sol

Evento no Rio Grande do Norte debate sobre energia solar

Evento no Rio Grande do Norte debate sobre energia solar

O Evento SolarInvest 2017 – 9º Encontro de Investidores em Energia Solar debate questões sobre Solar Fotovoltaica.

Em vez da parede do Trump, vamos construir uma borda de painéis solares

O presidente eleito Donald Trump pediu frequentemente que o México construa um muro no meio dos países. Realmente, existe um modo do México criar uma barreira entre os EUA e o México, construído especificamente no lado mexicano, com benefícios substanciais para o dois os países e para o planeta: uma fronteira solar.

A radiação solar nos desertos da norte do México é mais intensa que no sudoeste dos EUA por causa da menor latitude e padrões de nuvens mais favoráveis. E também os custos de construção e manutenção para usinas solares no México são consideravelmente mais baixos. Dessa maneira, a construção de uma longa série de tais plantas no decorrer do lado mexicano da fronteira seria capaz de gerar cidades de energia solar em ambos os lados mais rapidamente e mais barato do que construções semelhantes feitas do lado americano da fronteira. 

A energia solar já está sendo produzida em preços menores do que o de carvão. Com as plantas solares ao longo de vastas extensões da fronteira EUA-México de aproximadamente 2.000 milhas no lado mexicano, um recente rede de alta voltagem de corrente contínua (HVDC) poderia ser configurada a fim de transmitir energia de forma efetiva do matriz para centros populacionais. 

As linhas de energia perdem exponencialmente menos energia em longas distâncias do que linhas de energia tradicionais. As cidades que poderiam ser beneficiadas imediatamente incluem San Diego, Tijuana, Mexicali, Tucson, Phoenix, El Paso, Ciudad Juarez, San Antonio e Monterrey. 

Se construíssemos a correspondente o um terço da largura de um campo de futebol ao sul de toda a fronteira entre os EUA e o México, mais amplo em alguma áreas e mais estreito noutro, com um vasto espaço permitido para áreas povoadas e trechos de terreno irregular, geraria energia suficiente para também fornecer para Los Angeles, Las Vegas, Albuquerque, Dallas e Houston. Para as cidades dos EUA, seria uma maneira de obter energia mais barata e mais limpa do que eles podem de outras fontes.

Uma fronteira solar aliviaria diversos problemas binacionais. Por um lado, teria um resultado civilizante dentro de uma área perigosa. 

Como as usinas fazem o uso de medidas de segurança a fim de manter os intrusos fora, a fronteira solar servirá tal como uma cerca de fato, reduzindo a porosidade da fronteira, ao passo que produz benefícios econômicos, ambientais e de segurança em ambos os lados. Isso tornaria o tráfico de drogas, armas e pessoas ainda mais difícil para os cartéis criminais.

No México, a fronteira solar criaria um novo tipo de trabalhos de construção e tecnologia de alta ciência ao longo da fronteira, o que conseguiria absorver uma quantidade significativa de trabalhadores imigrantes que procuram entrar ilegalmente nos Estados Unidos. 

Mais relevante ainda, faria uma colaboração significativa para a luta global contra as emissões de carbono, visto que a eletricidade gerada seria neutra em carbono e a compra de tanta tecnologia solar reduziria seu preço. As plantas seriam construídas usando técnicas ambientalmente sensíveis com o objetivo de evitar a perda de habitat para espécies do deserto.

Além do mais, a rede poderia estender-se às costas, onde podiam ser construídas fábricas de dessalinização ecologicamente sensíveis para a produção de água doce, que podiam ser transportadas para as cidades e áreas agrícolas ao longo da fronteira que sofrem de insuficiência de água, um acontecimento que se agravará já que os efeitos do aquecimento global aumentam a desertificação. Isso reduziria as tensões e a preocupações com a segurança alimentar que vincularam a relações bilaterais ao longo de décadas devido ao concorrido abastecimento de água do Rio Grande e outras fontes de água compartilhadas.

