usina brasileira

Conheça o primeiro condomínio solar do Brasil

A escolha do Ceará para abrigar esta iniciativa deve-se a sua fama como "A Terra do Sol", com alta incidência de raios solares.

A Prátil é a companhia responsável pelo projeto e decidiu pôr em prática o sistema de compensação de energia, estabelecido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) através da resolução 482, que regula a geração distribuída no Brasil, temos um exemplo desse modelo através do aluguel de plantas solares. A resolução permite aos clientes produzirem sua própria energia, mesmo que em local diferente do consumo, com obtenção de créditos na conta de luz. A unidade funcionará como um condomínio, com vários lotes de microgeração que podem ser alugados individualmente para clientes no Ceará conectados à rede da Coelce, empresa de distribuição no estado.

A rede Farmácias Pague Menos será o cliente que alugará todos os lotes instalados na usina solar. A Pague Menos e a Prátil formalizaram um contrato de locação para geração de 1.750 megawatts/hora (MWh) por ano, durante 15 anos, que atenderá 40 lojas no estado do Ceará. A energia gerada pelo condomínio solar será injetada na rede da Coelce, que por sua vez fará a compensação em KWh da energia gerada na conta de luz das lojas das farmácias.

Esta iniciativa não só está em conformidade com a sustentabilidade que buscamos para o nosso negócio, como também contempla um dos tripés das Farmácias Pague Menos, que é o da inovação.

Quanto mais projetos forem realizados a partir de fontes de energia renováveis, como a solar, melhor será o futuro do sistema elétrico do País.

O condomínio solar funciona como a instalação da energia solar em uma residência, mas com a vantagem de o cliente não precisar de espaço para o painel no telhado nem arcar com os custos de instalação e manutenção. Resumindo: O cliente garante o preço da energia antecipadamente e obtém descontos na conta de luz,  já que toda a energia gerada pelos painéis solares é injetada na rede elétrica.

O primeiro condomínio solar do Brasil foi implantado na cidade de Limoeiro do Norte, no Ceará. foram utilizadas 3.420 placas fotovoltaicas, com potência total instalada de 1.060 kWp, o suficiente para abastecer aproximadamente 900 residências todos os dias. O investimento está em torno de 7 milhões de reais.

Condomínio Solar de 1 MW no Ceará para Farmácia Pague Menos


Condomínio Solar de 1 MW no Ceará para Farmácia Pague Menos


SIGA A COSOL NO MEDIUM: MEDIUM.COM/COSOL


Usina solar será construída em Morrinhos, Goiás

No dia 5 desse mês, a Celg Geração e Transmissão constituiu a Sociedade com Propósito Específico (SPE), em cooperação com a Construtora Villela Carvalho destinado a construção de uma usina fotovoltaica na subestação Planalto, localizada em Morrinhos.

A administração da Usina ficará da responsabilidade do Planalto Solar Park, que detêm 51% das ações. A empresa japonesa Kyocera Brasil será a fornecedora das placas para a produção da energia solar enquanto a Celg G&T, cuja participação acionária será de 49%, ficará responsável pelo financiamento do empreendimento.

A Sociedade com Propósito Específico investirá R$ 35 milhões na construção da Usina e prevê termino das obras em aproximadamente seis meses. O novo presidente da Celg G&T, Fernando Navarrete, ratifica o pioneirismo do Estado. “O Estado mais uma vez é pioneiro na execução de empreendimentos inovadores, neste momento na geração de energia renovável”, declara.

A usina construída em Morrinhos será a primeira das seis usinas previstas para serem construídas em Goiás dentro de 2017. Segundo o governador do Estado, Marconi Perillo, a Celg G&Tvai entregar uma receita de R$ 130 milhões até o meio do ano, que seria de R$ 150 milhões caso não houvesse atraso na entrega de algumas obras. 

A energia fotovoltaica é gerada a pela radiação solar natural, sendo uma das fontes de energia mais acessíveis e limpas.

A construção dessa forma de produção de energia poderá diminuir a necessidade do uso de usinas termelétricas, que são mais caras e mais poluentes.

O governador ressaltou que a energia fotovoltaica é uma das fontes mais limpas acessíveis. “Seu uso é bastante promissor no Brasil, e em especial no Centro-Oeste, pelos altos índices de insolação e outras condições climáticas”, salientou.

Fonte: Tatiane Barbosa para Diário da Manhã.


SIGA A COSOL NO MEDIUM: MEDIUM.COM/COSOL


Energia solar pode trazer mais de R$ 125 bilhões em investimentos até 2030

Energia solar pode trazer mais de R$ 125 bilhões em investimentos até 2030

As atuais projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE),possuem a meta de 25 gigawatts  de potência instalada da energia solar fotovoltaica até 2030.

Evento em Sergipe mostrou para empresários as vantagens de utilizar energia solar

Empresários sergipanos participaram desta quinta-feira, 1º, do simpósio ‘Energia Solar como ferramenta de competitividade’.

Foto: Itawi Albuquerque

Foto: Itawi Albuquerque

O evento ofereceu palestras e mesa redonda, com o objetivo de debater o respeito das vantagens da energia solar, tal como modelo de economia. O propósito do evento, segundo os organizadores, é mostrar as vantagens do uso alternativo do sistema aos empresários. 

