placas fotovoltaicas

Usina solar será construída em Morrinhos, Goiás

No dia 5 desse mês, a Celg Geração e Transmissão constituiu a Sociedade com Propósito Específico (SPE), em cooperação com a Construtora Villela Carvalho destinado a construção de uma usina fotovoltaica na subestação Planalto, localizada em Morrinhos.

A administração da Usina ficará da responsabilidade do Planalto Solar Park, que detêm 51% das ações. A empresa japonesa Kyocera Brasil será a fornecedora das placas para a produção da energia solar enquanto a Celg G&T, cuja participação acionária será de 49%, ficará responsável pelo financiamento do empreendimento.

A Sociedade com Propósito Específico investirá R$ 35 milhões na construção da Usina e prevê termino das obras em aproximadamente seis meses. O novo presidente da Celg G&T, Fernando Navarrete, ratifica o pioneirismo do Estado. “O Estado mais uma vez é pioneiro na execução de empreendimentos inovadores, neste momento na geração de energia renovável”, declara.

A usina construída em Morrinhos será a primeira das seis usinas previstas para serem construídas em Goiás dentro de 2017. Segundo o governador do Estado, Marconi Perillo, a Celg G&Tvai entregar uma receita de R$ 130 milhões até o meio do ano, que seria de R$ 150 milhões caso não houvesse atraso na entrega de algumas obras. 

A energia fotovoltaica é gerada a pela radiação solar natural, sendo uma das fontes de energia mais acessíveis e limpas.

A construção dessa forma de produção de energia poderá diminuir a necessidade do uso de usinas termelétricas, que são mais caras e mais poluentes.

O governador ressaltou que a energia fotovoltaica é uma das fontes mais limpas acessíveis. “Seu uso é bastante promissor no Brasil, e em especial no Centro-Oeste, pelos altos índices de insolação e outras condições climáticas”, salientou.

Fonte: Tatiane Barbosa para Diário da Manhã.


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Retrospectiva 2016 da energia fotovoltaica no Brasil

Publicado originalmente no Linkedin, por Gabriel Konzen.

Separei em algumas categorias os principais acontecimentos no setor fotovoltaico nacional em 2016.

Confiram:

 

Regulação

 

Tributação

 

Mercado

Geração Distribuída

 

Indústria

 

Financiamento

 

Normas e Certificação

 

Outros

  •  O Grupo de Trabalho (GT) do ProGD se reuniu entre fevereiro e setembro, estudando como ampliar e aprofundar as ações de estímulo à geração de energia pelos próprios consumidores. Foram criados cinco subgrupos: financiamento e tributação; impactos técnicos e regulatórios; edificações públicas; comercialização; e capacitação técnica. Os relatórios dos trabalhos do grupo devem ser publicados em breve pelo MME. Um dos temas discutidos no GT e que já teve avanço é o seguinte:
  • A ANEEL lançou a Chamada de Projeto Prioritário de Eficiência Energética e Estratégico de P&D - Chamada 001/2016: Eficiência Energética e Minigeração em Instituições Públicas de Educação Superior. A chamada teve muito interesse dos agentes (54 manifestações), e deve promover a instalação de sistemas fotovoltaicos em universidades públicas.
  • O ano de 2016 teve boas e más notícias para a energia solar. A geração distribuída vive um crescimento pujante, enquanto a geração centralizada sofre com a não construção de projetos do leilão de 2014 e com o cancelamento do certame de 2016. Na área industrial, tivemos grandes empresas se instalando no Brasil, mas que agora estão com sua permanência ameaçada com a não realização de leilões para a contratação de energia fotovoltaica. De todo modo, creio que há um esforço conjunto e apartidário para buscar as melhores soluções para o aumento da participação da energia solar no Brasil.

    Gostaria de cumprimentar todos os colegas que trabalham no setor, e dizer que tenho orgulho de estar contribuindo com esse movimento. Vamos continuar com o trabalho, e espero que em 2017 tenhamos melhores notícias.

Fonte: Gabriel Konzen.


Dentro de um ano a energia solar cresceu 600% no Paraná

Dentro de um ano a energia solar cresceu 600% no Paraná

A rede da Companhia Paranaense de Energia (Copel) registrou uma verdadeira expansão, crescendo 600% no período e saltando de 100 para exatos 700 pontos.

