painéis solares

Em vez da parede do Trump, vamos construir uma borda de painéis solares

O presidente eleito Donald Trump pediu frequentemente que o México construa um muro no meio dos países. Realmente, existe um modo do México criar uma barreira entre os EUA e o México, construído especificamente no lado mexicano, com benefícios substanciais para o dois os países e para o planeta: uma fronteira solar.

A radiação solar nos desertos da norte do México é mais intensa que no sudoeste dos EUA por causa da menor latitude e padrões de nuvens mais favoráveis. E também os custos de construção e manutenção para usinas solares no México são consideravelmente mais baixos. Dessa maneira, a construção de uma longa série de tais plantas no decorrer do lado mexicano da fronteira seria capaz de gerar cidades de energia solar em ambos os lados mais rapidamente e mais barato do que construções semelhantes feitas do lado americano da fronteira. 

A energia solar já está sendo produzida em preços menores do que o de carvão. Com as plantas solares ao longo de vastas extensões da fronteira EUA-México de aproximadamente 2.000 milhas no lado mexicano, um recente rede de alta voltagem de corrente contínua (HVDC) poderia ser configurada a fim de transmitir energia de forma efetiva do matriz para centros populacionais. 

As linhas de energia perdem exponencialmente menos energia em longas distâncias do que linhas de energia tradicionais. As cidades que poderiam ser beneficiadas imediatamente incluem San Diego, Tijuana, Mexicali, Tucson, Phoenix, El Paso, Ciudad Juarez, San Antonio e Monterrey. 

Se construíssemos a correspondente o um terço da largura de um campo de futebol ao sul de toda a fronteira entre os EUA e o México, mais amplo em alguma áreas e mais estreito noutro, com um vasto espaço permitido para áreas povoadas e trechos de terreno irregular, geraria energia suficiente para também fornecer para Los Angeles, Las Vegas, Albuquerque, Dallas e Houston. Para as cidades dos EUA, seria uma maneira de obter energia mais barata e mais limpa do que eles podem de outras fontes.

Uma fronteira solar aliviaria diversos problemas binacionais. Por um lado, teria um resultado civilizante dentro de uma área perigosa. 

Como as usinas fazem o uso de medidas de segurança a fim de manter os intrusos fora, a fronteira solar servirá tal como uma cerca de fato, reduzindo a porosidade da fronteira, ao passo que produz benefícios econômicos, ambientais e de segurança em ambos os lados. Isso tornaria o tráfico de drogas, armas e pessoas ainda mais difícil para os cartéis criminais.

No México, a fronteira solar criaria um novo tipo de trabalhos de construção e tecnologia de alta ciência ao longo da fronteira, o que conseguiria absorver uma quantidade significativa de trabalhadores imigrantes que procuram entrar ilegalmente nos Estados Unidos. 

Mais relevante ainda, faria uma colaboração significativa para a luta global contra as emissões de carbono, visto que a eletricidade gerada seria neutra em carbono e a compra de tanta tecnologia solar reduziria seu preço. As plantas seriam construídas usando técnicas ambientalmente sensíveis com o objetivo de evitar a perda de habitat para espécies do deserto.

Além do mais, a rede poderia estender-se às costas, onde podiam ser construídas fábricas de dessalinização ecologicamente sensíveis para a produção de água doce, que podiam ser transportadas para as cidades e áreas agrícolas ao longo da fronteira que sofrem de insuficiência de água, um acontecimento que se agravará já que os efeitos do aquecimento global aumentam a desertificação. Isso reduziria as tensões e a preocupações com a segurança alimentar que vincularam a relações bilaterais ao longo de décadas devido ao concorrido abastecimento de água do Rio Grande e outras fontes de água compartilhadas.

Uma vez instaladas e comprovadas as instalações solares, outras áreas no México poderiam ser adicionadas à rede, aproveitando o know-how acumulado na nova força de trabalho pela experiência inicial de construção. O México tem imenso potencial como país produtora de energia solar, especialmente nos seus desertos de alto deserto central, que proporcionam a combinação mais favorável de clima seco, sem nuvens, de baixa latitude e relativamente frio para a geração solar. Potencialmente, todo o México poderia ser solar-powered um dia.

Como pagar por isso? 

Apesar de ser um grande investimento, o preço de geração de energia solar industrial continua a cair rapidamente, e porque a energia solar mexicana é mais barata para construir e manter do que as instalações comparáveis ao norte da fronteira, os investidores internacionais teriam incentivos fortes. Fortuitamente, as recentes reformas constitucionais do México incentivam o investimento estrangeiro e doméstico no setor de energia elétrica.