Uma vez instaladas e comprovadas as instalações solares, outras áreas no México poderiam ser adicionadas à rede, aproveitando o know-how acumulado na nova força de trabalho pela experiência inicial de construção. O México tem imenso potencial como país produtora de energia solar, especialmente nos seus desertos de alto deserto central, que proporcionam a combinação mais favorável de clima seco, sem nuvens, de baixa latitude e relativamente frio para a geração solar. Potencialmente, todo o México poderia ser solar-powered um dia.

Como pagar por isso? 

Apesar de ser um grande investimento, o preço de geração de energia solar industrial continua a cair rapidamente, e porque a energia solar mexicana é mais barata para construir e manter do que as instalações comparáveis ao norte da fronteira, os investidores internacionais teriam incentivos fortes. Fortuitamente, as recentes reformas constitucionais do México incentivam o investimento estrangeiro e doméstico no setor de energia elétrica.

A construção da fronteira solar também ajudaria o México a atingir suas metas de mudanças climáticas obrigatórias, que incluem 35 por cento a produção de eletricidade renovável até 2024. As exportações de eletricidade de México para os EUA já existem há mais de um século e floresceu nos últimos anos, o que tornaria relativamente fácil obter garantias internacionais de empréstimo a longo prazo para usinas solares.

Se a iniciativa fosse enquadrada como um grande projeto carismático que tivesse o apoio total do governo mexicano, conquistando a admiração do resto do mundo, posicionaria o México como um líder mundial exemplar no combate às mudanças climáticas. México e os EUA seriam conectados por uma parede verdadeiramente bonita - um símbolo da unidade, visível mesmo do espaço.

Fonte: Huff Post.


Siga a COSOL no Medium: medium.com/cosol


Retrospectiva 2016 da energia fotovoltaica no Brasil

Publicado originalmente no Linkedin, por Gabriel Konzen.

Separei em algumas categorias os principais acontecimentos no setor fotovoltaico nacional em 2016.

Confiram:

 

Regulação

 

Tributação

 

Mercado

Geração Distribuída

 

Indústria

 

Financiamento

 

Normas e Certificação

 

Outros

  •  O Grupo de Trabalho (GT) do ProGD se reuniu entre fevereiro e setembro, estudando como ampliar e aprofundar as ações de estímulo à geração de energia pelos próprios consumidores. Foram criados cinco subgrupos: financiamento e tributação; impactos técnicos e regulatórios; edificações públicas; comercialização; e capacitação técnica. Os relatórios dos trabalhos do grupo devem ser publicados em breve pelo MME. Um dos temas discutidos no GT e que já teve avanço é o seguinte:
  • A ANEEL lançou a Chamada de Projeto Prioritário de Eficiência Energética e Estratégico de P&D - Chamada 001/2016: Eficiência Energética e Minigeração em Instituições Públicas de Educação Superior. A chamada teve muito interesse dos agentes (54 manifestações), e deve promover a instalação de sistemas fotovoltaicos em universidades públicas.
  • O ano de 2016 teve boas e más notícias para a energia solar. A geração distribuída vive um crescimento pujante, enquanto a geração centralizada sofre com a não construção de projetos do leilão de 2014 e com o cancelamento do certame de 2016. Na área industrial, tivemos grandes empresas se instalando no Brasil, mas que agora estão com sua permanência ameaçada com a não realização de leilões para a contratação de energia fotovoltaica. De todo modo, creio que há um esforço conjunto e apartidário para buscar as melhores soluções para o aumento da participação da energia solar no Brasil.

    Gostaria de cumprimentar todos os colegas que trabalham no setor, e dizer que tenho orgulho de estar contribuindo com esse movimento. Vamos continuar com o trabalho, e espero que em 2017 tenhamos melhores notícias.

Fonte: Gabriel Konzen.


Grandes empresários criam fundo de investimento para energia renovável

Um time de grandes milionários por todo o mundo, na qual se inclui Bill Gates, revelou no ultimo domingo um inovador fundo de investimento de aproximadamente mil milhões de dólares destinado o financiar os avanços na produção de energia renovável. 

O fundo, nomeado Dubbed Breakthrough Energy Ventures, tem como objetivo inserir dinheiro em ativos e tecnologia energética que a longo prazo seja capaz reduzir a emissão do gases de efeito de estufa.