Estudantes de Salvador desenvolvem carregador de celular à base de energia solar

A invenção foi apresentada , durante a Semana de Ciência e Tecnologia da escola.

A geração energética sustentável

Mais da metade da capacidade energética gerada em todo o planeta foi produzida de usinas eólicas e solares, pela primeira vez, em 2015.  

Comparando 2015 e 2014, o crescimento do uso de energia limpa foi de 110,76%.

Comparando 2015 e 2014, o crescimento do uso de energia limpa foi de 110,76%.

Os dados são fornecidos pelo Relatório Mundial "Renováveis 2016", publicado pela rede mundial de políticas em energia renovável (REN21). As usinas solares e eólicas estão competindo com vantagens sobre as hidrelétricas, por necessitarem de menor investimento, serem construídas mais rapidamente do que as grandes barragens e serem menos agressivas ao meio ambiente.

As usinas hidrelétricas que geram energia renovável predominam no Brasil como sendo fontes geradoras de eletricidade, fato positivo do ponto de vista do aquecimento global porém, geram significativos impactos negativos ao meio ambiente no local onde são construídas as barragens, afetando os ecossistemas, a sua fauna e flora. 

A recusa do IBAMA em fornecer a licença ambiental ao projeto da Usina Hidrelétrica de São Luiz de Tapajós deve reprimir a questão sobre o represamento de grandes rios para a construção desses empreendimentos que provocam grandes impactos sociais e ambientais. Pode ser o primórdio para umas renovada época, uma vez que o custo em queda da instalação de energias renováveis, como a solar e a eólica, torna essas fontes mais vantajosas do ponto de vista econômico. 

A reprodução de investimentos da área privada por todo país em fontes renováveis indica que o processo de conversão do sistema energético tomou um destino irreversível. A energia solar é a fonte com maior potencial de expansão por causa de às características do país que possui alta exposição aos raios solares ao longo de todo ano, e por toda sua extensão.

Pesquisas do Plano Nacional de Energia (PNE,2050), em elaboração pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), estimam que 18% dos domicílios em 2050 contarão com geração fotovoltaica.

Deve-se considera que esse é um modelo de energia que pode ser produzida nas residências com a instalação de painéis solares nos telhados, ou através de lotes em condomínios solares que são mais acessíveis devido diminuição dos custos das células fotovoltaicas. No início de agosto a empresa cearense Santelisa Embalagens tornou-se a primeira indústria brasileira movida totalmente pela energia solar, obtida de 9.231 painéis fotovoltaicos instalados ao lado da unidade. 

A energia eólica aparece em seguida como alternativa energética do futuro. No Brasil, a geração de energia gerada pelos ventos teve grande multiplicação nos últimos anos. Comparando o ano de 2015 e 2014, o crescimento foi de 110,76% e entre o primeiro semestre de 2016 e mesmo período do ano passado houve aumento de 55%, de acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). E neste ano a geração de energia eólica aumentou 55% somente no primeiro semestre em relação com os mesmos meses de 2015.

Um das grandes desafios enfrentados pela humanidade é o aquecimento global, criado pelo gases do efeito estufa como o CO2 sendo o resultado da utilização de combustíveis fósseis. Como a sustentabilidade do mundo está em perigo, o uso de fontes alternativas é o melhor opção que se apresenta no momento, e dentre estas, a solar e a eólica são a mais acessíveis e estão se tornando mais viáveis economicamente. 

O sistema energético brasileiro para ser sustentável precisa, obrigatoriamente, de mais investimentos, melhorando sua eficiência e dotando o matriz energética de redes inteligentes que possam integrar as várias modalidades (eólica, solar, hídrica) o partir da produção até o consumo. O investimento em pesquisa é necessário a fim de que aumente a eficiência e diminuía o custo da produção e instalação das usinas de fontes alternativas. 

Fonte: Pensamento Verde.


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Entenda como funcionam os painéis solares

Uma síntese sobre o funcionamento dos painéis solares.

Como os raios solares se transformam em eletricidade?

