, sobretudo, boa vontade, podem perfeitamente ajudar a solucionar boa parte dos problemas ambientais, nesse caso, suprir nossas necessidades energéticas de locomoção e bem-estar.

Fonte: Esse texto é parte integrante do livro "A Gestão Ambiental e a Solução para os Diversos Problemas Ambientais" do Gestor Ambiental Lucas Seixas Souza, disponível em: http://lucasseixas.wixsite.com/agestaoambiental


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Esgotamos o orçamento ecológico anual dos recursos renováveis da Terra

Hoje, dia 8 de Agosto, foi o dia em que a exploração humana ultrapassou o orçamento ecológico do planeta Terra.

Passaram apenas 221 dias e a humanidade já conseguiu esgotar o *orçamento ecológico* anual que o planeta Terra consegue assegurar, ou seja, a partir deste dia estaremos a consumir mais recursos do que o nosso planeta consegue renovar em um ano.

Em 1975, o orçamento ecológico anual terminou em Novembro. Em 2000, o *orçamento ecológico* anual terminou em Setembro. Em 2015, foi no dia 13 de Agosto que se deu a passagem desta marca. Ano após ano, consumimos mais rapidamente os recursos que a Terra nos oferece para um ano. Os principais fatores que levam ao esgotamento antecipado do orçamento ecológico são sem dúvida:

  • O crescimento da população;
  • As crescentes emissões de dióxido de carbono;
  • A má gestão das florestas e dos oceanos;

Em comunicado, a Global Footprint Network  (GFN) disse: “Emitimos mais dióxido de carbono para a atmosfera do que aquilo que os nossos oceanos e florestas podem absorver. Pescamos e colhemos mais e mais rapidamente do que aquilo que conseguimos reproduzir e fazer reflorescer”.

A GFN reune os dados fornecidos pelas Nações Unidas relativos à pegada ecológica do Homem e compara-os com a capacidade do planeta de se regenerar, renovando os recursos e absorvendo resíduos. Atualmente, as emissões de CO2 representam 60% da pegada geral da humanidade.

“Se usamos combustíveis fósseis e emitimos CO2, é urgente que sejamos capazes de armazenar esse CO2 e neutralizá-lo”, explica Mathis Wackernagel, chefe executivo da GFN. O novo acordo internacional sobre o clima adotado pela Cimeira de Paris, em Dezembro de 2015, prevê que, até 2050, consigamos respeitar o orçamento ecológico anual, ou seja, consigamos emitir ao ritmo que os oceanos e as florestas consigam acompanhar.

De acordo com o estudo da GFN, se a pegada ecológica da humanidade seguisse o exemplo da Austrália nem cinco planetas iguais à Terra seriam suficientes para nos sustentar. Mas, se seguíssemos o exemplo da Índia, um único planeta seria-nos mais do que suficiente.

Em média, ao ritmo que a atual exploração leva, são precisos quase dois planetas (1,6). Estas são informações preocupantes para toda a população mundial e, cada vez mais temos de ter em atenção e em consideração o orçamento ecológico para que não ultrapassemos a capacidade do planeta Terra.

Fonte: Blog-Energia 


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