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BP planeja atuar em geração distribuída no Brasil

Acreditando na evolução do mercado solar, a Lightsource da BP planeja iniciar atividades em 2019 com as primeiras usinas.

Lightsource BP

Lightsource BP

A gigante de energia britânica BP inicia em 2019 as negociações de sua subsidiária para energia solar, a Lightsource BP no Brasil. O anúncio da chegada da empresa foi feito nesta semana, e o foco será o desenvolvimento de projetos fotovoltaicas bem como em soluções inteligentes para armazenamento de energia para os setores residenciais, comercial e industrial do Brasil por meio da geração distribuída. A empresa não divulgou o valor do investimento a ser aplicado no região.

Essa iniciativa, comentou Spencer Dale,o economista da BPé uma forma da empresa se posicionar como uma empresa de energia renovável, não mais como uma petrolífera, como antigamente. No foco da BP está a busca por diversificar seu mix de negócios já que a sua projeção é de um futuro onde as diversas fontes de energia (no conceito geral) terão seu espaço, diferente do passado onde as fontes fósseis prevaleciam sobre as demais.

No começo, a organização que vem ao país tem como objetivo desenvolver novos projetos solares para pequenas e médias empresas e clientes locais. E afirma que buscará desenvolver e estabelecer união de longo período com desenvolvedores locais a fim de cumprir suas metas, que não foram indicadas.

A Lightsource BP trabalha, no financiamento, desenvolvimento, aquisição e gestão a longo período de projetos de energia solar FV. No final de 2017, a BP adquiriu 43% de participação acionária e a empresa foi renomeada como Lightsource BP. Fundada em 2010, a empresa é fornecedora de energia solar em proporção de serviços públicos e entrega serviços de O&M na Europa, com mais de US$ 3 bilhões em capital aplicado em projetos mundiais da fonte solar que complementam 2 GW de capacidade instalada. De acordo com dados disponibilizados pela empresa possui uma time de mais de trezentos especialistas em sete escritórios em quatro continentes.

“O Brasil é um região evidente para apostar em energia solar. Acredito que até o no término deste ano já estaremos operacionais, mas projetos a partir de 2019”, definiu o executivo em entrevista coletiva organizada pela empresa em São Paulo. “A fonte solar está crescendo aceleradamente em todo o mundo é importante e podemos utilizar nosso experiência para arrancar vantagem desse negócio de forma renovável a ideia é de combinar nosso conhecimento e a força de nossa marca que é mundial”, adicionou ele.

A BP aposta suas prontuários no Brasil como um dos mais importantes para a tática da organização Entre os razões está o fato de ser o maior mercado cliente da América Latina e que vem a procura entre suas fontes de eletricidade. Sua produção de energia sustentável destaca, se concentra em grandes projetos hidrelétricos, enquanto a energia solar ainda significa um taxa pequeno na matriz energética do Brasil.

A subsidiária da multinacional britânica indica que vê uma enorme oportunidade de crescimento no Brasil e que a legislação que apoia a energia sustentável seguramente haverá um papel importante nesse aspecto. “Queremos ser parte do desenvolvimento da energia solar no Brasil, trabalhando com companhias parceiras visando uma eletricidade e de fácil acesso. e real Para a Lightsource BP, acessar em novos segmentos não está relacionado somente a rentabilidade, mas ao potencial de crescimento e fortalecimento das comunidades e das economias em desenvolvimento. Com o nosso comprovado histórico e nossa competência em estruturar relações intensas e confiáveis, supomos que podemos ter um papel muito importante em acrescentar energia solar à matriz energética do Brasil”, revelou a empresa em aviso

As prognosticos da BP que apresentam do Energy Outlook 2018 apontam que a perspectiva é de que o consumo no Brasil apresente um crescimento de 60% no horizonte de 2040. Nesse contexto, a participação de energias renováveis deve crescer até 47% devido a um importante crescimento em energia solar, eólica, hidroelétrica e a duplicação do uso de biocombustíveis. Mario Lindenhayn, gerente regional da BP no Brasil, reforçou a ideia de diversificação de investimentos da empresa por aqui e que observando para as fontes sustentáveis há oportunidades para alcançar esse meta no mercado Brasileiro.