Já faz muito tempo que muita energia o nosso planeta é presenteado com energia de forma gratuita e limpa. Os raios solares são responsáveis por enviar a luz e o calor, elementos primordiais para a vida no planeta Terra, além disso podem ser empregados para a geração de energia, seja na forma de calor ou na geração de eletricidade.

Essa eletricidade oriunda do sol é denominada de fotovoltaica, nome estruturado a partir de duas palavras: foto, que significa “luz” em grego , e voltaica que vem da palavra “volt”, que é a unidade que mensura o potencial elétrico.

Como funciona

Os raios solares são convertidos para eletricidade através uma célula fotovoltaica, que é fabricada com materiais intitulados de semicondutores. O mais utilizado no mercado é o silício, especialmente por ser um dos elementos mais abundantes, por isso não existe limitações em relação à matéria-prima necessária para a produção de células solares. Essas células são capazes de transformar a radiação em energia elétrica por meio de um efeito conhecido como efeito fotovoltaico.

A luminosidade solar é uma energia genuína, sendo composta de pequenos elementos, denominados fótons. No momento em que os fótons alcançam a célula fotovoltaica, uma parcela deles é absorvida. Os fótons estimulam os elétrons presentes no material semicondutor, a movimentação dos elétrons proporciona a geração da eletricidade. As células são aparelhadas na montagem de painéis solares ou módulos solares. A forma que as células são montadas interfere na sua eficiência.

A eletricidade produzida através das células está em corrente contínua, pode ser instantaneamente usada ou então recolhida armazenada em baterias.  Nos sistemas conectados à rede, a energia gerada necessita de um equipamento chamado inversor, que é responsável por converter a corrente contínua em alternada com as particularidades necessárias para atender as condições impostas pela rede elétrica pública. A energia solar fotovoltaica é uma tecnologia altamente atestada e os sistemas de painéis fotovoltaicos  já estão sendo utilizados a mais de 30 anos.

Com isso entendemos então que a energia fotovoltaica é a energia elétrica produzida a partir de luz solar, e que pode ser produzida mesmo em dias nublados ou chuvosos. Pois a geração de eletricidade produzida pelas placas solares depende do nível de radiação e não da temperatura. Quanto mais intensa a radiação solar maior será a quantidade de eletricidade produzida.

Vídeo educativo

Assista o vídeo educativo que explica um pouco mais sobre a eletricidade solar:

Créditos do Vídeo
Texto: Paula Scheidt
Animação: Carol Rivello
Narração: Technologica


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Alternativas de investimento em energia renovável no Mato Grosso

Hoje ninguém tem dúvida de que a ampliação de acesso a energias limpas, como a fotovoltaica, é necessária à matriz elétrica brasileira. Os caminhos a serem percorridos pelo consumidor, entretanto, ainda são compostos por inúmeros desafios.

energia solar + painéis fotovoltaicos + cosol

O custo para implementação dos sistemas residencial ligado à rede de energia elétrica e do autônomo, que não está conectado, ainda é um dos aspectos mais importantes a superar. Adquirir as placas, inversores solares e baterias e fazer a instalação custa caro e exige mais subsídios ou incentivos econômicos por parte do Governo, segundo especialistas. E um dos itens que mais pesa no bolso do consumidor ainda é a bateria, que é o coração do sistema, que armazena a energia. Uma das mobilizações nacionais que defende políticas mais inclusivas, neste sentido, para os microgeradores é a Campanha Energia para a Vida.

Os avanços são lentos mas já começam a apontar sinais em alguns estados, como o Mato Grosso, onde desde janeiro deste ano, está em vigor legislação que isenta de pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o consumidor que possui um sistema fotovoltaico instalado em sua residência ou empreendimento. São os projetos de micro e minigeração distribuída ou autogeração de pequenas quantidades produzidas por residências, comércios e indústrias. O benefício atinge fontes eólicas e hidráulicas também. Este consumidor tem condições de fornecer o excedente à concessionária de energia e ficará com crédito junto à empresa para futuras compensações mensais. A medida começa a construir um novo cenário no estado mas que ainda não resolve o custo da implementação da fonte solar. Alguns bancos do sistema financeiro nacional também estão com linhas de financiamento a quem optar por este tipo de energia.  Este incentivo à energia limpa é previsto na resolução número 482/12, da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

O principal intuito da Cosol ao criar os nossos condomínios solares é baratear o custo para os consumidores através da geração distribuída, contribuindo na propagação da energia solar no Brasil e através disso incentivar a construção de  um país e uma sociedade com maior grau de sustentabilidade. 