A construção da fronteira solar também ajudaria o México a atingir suas metas de mudanças climáticas obrigatórias, que incluem 35 por cento a produção de eletricidade renovável até 2024. As exportações de eletricidade de México para os EUA já existem há mais de um século e floresceu nos últimos anos, o que tornaria relativamente fácil obter garantias internacionais de empréstimo a longo prazo para usinas solares.

Se a iniciativa fosse enquadrada como um grande projeto carismático que tivesse o apoio total do governo mexicano, conquistando a admiração do resto do mundo, posicionaria o México como um líder mundial exemplar no combate às mudanças climáticas. México e os EUA seriam conectados por uma parede verdadeiramente bonita - um símbolo da unidade, visível mesmo do espaço.

Fonte: Huff Post.


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Retorno energético do painel solar

Iremos esclarecer o mito sobre o retorno energético dos painéis solares.

Entenda como funcionam os painéis solares

Uma síntese sobre o funcionamento dos painéis solares.

Um país pobre mesmo sendo um país rico em recursos

Somos vistos como um país afortunado, pela abundância de terras, belas praias e principalmente pelo sol ardente, não existe um símbolo que represente tanto o Brasil como o Sol. O país dispõe um gigante potencial para a geração de energia solar, mas mesmo com essas condições vantajosas o uso desse tipo de energia é pouco considerado.

É necessário ter consciência do enorme potencial de energia solar do país. Esse potencial se tornou ainda mais relevante quando a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) estabeleceu Resoluções com intuito de fomentar o avanço do setor, permitindo que todo cidadão use seu telhado para gerar sua própria eletricidade ou que use a geração compartilhada, através de cooperativas e condomínios solares, possibilitando ao consumidor receber descontos na sua conta de luz. Em longo período essa economia se transformaria em outras formas de consumo, estimulando a movimentação de capital em diversas áreas. 

Apesar dos progressos havidos, a sociedade em sua maioria ser possível ocorrer desenvolvimento sem aproveitar as muitas dádivas que a natureza oferece para se poder criar mais riqueza, que promova mais emprego e maior bem-estar de forma sustentada.

Como a energia limpa é um conceito relativamente recente no Brasil, esse pensamento ocorrer na grande maioria das vezes por conta da desinformação sobre o assunto.É imprescindível que tenhamos ações de conscientização promovidas pelo poder público e pela sociedade civil, para ampliar o conhecimento sobre os benefícios dessa fonte energética. Somente três em cada dez  brasileiros sabem da possibilidade de gerar sua própria energia, segundo uma pesquisa realizada pelo Greenpeace em conjunto com a Market Analisys em dezembro de 2013.

O melhor aproveitamento do potencial de energia solar no Brasil constitui não só mais segurança energética para o país que por vezes enfrenta crises elétrica e hídrica, do mesmo modo proporcionaria uma enorme contribuição na geração de emprego e renda para os brasileiros. Somando-se a isso, essa matriz energética oferece ainda uma importante contribuição na luta contra as mudanças climáticas, na qual todos nós temos papel essencial a desempenhar. 

A energia solar, possui facilidade de seu uso e elevados rendimentos obtidos através de plantações energéticas, a modalidade conhecida como condomínio solar possibilita a expansão do uso de energia solar para diversos consumidores seja porque é mais acessível do que a instalação nos telhados, seja por falta de acesso a um telhado ou até mesmo pela praticidade. Essa fonte de geração é a opção mais limpa e segura para produzir eletricidade até mesmo para comunidades isoladas e de difícil acesso.

Alguns podem interpretar estas ideias como sendo desinteressantes e outros inacessível mas energia solar já é uma realidade e é capaz de promover desenvolvimento o nosso país. Para não que não permanecemos sendo pobres num país rico em muitos recursos naturais e humanos, é necessário planejar e trabalhar com afinco, pois aumentar a produtividades e melhorar a competitividade global do país muitas vezes depende principalmente de nós mesmos. 

Referência: Greenpeace.


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Brasil constrói primeira vinícola da América Latina 100% movida por energia solar

Instalada no município de Dom Pedrito, no Rio Grande do Sul, a vinícola Guatambu Estância do Vinho ganhará um parque solar com 600 painéis fotovoltaicos que suprirão 100% da solicitação energética do empreendimento. O empreendimento garantirá ao Brasil a título de primeiro país da América Latina o possuir uma vinícola movida a energia solar.

Foto: Luiz Glasenlap Junior/Divulgação.