Nick Boyle, chefe executivo do grupo Lightsource BP, enfatizou que os projetos de energia fotovoltaica são flexíveis e relativamente fáceis de implantar, o que os torna a escolha ideal para aumento da capacidade de geração. E afirmou que a empresa pretende fortalecer a experiência em financiamento e oferecer uma ampla gama de propostas para se tornar um destaque no desenvolvimento da energia renovável no Brasil.

Já Dev Sanyal, CEO do negócio de Energias Alternativas da BP, disse que em 2018, a geração de energia renovável global aumentou em torno de 17% – um crescimento maior que o observado na média da ultima década – especialmente para a fonte eólica e solar. Por isso destaca o foco em trabalhar com a Lightsource BP para expandir sua presença global e aproveitar este crescimento, recorrendo especificamente à presença multinacional da BP. “Acreditamos em ter oportunidades importantes em fornecer soluções de energia acessíveis, confiáveis e com baixas emissões de CO2, mediante a integração da energia fotovoltaica com os nossos negócios de outras fontes renovável existentes.”

Energia Brasileira

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Entenda a matriz enérgetica Brasileira. 

Evento no Rio Grande do Norte debate sobre energia solar

Evento no Rio Grande do Norte debate sobre energia solar

O Evento SolarInvest 2017 – 9º Encontro de Investidores em Energia Solar debate questões sobre Solar Fotovoltaica.

Usina solar será construída em Morrinhos, Goiás

No dia 5 desse mês, a Celg Geração e Transmissão constituiu a Sociedade com Propósito Específico (SPE), em cooperação com a Construtora Villela Carvalho destinado a construção de uma usina fotovoltaica na subestação Planalto, localizada em Morrinhos.

A administração da Usina ficará da responsabilidade do Planalto Solar Park, que detêm 51% das ações. A empresa japonesa Kyocera Brasil será a fornecedora das placas para a produção da energia solar enquanto a Celg G&T, cuja participação acionária será de 49%, ficará responsável pelo financiamento do empreendimento.

A Sociedade com Propósito Específico investirá R$ 35 milhões na construção da Usina e prevê termino das obras em aproximadamente seis meses. O novo presidente da Celg G&T, Fernando Navarrete, ratifica o pioneirismo do Estado. “O Estado mais uma vez é pioneiro na execução de empreendimentos inovadores, neste momento na geração de energia renovável”, declara.

A usina construída em Morrinhos será a primeira das seis usinas previstas para serem construídas em Goiás dentro de 2017. Segundo o governador do Estado, Marconi Perillo, a Celg G&Tvai entregar uma receita de R$ 130 milhões até o meio do ano, que seria de R$ 150 milhões caso não houvesse atraso na entrega de algumas obras. 

A energia fotovoltaica é gerada a pela radiação solar natural, sendo uma das fontes de energia mais acessíveis e limpas.

A construção dessa forma de produção de energia poderá diminuir a necessidade do uso de usinas termelétricas, que são mais caras e mais poluentes.

O governador ressaltou que a energia fotovoltaica é uma das fontes mais limpas acessíveis. “Seu uso é bastante promissor no Brasil, e em especial no Centro-Oeste, pelos altos índices de insolação e outras condições climáticas”, salientou.

Fonte: Tatiane Barbosa para Diário da Manhã.


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Supermercado dá desconto para quem é sustentável

O programa evidência os benefícios ambientais e financeiros de reciclar o seu próprio lixo!