João Andrade, coordenador do Núcleo de Redes Socioambientais do ICV, que apoia a Campanha Energia para a Vida, por meio do Fórum Mato-grossense de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Formad), reforça a importância dos incentivos para estes modelos de geração de energia. “Quando o cidadão joga energia dentro do sistema e depois mais tarde precisa dela, ela retorna com a cobrança de impostos. A retirada dessa cobrança passará a estimular adesões em massa, e também é algo que atende o senso de justiça. Afinal cobrar algo de que você mesmo gerou não está correto”, avalia. Com relação à geração autônoma, o principal incentivo, segundo ele, deveria estar concentrado nas baterias. “O Governo Federal poderia dar apoio ao desenvolvimento desta tecnologia, como reduzir impostos na aquisição de baterias por parte de comunidades rurais isoladas. Em Mato Grosso, muitas comunidades rurais e bairros do subúrbio sofrem com queda de energia, e se beneficiariam desse sistema”, diz.

Apesar de os sistemas fotovoltaicos já serem utilizados há mais de 30 anos em diferentes partes do mundo, aqui no Brasil, o investimento é mais recente. Em uma residência, a potência instalada pode variar entre 1Kwp e 10Kwp e o investimento inicial gira entorno de R$ 15 mil, para um imóvel pequeno, com duas pessoas, com sistema de 1,5 kwp, de acordo com o Portal Solar.

Sandra Souza Silva, engenheira de abastecimento – tecnologias de edifícios e gerente da Sonnenbauhaus – Escritório de Engenharia e Comércio Solar, fez o exercício de consumidora deste modelo de energia, em sua própria residência, na Chapada dos Guimarães, Mato Grosso, e conta esta experiência, que segundo ela, traz um benefício socioambiental, ao não se utilizar energia fóssil ou de fontes hidrelétricas, que causam também impactos. Ela instalou um sistema autônomo fotovoltaico de2,5 kWp , há três anos, onde vivem cinco pessoas.  “Aqui, nós utilizamos uma geladeira, um laptop, dois PCs, nove lâmpadas LED, uma máquina de lavar roupa e diariamente uma máquina de marcenaria”, explica. O investimento feito neste sistema, segundo ela, foi de R$ 65 mil. “Adquirimos nove placas, um inversor de corrente contínua para alternada, controlador de carga para encher quatro baterias de origem americana, que tem vida útil de até 25 anos, diferente das nacionais estacionária de chumbo, que geralmente duram na faixa de dois anos e são mais baratas”. A capacidade de armazenamento varia de três a seis dias. “Como estamos em área com cobertura vegetal, temos menos incidência direta solar e eventualmente podem ocorrer acidentes com árvores ou que aves possam comer o isolamento. Estimo que em 20 anos recuperaremos o investimento”, diz.

A segunda experiência vivenciada pela engenheira é de adquirir o sistema fotovoltaico residencial de acesso à rede. “Neste modelo, é necessário apresentar à concessionária de energia, plantas e diagramas da casa, e ter um responsável técnico de engenharia. O processo é mais burocrático”, explica. Neste caso, a família investiu em duas placas fotovoltaicas, em inversor e limitou a necessidade para a utilização do chuveiro elétrico, que gasta entre 6,5 e 11,5kWp/h. O investimento foi de R$ 7 mil. “Pagamos cerca de R$ 40,00 por mês”. A energia excedente segue para a concessionária de energia Energisa.

O relato de Sandra demonstra que ainda é necessário haver mais iniciativas que reduzam o custo de implementação e é preciso um tempo para se avaliar os impactos da isenção de ICMS em Mato Grosso e das linhas de financiamento no setor.

Fonte: Top News.

Tecnologia para as células solares permitirá produzir energia com a chuva

Chuva poderá gerar energia.