Os investidores incluem Jeff Bezos, fundador da Amazon, Richard Branson,da Virgin, Jack Ma, dirigente da Alibaba, John Arnold, um multimilionário que comercializa gás natural, e tambémo fundador da cadeia de hotéis Kingdom, Alwaleed Bin Talal. No ano passado, Bill Gates já avia anunciado a coligação chamada  Breakthrough Energy, um grupo de investidores que prometeu dedicar parte das suas fortunas nas tecnologias energéticas.

Sinto-me virtuoso por trabalhar com estes investidores a fim de construir uma fundação poderosa de investimento público nas pesquisas energéticas”, disse Bill Gates num comunicado. “O nosso propósito é construir empresas que ajudem o expandir a próxima geração de energia livre de emissões para o mundo”. 

Bill Gates, co-fundador da Microsoft, passou grande parcela do último ano o apelar para avanços na geração energética. Para Gates, ações como energia solar, nuclear e carros elétricos podem resolver, o curto prazo, o problema do aquecimento global. 

O co-fundador da Microsoft apoiou, diretamente, algumas startups de energia e encorajou demais CEO a seguirem o seu caminho.

Fonte: Economia Online, por Pedro Sousa Carvalho.

Quais empresas estão investindo em energia limpa e por quê?

Quais empresas estão investindo em energia limpa e por quê?

"Nessas grandes corporações, a eletricidade é uma das suas principais despesas. Manter esse custo o um preço baixo é essencial para elas." 

A geração energética sustentável

Mais da metade da capacidade energética gerada em todo o planeta foi produzida de usinas eólicas e solares, pela primeira vez, em 2015.  

Comparando 2015 e 2014, o crescimento do uso de energia limpa foi de 110,76%.

Comparando 2015 e 2014, o crescimento do uso de energia limpa foi de 110,76%.

Os dados são fornecidos pelo Relatório Mundial "Renováveis 2016", publicado pela rede mundial de políticas em energia renovável (REN21). As usinas solares e eólicas estão competindo com vantagens sobre as hidrelétricas, por necessitarem de menor investimento, serem construídas mais rapidamente do que as grandes barragens e serem menos agressivas ao meio ambiente.

As usinas hidrelétricas que geram energia renovável predominam no Brasil como sendo fontes geradoras de eletricidade, fato positivo do ponto de vista do aquecimento global porém, geram significativos impactos negativos ao meio ambiente no local onde são construídas as barragens, afetando os ecossistemas, a sua fauna e flora. 

A recusa do IBAMA em fornecer a licença ambiental ao projeto da Usina Hidrelétrica de São Luiz de Tapajós deve reprimir a questão sobre o represamento de grandes rios para a construção desses empreendimentos que provocam grandes impactos sociais e ambientais. Pode ser o primórdio para umas renovada época, uma vez que o custo em queda da instalação de energias renováveis, como a solar e a eólica, torna essas fontes mais vantajosas do ponto de vista econômico. 

A reprodução de investimentos da área privada por todo país em fontes renováveis indica que o processo de conversão do sistema energético tomou um destino irreversível. A energia solar é a fonte com maior potencial de expansão por causa de às características do país que possui alta exposição aos raios solares ao longo de todo ano, e por toda sua extensão.

Pesquisas do Plano Nacional de Energia (PNE,2050), em elaboração pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), estimam que 18% dos domicílios em 2050 contarão com geração fotovoltaica.

Deve-se considera que esse é um modelo de energia que pode ser produzida nas residências com a instalação de painéis solares nos telhados, ou através de lotes em condomínios solares que são mais acessíveis devido diminuição dos custos das células fotovoltaicas. No início de agosto a empresa cearense Santelisa Embalagens tornou-se a primeira indústria brasileira movida totalmente pela energia solar, obtida de 9.231 painéis fotovoltaicos instalados ao lado da unidade. 

A energia eólica aparece em seguida como alternativa energética do futuro. No Brasil, a geração de energia gerada pelos ventos teve grande multiplicação nos últimos anos. Comparando o ano de 2015 e 2014, o crescimento foi de 110,76% e entre o primeiro semestre de 2016 e mesmo período do ano passado houve aumento de 55%, de acordo com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). E neste ano a geração de energia eólica aumentou 55% somente no primeiro semestre em relação com os mesmos meses de 2015.