Em vez da parede do Trump, vamos construir uma borda de painéis solares

O presidente eleito Donald Trump pediu frequentemente que o México construa um muro no meio dos países. Realmente, existe um modo do México criar uma barreira entre os EUA e o México, construído especificamente no lado mexicano, com benefícios substanciais para o dois os países e para o planeta: uma fronteira solar.

A radiação solar nos desertos da norte do México é mais intensa que no sudoeste dos EUA por causa da menor latitude e padrões de nuvens mais favoráveis. E também os custos de construção e manutenção para usinas solares no México são consideravelmente mais baixos. Dessa maneira, a construção de uma longa série de tais plantas no decorrer do lado mexicano da fronteira seria capaz de gerar cidades de energia solar em ambos os lados mais rapidamente e mais barato do que construções semelhantes feitas do lado americano da fronteira. 

A energia solar já está sendo produzida em preços menores do que o de carvão. Com as plantas solares ao longo de vastas extensões da fronteira EUA-México de aproximadamente 2.000 milhas no lado mexicano, um recente rede de alta voltagem de corrente contínua (HVDC) poderia ser configurada a fim de transmitir energia de forma efetiva do matriz para centros populacionais. 

As linhas de energia perdem exponencialmente menos energia em longas distâncias do que linhas de energia tradicionais. As cidades que poderiam ser beneficiadas imediatamente incluem San Diego, Tijuana, Mexicali, Tucson, Phoenix, El Paso, Ciudad Juarez, San Antonio e Monterrey. 

Se construíssemos a correspondente o um terço da largura de um campo de futebol ao sul de toda a fronteira entre os EUA e o México, mais amplo em alguma áreas e mais estreito noutro, com um vasto espaço permitido para áreas povoadas e trechos de terreno irregular, geraria energia suficiente para também fornecer para Los Angeles, Las Vegas, Albuquerque, Dallas e Houston. Para as cidades dos EUA, seria uma maneira de obter energia mais barata e mais limpa do que eles podem de outras fontes.

Uma fronteira solar aliviaria diversos problemas binacionais. Por um lado, teria um resultado civilizante dentro de uma área perigosa. 

Como as usinas fazem o uso de medidas de segurança a fim de manter os intrusos fora, a fronteira solar servirá tal como uma cerca de fato, reduzindo a porosidade da fronteira, ao passo que produz benefícios econômicos, ambientais e de segurança em ambos os lados. Isso tornaria o tráfico de drogas, armas e pessoas ainda mais difícil para os cartéis criminais.

No México, a fronteira solar criaria um novo tipo de trabalhos de construção e tecnologia de alta ciência ao longo da fronteira, o que conseguiria absorver uma quantidade significativa de trabalhadores imigrantes que procuram entrar ilegalmente nos Estados Unidos. 

Mais relevante ainda, faria uma colaboração significativa para a luta global contra as emissões de carbono, visto que a eletricidade gerada seria neutra em carbono e a compra de tanta tecnologia solar reduziria seu preço. As plantas seriam construídas usando técnicas ambientalmente sensíveis com o objetivo de evitar a perda de habitat para espécies do deserto.

Além do mais, a rede poderia estender-se às costas, onde podiam ser construídas fábricas de dessalinização ecologicamente sensíveis para a produção de água doce, que podiam ser transportadas para as cidades e áreas agrícolas ao longo da fronteira que sofrem de insuficiência de água, um acontecimento que se agravará já que os efeitos do aquecimento global aumentam a desertificação. Isso reduziria as tensões e a preocupações com a segurança alimentar que vincularam a relações bilaterais ao longo de décadas devido ao concorrido abastecimento de água do Rio Grande e outras fontes de água compartilhadas.

Uma vez instaladas e comprovadas as instalações solares, outras áreas no México poderiam ser adicionadas à rede, aproveitando o know-how acumulado na nova força de trabalho pela experiência inicial de construção. O México tem imenso potencial como país produtora de energia solar, especialmente nos seus desertos de alto deserto central, que proporcionam a combinação mais favorável de clima seco, sem nuvens, de baixa latitude e relativamente frio para a geração solar. Potencialmente, todo o México poderia ser solar-powered um dia.