Foto: Luiz Glasenlap Junior/Divulgação.

O valor investido, cerca de R$ 1,3 milhão tem previsão de retorno em até oito anos. Além de economia da eletricidade, o projeto proporcionará diminuição de emissões e também devolverá à rede de energia sua geração excedente. Segundo acordo com Valter José Pötter, diretor e possuidor da vinícola, a utilização do sol como fonte de energia limpa não era a primeira escolha ao longo a concepção do projeto, no entanto se tornou a melhor possível economicamente. 

“Antes de construir, fizemos um convênio com o Centro Eólico da PUC para pesquisar a regularidade e intensidade dos ventos aqui na região. Depois de um ano e meio de pesquisa, veio o veredicto: vento médio. Em síntese, precisaria de uma forte investimento em geradores eólicos que demorariam cerca de 15 e 20 anos para se bancar. Na sequência, partimos para o projeto de energia solar. Instalamos uma piloto de 18 placas solares a fim de estudo e testes durante dois anos e meio e foi um sucesso”, explica.

O produtor destaca também que  a expectativa é ter uma economia de R$ 200 mil, anualmente, no que diz respeito aos custos com a eletricidade, e juntamente contribuir com a  geração de diversos benefícios socioambientais na região.

“Em primeiro lugar a questão ambiental é a mais importante, sem dúvida alguma. É um ganha-ganha: a empresa ganha e a sociedade ganha, pelo fato de não estarmos usando energia que não é renovável; o governo e as estatais também ganham, pois estamos ajudando a incentivar a produção de energia limpa no país sem a necessidade de investimentos por parte do governo federal”, diz Pötter. Ele completa: “Eu não tenho dúvidas de que o primeiro passo para qualquer investimento é experimentar. Eu não me animaria a fazer nada de uma forma rápida. Jamais instalaria 600 painéis, baseado em ‘achismos’. Nós testamos por dois anos e meio a prática e isso nos dá uma firmeza muito grande, uma solidez, na hora de investir com convicção de que se trata de um projeto viável”.

A vinícola possui também um sistema de captação de água do chuva, usada para o Plano de Prevenção e Proteção contra Incêndio e com o objetivo da rega dos jardins presentes no empreendimento. Uma parte do recurso também é destinado para uma estação de tratamento, construída nos padrões da Organização Mundial da Saúde, que gera 500 litros de água potável por hora. Nos vinhedos, existe ainda um projeto-piloto que visa estabelecer técnica sustentável e ecológica de monitorização de doenças fúngicas, através da utilização de micro-organismos que combatem naturalmente os fungos – sem a necessidade do uso de químicos. 

Palmas para a empresa!

 

Fonte: Web Rádio Água.


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Alternativas de investimento em energia renovável no Mato Grosso

Hoje ninguém tem dúvida de que a ampliação de acesso a energias limpas, como a fotovoltaica, é necessária à matriz elétrica brasileira. Os caminhos a serem percorridos pelo consumidor, entretanto, ainda são compostos por inúmeros desafios.

energia solar + painéis fotovoltaicos + cosol

O custo para implementação dos sistemas residencial ligado à rede de energia elétrica e do autônomo, que não está conectado, ainda é um dos aspectos mais importantes a superar. Adquirir as placas, inversores solares e baterias e fazer a instalação custa caro e exige mais subsídios ou incentivos econômicos por parte do Governo, segundo especialistas. E um dos itens que mais pesa no bolso do consumidor ainda é a bateria, que é o coração do sistema, que armazena a energia. Uma das mobilizações nacionais que defende políticas mais inclusivas, neste sentido, para os microgeradores é a Campanha Energia para a Vida.

Os avanços são lentos mas já começam a apontar sinais em alguns estados, como o Mato Grosso, onde desde janeiro deste ano, está em vigor legislação que isenta de pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o consumidor que possui um sistema fotovoltaico instalado em sua residência ou empreendimento. São os projetos de micro e minigeração distribuída ou autogeração de pequenas quantidades produzidas por residências, comércios e indústrias. O benefício atinge fontes eólicas e hidráulicas também. Este consumidor tem condições de fornecer o excedente à concessionária de energia e ficará com crédito junto à empresa para futuras compensações mensais. A medida começa a construir um novo cenário no estado mas que ainda não resolve o custo da implementação da fonte solar. Alguns bancos do sistema financeiro nacional também estão com linhas de financiamento a quem optar por este tipo de energia.  Este incentivo à energia limpa é previsto na resolução número 482/12, da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

O principal intuito da Cosol ao criar os nossos condomínios solares é baratear o custo para os consumidores através da geração distribuída, contribuindo na propagação da energia solar no Brasil e através disso incentivar a construção de  um país e uma sociedade com maior grau de sustentabilidade. 