Um das grandes desafios enfrentados pela humanidade é o aquecimento global, criado pelo gases do efeito estufa como o CO2 sendo o resultado da utilização de combustíveis fósseis. Como a sustentabilidade do mundo está em perigo, o uso de fontes alternativas é o melhor opção que se apresenta no momento, e dentre estas, a solar e a eólica são a mais acessíveis e estão se tornando mais viáveis economicamente. 

O sistema energético brasileiro para ser sustentável precisa, obrigatoriamente, de mais investimentos, melhorando sua eficiência e dotando o matriz energética de redes inteligentes que possam integrar as várias modalidades (eólica, solar, hídrica) o partir da produção até o consumo. O investimento em pesquisa é necessário a fim de que aumente a eficiência e diminuía o custo da produção e instalação das usinas de fontes alternativas. 

Fonte: Pensamento Verde.


SIGA A COSOL NO MEDIUM: MEDIUM.COM/COSOL


O resgate do semiárido está nas energias renováveis

Cientista defende o uso da energia solar e eólica como medida para resgatar o semiárido.

O que preciso saber antes de utilizar a energia solar?

Se você possui interesse pela energia fotovoltaica, confira as vantagens e os esclarecimentos necessários para você saber mais sobre essa fonte de energia maravilhosa!

Hidrelétrica é mesmo renovável? Renovável é sustentável?

Postado originalmente no Linkedin, por Suzane Gomes.

Para alguns países no mundo, essa resposta é um sonoro SIM. Mas, aqui em terras brazuca, na minha opinião isso é bem contraditório.

energias + energia solar +sustentavel

Energia renovável é aquela que vem de recursos naturais como sol, vento, chuva, rios, marés e energia geotérmica. O carvão, urânio e petróleo também são recursos naturais, porém, existem em quantidade limitada. Teoricamente, seria energia renovável aquela oriunda de fonte que seriam inesgotáveis.

Hoje vivemos um universo onde tudo deve obrigatoriamente fazer sentido. E fazer sentido em todos os sentidos.

Não faz sentido algo ser considerado renovável e não ser sustentável.

Não faz sentido inundar áreas enormes no norte do país para que aqui no sul possamos usar secadores de cabelos diariamente, limpar nossas casas com equipamentos "futurísticos" elétricos, utilizarmos aquecedores no inverno e ar condicionado no verão 100% do tempo.

Não faz sentido esgotar qualquer outro recurso natural em prol da geração energia elétrica.

Não faz sentido não rever a nossa matriz energética.

Mas, faz todo sentido, rever nossas opções de micro-geração de energia, rever nossos consumos de energia, rever os eletrodomésticos que utilizamos, rever nossos padrões de consumo de energia, rever os padrões de consumo das marcas que consumimos para esteja alinhado com nossos valores.

Porém, na minha opinião, faz sentido também darmos um passo a frente e refletirmos sobre energias sustentáveis, pois inundar grandes áreas, deslocar populações, cobrir áreas naturais com água, definitivamente não é sustentável social, ambiental e economicamente.

Nessa perspectiva a energia solar tem como objetivo de avançar no Brasil para mostrar que é possível e viável produzir energia sustentável através de um meio de geração do qual possui abundante recurso, sendo um dos melhores países no quesito radiação solar.


Olá, vamos bater um papo! É só se cadastrar aqui embaixo e iremos te enviar alguns emails com o melhor do nosso conteúdo para te ajudar, seja você um consumidor de energia, investidor, epecista ou apenas interessado neste maravilhoso mundo da sustentabilidade!

É um caminho de comunicação direto que nenhum outro portal oferece para seus leitores. E a intenção é construir uma comunidade vibrante que esteja preparada para todos os enormes desafios que virão. Vamos construir conhecimento e conteúdo juntos! Contamos muito com a sua presença neste papo! Cadastre-se na caixa ao lado!


Piauiense cria projeto de captação de água subterrânea utilizando luz solar

O piauiense João Gualberto Fonseca criou um projeto que utiliza a energia solar para captação de água no subsolo.