Como pagar por isso? 

Apesar de ser um grande investimento, o preço de geração de energia solar industrial continua a cair rapidamente, e porque a energia solar mexicana é mais barata para construir e manter do que as instalações comparáveis ao norte da fronteira, os investidores internacionais teriam incentivos fortes. Fortuitamente, as recentes reformas constitucionais do México incentivam o investimento estrangeiro e doméstico no setor de energia elétrica.

A construção da fronteira solar também ajudaria o México a atingir suas metas de mudanças climáticas obrigatórias, que incluem 35 por cento a produção de eletricidade renovável até 2024. As exportações de eletricidade de México para os EUA já existem há mais de um século e floresceu nos últimos anos, o que tornaria relativamente fácil obter garantias internacionais de empréstimo a longo prazo para usinas solares.

Se a iniciativa fosse enquadrada como um grande projeto carismático que tivesse o apoio total do governo mexicano, conquistando a admiração do resto do mundo, posicionaria o México como um líder mundial exemplar no combate às mudanças climáticas. México e os EUA seriam conectados por uma parede verdadeiramente bonita - um símbolo da unidade, visível mesmo do espaço.

Fonte: Huff Post.


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Retrospectiva 2016 da energia fotovoltaica no Brasil

Publicado originalmente no Linkedin, por Gabriel Konzen.

Separei em algumas categorias os principais acontecimentos no setor fotovoltaico nacional em 2016.

Confiram:

 

Regulação

 

Tributação

 

Mercado

Geração Distribuída

 

Indústria

 

Financiamento

 

Normas e Certificação

 

Outros

  •  O Grupo de Trabalho (GT) do ProGD se reuniu entre fevereiro e setembro, estudando como ampliar e aprofundar as ações de estímulo à geração de energia pelos próprios consumidores. Foram criados cinco subgrupos: financiamento e tributação; impactos técnicos e regulatórios; edificações públicas; comercialização; e capacitação técnica. Os relatórios dos trabalhos do grupo devem ser publicados em breve pelo MME. Um dos temas discutidos no GT e que já teve avanço é o seguinte:
  • A ANEEL lançou a Chamada de Projeto Prioritário de Eficiência Energética e Estratégico de P&D - Chamada 001/2016: Eficiência Energética e Minigeração em Instituições Públicas de Educação Superior. A chamada teve muito interesse dos agentes (54 manifestações), e deve promover a instalação de sistemas fotovoltaicos em universidades públicas.
  • O ano de 2016 teve boas e más notícias para a energia solar. A geração distribuída vive um crescimento pujante, enquanto a geração centralizada sofre com a não construção de projetos do leilão de 2014 e com o cancelamento do certame de 2016. Na área industrial, tivemos grandes empresas se instalando no Brasil, mas que agora estão com sua permanência ameaçada com a não realização de leilões para a contratação de energia fotovoltaica. De todo modo, creio que há um esforço conjunto e apartidário para buscar as melhores soluções para o aumento da participação da energia solar no Brasil.

    Gostaria de cumprimentar todos os colegas que trabalham no setor, e dizer que tenho orgulho de estar contribuindo com esse movimento. Vamos continuar com o trabalho, e espero que em 2017 tenhamos melhores notícias.

Fonte: Gabriel Konzen.


Grandes empresários criam fundo de investimento para energia renovável

Um time de grandes milionários por todo o mundo, na qual se inclui Bill Gates, revelou no ultimo domingo um inovador fundo de investimento de aproximadamente mil milhões de dólares destinado o financiar os avanços na produção de energia renovável. 

O fundo, nomeado Dubbed Breakthrough Energy Ventures, tem como objetivo inserir dinheiro em ativos e tecnologia energética que a longo prazo seja capaz reduzir a emissão do gases de efeito de estufa.