João Andrade, coordenador do Núcleo de Redes Socioambientais do ICV, que apoia a Campanha Energia para a Vida, por meio do Fórum Mato-grossense de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Formad), reforça a importância dos incentivos para estes modelos de geração de energia. “Quando o cidadão joga energia dentro do sistema e depois mais tarde precisa dela, ela retorna com a cobrança de impostos. A retirada dessa cobrança passará a estimular adesões em massa, e também é algo que atende o senso de justiça. Afinal cobrar algo de que você mesmo gerou não está correto”, avalia. Com relação à geração autônoma, o principal incentivo, segundo ele, deveria estar concentrado nas baterias. “O Governo Federal poderia dar apoio ao desenvolvimento desta tecnologia, como reduzir impostos na aquisição de baterias por parte de comunidades rurais isoladas. Em Mato Grosso, muitas comunidades rurais e bairros do subúrbio sofrem com queda de energia, e se beneficiariam desse sistema”, diz.

Apesar de os sistemas fotovoltaicos já serem utilizados há mais de 30 anos em diferentes partes do mundo, aqui no Brasil, o investimento é mais recente. Em uma residência, a potência instalada pode variar entre 1Kwp e 10Kwp e o investimento inicial gira entorno de R$ 15 mil, para um imóvel pequeno, com duas pessoas, com sistema de 1,5 kwp, de acordo com o Portal Solar.

Sandra Souza Silva, engenheira de abastecimento – tecnologias de edifícios e gerente da Sonnenbauhaus – Escritório de Engenharia e Comércio Solar, fez o exercício de consumidora deste modelo de energia, em sua própria residência, na Chapada dos Guimarães, Mato Grosso, e conta esta experiência, que segundo ela, traz um benefício socioambiental, ao não se utilizar energia fóssil ou de fontes hidrelétricas, que causam também impactos. Ela instalou um sistema autônomo fotovoltaico de2,5 kWp , há três anos, onde vivem cinco pessoas.  “Aqui, nós utilizamos uma geladeira, um laptop, dois PCs, nove lâmpadas LED, uma máquina de lavar roupa e diariamente uma máquina de marcenaria”, explica. O investimento feito neste sistema, segundo ela, foi de R$ 65 mil. “Adquirimos nove placas, um inversor de corrente contínua para alternada, controlador de carga para encher quatro baterias de origem americana, que tem vida útil de até 25 anos, diferente das nacionais estacionária de chumbo, que geralmente duram na faixa de dois anos e são mais baratas”. A capacidade de armazenamento varia de três a seis dias. “Como estamos em área com cobertura vegetal, temos menos incidência direta solar e eventualmente podem ocorrer acidentes com árvores ou que aves possam comer o isolamento. Estimo que em 20 anos recuperaremos o investimento”, diz.

A segunda experiência vivenciada pela engenheira é de adquirir o sistema fotovoltaico residencial de acesso à rede. “Neste modelo, é necessário apresentar à concessionária de energia, plantas e diagramas da casa, e ter um responsável técnico de engenharia. O processo é mais burocrático”, explica. Neste caso, a família investiu em duas placas fotovoltaicas, em inversor e limitou a necessidade para a utilização do chuveiro elétrico, que gasta entre 6,5 e 11,5kWp/h. O investimento foi de R$ 7 mil. “Pagamos cerca de R$ 40,00 por mês”. A energia excedente segue para a concessionária de energia Energisa.

O relato de Sandra demonstra que ainda é necessário haver mais iniciativas que reduzam o custo de implementação e é preciso um tempo para se avaliar os impactos da isenção de ICMS em Mato Grosso e das linhas de financiamento no setor.

Fonte: Top News.

Geração distribuída traz economia de US$ 192 milhões na Califórnia e pode beneficiar os brasileiros, afirma ABSOLAR

A California Independent System Operator (CAISO), entidade operadora do sistema elétrico da Califórnia (EUA), solicitou recentemente o cancelamento de 13 projetos de transmissão de baixa tensão de energia, o que representa uma economia de US$ 192 milhões aos consumidores e aos cofres públicos do estado norte-americano.

condomínio solar + energia solar + cosol

A decisão é resultado de incentivos do governo californiano à instalação de geração distribuída solar fotovoltaica

no estado, responsável pela moderação na demanda de eletricidade da rede elétrica da região, evitando a exigência de novos investimentos nas linhas de transmissão, na substituição de transformadores e em avanços na rede elétrica da área de concessão da distribuidora Pacific Gas & Electric(PG&E). 