Os investidores incluem Jeff Bezos, fundador da Amazon, Richard Branson,da Virgin, Jack Ma, dirigente da Alibaba, John Arnold, um multimilionário que comercializa gás natural, e tambémo fundador da cadeia de hotéis Kingdom, Alwaleed Bin Talal. No ano passado, Bill Gates já avia anunciado a coligação chamada  Breakthrough Energy, um grupo de investidores que prometeu dedicar parte das suas fortunas nas tecnologias energéticas.

Sinto-me virtuoso por trabalhar com estes investidores a fim de construir uma fundação poderosa de investimento público nas pesquisas energéticas”, disse Bill Gates num comunicado. “O nosso propósito é construir empresas que ajudem o expandir a próxima geração de energia livre de emissões para o mundo”. 

Bill Gates, co-fundador da Microsoft, passou grande parcela do último ano o apelar para avanços na geração energética. Para Gates, ações como energia solar, nuclear e carros elétricos podem resolver, o curto prazo, o problema do aquecimento global. 

O co-fundador da Microsoft apoiou, diretamente, algumas startups de energia e encorajou demais CEO a seguirem o seu caminho.

Fonte: Economia Online, por Pedro Sousa Carvalho.

Energia solar pode trazer mais de R$ 125 bilhões em investimentos até 2030

Energia solar pode trazer mais de R$ 125 bilhões em investimentos até 2030

As atuais projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE),possuem a meta de 25 gigawatts  de potência instalada da energia solar fotovoltaica até 2030.

Evento em Sergipe mostrou para empresários as vantagens de utilizar energia solar

Empresários sergipanos participaram desta quinta-feira, 1º, do simpósio ‘Energia Solar como ferramenta de competitividade’.

Foto: Itawi Albuquerque

Foto: Itawi Albuquerque

O evento ofereceu palestras e mesa redonda, com o objetivo de debater o respeito das vantagens da energia solar, tal como modelo de economia. O propósito do evento, segundo os organizadores, é mostrar as vantagens do uso alternativo do sistema aos empresários. 

O superintendente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Rodrigo Rocha, destacou que o intuito de toda empresa é reduzir custos. “No cenário em que estamos vivendo, essa é um excelente chance de economizar por meio da energia solar. Então, vamos discutir a viabilidade de implantação, quais são os caminhos, dificuldades, vantagens e benefícios, a fim de que as empresas entendam que esse é um recurso de investimento”, ressalta.

Rodrigo destaca também, que a utilização da energia solar proporciona uma economia de até 90% na conta de luz das empresas que utilizam o sistema. “Apresentamos essas vantagens aos empresários sergipanos, mostrando que essa é uma oportunidade de garantir mais economia para suas empresas”, diz.

O evento foi uma iniciativa do Sebrae, em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), SergipeTec e  Universidade Federal de Sergipe

Um dos principais benefícios da utilização da energia solar fotovoltaica é a sua alta disponibilidade no meio ambiente, visto que o Sol gera 4 milhões de vezes mais energia que consumimos. Além do mais, este modelo não polui o meio ambiente, é gratuito, ocupa pouco espaço e tem baixa exigência de manutenção. O excedente gerado pode ser incorporado ás redes de distribuição, permitindo que o usuário acumule créditos que podem ser usados para reduzir a fatura do meses seguintes.

Apesar do crescimento registrado nos últimos anos, o Brasil ainda possui um longo caminho o percorrer no que diz respeito ao uso desse sistema. A energia solar fotovoltaica responde apenas por 0,02% do matriz energética nacional. Em Sergipe a situação ainda é mais grave, já que o estado é um dos pouco o não conceder isenção da alíquota de 30% do ICMS sobre o volume de energia produzido em uma residência ou ponto comercial.

Referência: Infonet.


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