Conforme a presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, Dr. Rodrigo Sauaia, esse é um exemplo concreto das vantagens financeiros trazidos pela geração distribuída para toda a população, assunto que deveria ser assistido de perto pelas autoridades brasileiras.

“Ao promover investimentos privados em geração distribuída solar fotovoltaica, o Brasil poderá postergar investimentos em novos projetos de geração, transmissão e distribuição que demandariam aportes significativos de recursos por parte da nossa sociedade”, afirma Sauaia

“Desta maneira, fica evidenciado que a geração distribuída contribui tanto para quem investe diretamente na tecnologia, quanto para todaa sociedade, ao fugir as investimentos públicos em novas linhas de transmissão e distribuição, reduzir perdas elétricas e oferecer maior autonomia energética à população, empresas e ao poder público”, acrescenta.

Outro exemplo atual dos benefícios da geração distribuída para a rede elétrica foi a declaração feita pela distribuidora Southern California Edison convidando seus clientes o instalar 50 megawatts de energia solar fotovoltaica na sua área de atuação até 2017, com intenção de postergar investimentos que a distribuidora precisaria fazer em duas subestações na região de Orange County.

Ciente da oportunidade de que a geração distribuída solar fotovoltaica representa para o estado, o governo californiano lançou um programa abrangente, destinado a identificar novas formas de aproveitar sistemas de geração distribuída solar fotovoltaica em edifícios para reduzir custos de operação, manutenção e aprimoramento das redes de distribuição e transmissão do estado. “Este tipo de iniciativa também poderia ser desenvolvida com sucesso no Brasil, valorizando a geração distribuída como importante ferramenta em favor de uma matriz elétrica mais robusta, eficiente e diversificada. O Brasil tem muito a ganhar com a geração distribuída solar fotovoltaica” comenta o presidente da ABSOLAR.

Fonte: Jornal Dia Dia.


Placas de captação de energia solar serão instaladas em Feira no DF

Placas solares foram instaladas no telhado da Feira do Guará, no DF.

7 mitos sobre os painéis solares

7 mitos sobre os painéis solares

Vamos desmascarar alguns dos mitos sobre os painéis solares e saber de fatos interessantes.

Canadian Solar anunciará 1ª fábrica de painéis solares no Brasil

A fabricante canadense de painéis de energia solar, Canadian Solar, vai anunciar na próxima sexta-feira a instalação de sua primeira unidade para a produção de equipamentos para produção de energia solar no Brasil.

A empresa, que será instalada dentro de Sorocaba, na interior de São Paulo, possui como meta atender as requisitos de conteúdo nacional do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o que possibilitará que os clientes possam investir nos equipamentos através de financiamento com taxas atrativas através do banco de incentivo. 

Nesta terça-feira, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) informou que a Canadian Solar anunciará na sexta-feira investimentos no Brasil, porém não entrou em minúcias sobre o que será apresentado. 

Segundo essa fonte, a produção da indústria em placas solares será correspondente o uma potência instalada de geração de 350 megawatts ao ano, e a avaliação é de começo da operações em setembro. 

A título de comparação, os primeiros leilões que o governo promoveu contrataram, cada um, 1 gigawatt.

"O edifício já está concluído e o equipamento (destinado a fabricação) está sendo importado", afirmou a fonte à Reuters, segundo condição de anonimato, pois o que o anúncio ainda não foi oficializado pela empresa. 

O fábrica será o primeiro investimento produtivo da Canadian Solar no Brasil, no lugar em que a companhia atualmente possui apenas escritórios de vendas. 

A entrada da primeira fabricante de reputação internacional no Brasil ameniza alguma preocupações de investidores, que se queixavam da ausência dos produtores de poderoso porte no país. 

A ausência de uma produtora local e a alta do dólar levaram o grande parte das companhias que viabilizaram projetos em concurso em 2014 o pedir à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) um tempo adicional de dois anos a fim de instalação dos empreendimentos.

A Canadian Solar também possui concessões para a implementação de usinas fotovoltaicas como investidora, arrematadas em leilões públicos promovidos pelo governo para a contratação de projetos solares em 2014 e 2015.

Não foi revelado o tamanho do investimento empregado na fábrica em Sorocaba. Procurada, a empresa não comentou sobre o assunto.

Fonte: Luciano Costa, Reuters.