O superintendente do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Rodrigo Rocha, destacou que o intuito de toda empresa é reduzir custos. “No cenário em que estamos vivendo, essa é um excelente chance de economizar por meio da energia solar. Então, vamos discutir a viabilidade de implantação, quais são os caminhos, dificuldades, vantagens e benefícios, a fim de que as empresas entendam que esse é um recurso de investimento”, ressalta.

Rodrigo destaca também, que a utilização da energia solar proporciona uma economia de até 90% na conta de luz das empresas que utilizam o sistema. “Apresentamos essas vantagens aos empresários sergipanos, mostrando que essa é uma oportunidade de garantir mais economia para suas empresas”, diz.

O evento foi uma iniciativa do Sebrae, em parceria com o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), SergipeTec e  Universidade Federal de Sergipe

Um dos principais benefícios da utilização da energia solar fotovoltaica é a sua alta disponibilidade no meio ambiente, visto que o Sol gera 4 milhões de vezes mais energia que consumimos. Além do mais, este modelo não polui o meio ambiente, é gratuito, ocupa pouco espaço e tem baixa exigência de manutenção. O excedente gerado pode ser incorporado ás redes de distribuição, permitindo que o usuário acumule créditos que podem ser usados para reduzir a fatura do meses seguintes.

Apesar do crescimento registrado nos últimos anos, o Brasil ainda possui um longo caminho o percorrer no que diz respeito ao uso desse sistema. A energia solar fotovoltaica responde apenas por 0,02% do matriz energética nacional. Em Sergipe a situação ainda é mais grave, já que o estado é um dos pouco o não conceder isenção da alíquota de 30% do ICMS sobre o volume de energia produzido em uma residência ou ponto comercial.

Referência: Infonet.


Olá, vamos bater um papo! É só se cadastrar aqui e iremos te enviar alguns emails com o melhor do nosso conteúdo para te ajudar, seja você um consumidor de energia, investidor, epecista ou apenas interessado neste maravilhoso mundo da sustentabilidade!

É um caminho de comunicação direto que nenhum outro portal oferece para seus leitores. E a intenção é construir uma comunidade vibrante que esteja preparada para todos os enormes desafios que virão. Vamos construir conhecimento e conteúdo juntos! Contamos muito com a sua presença neste papo! Cadastre-se na caixa ao lado!


Conheça a 1ª usina solar compartilhada no Pará

A COOBER (Cooperativa Brasileira de Energia Renovável) localizada em Paragominas, no Pará, nasceu com o objetivo de gerar energia limpa e de modo consciente, através de placas fotovoltaicas, dentro de um município que já ganhou visibilidade tal como sendo um "município verde".

Créditos de imagem:  Diário Online .

Créditos de imagem: Diário Online.

Contando com a participação de 23 membros (empresários, empreendedores e profissionais liberais), com idade média de 41 anos, chamados de sócios-fundadores. O projeto atraiu também simpatizantes em diversos os setores, atraiu a atenção dos estudantes da região recebeu auxílio da Prefeitura de Paragominas e do governo do Pará, além de entidades como a Confederação Alemã das Cooperativas (DGRV).

Segundo informações de Raphael Sampaio Vale, presidente da Coober, a fundação ocorreu pautada na Resolução 687/2015 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que aprimorou a Resolução Normativa 482, de 2012, incentivando a geração compartilhada de energia renovável.

"Se fôssemos produtores individuais, iríamos necessitar de muito mais investimentos e ter maior trabalho, além de precisar lidar com diversas questões burocráticas e tributárias. Na Coober, são 23 pessoas que produzirão e consumirão a própria energia gerada, transformando cada uma em 'prosumidor' (expressão utilizada para denominar as pessoas que produzem e consomem seus produtos)", afirma Raphael.

"Todos nós estamos sendo consultados por pessoas de outras partes do país, que perguntam o motivo pela qual nos lançamos nessa empreitada. A resposta é simples: queremos gerar a própria energia elétrica que consumimos", enfatiza o advogado Raphael. "Nosso maior desafio é o pioneirismo da união de dois universos no Brasil: o cooperativismo e a produção de energia renovável. Nossa influência têm sido as usinas de energia renovável de outros países, em especial da Alemanha, que possui mais de 700 cooperativas de energia instaladas".

A presidente da Coober enumera os benefícios em gerar energia limpa através de condomínios compartilhados:

  • menor valor investido individualmente, uma vez que são 23 investidores;
  • mobilidade na produção, pode-se modificar de endereço sem se preocupar em efetuar mudança dos equipamentos;
  • desenvolvimento de uma cultura de colaboração;
  • melhor escolha/avaliação das opções - maior numero de pessoas pensando com o mesmo objetivo;
  • melhor relação com a concessionária;
  • tratativas mais adequadas de benefícios e isenções fiscais.

De acordo com informação presente no site da Prefeitura de Paragominas, o investimento inicial da Coober é R$ 700 mil a R$ 1 milhão. Na primeira fase, a geração de energia, através da usina de fonte solar fotovoltaica, ficará entre 12.000 e 17.000kWh/ mês, que serão injetados na rede de distribuição da concessionária local (CELPA). Então a concessionária será informada para creditar determinado percentual da energia gerada na unidade consumidora e conceder os devidos descontos na conta de luz dos cooperados, o crédito é baseado segundo a média de consumo de cada cooperado. A usina está instalada no distrito industrial do município, em área de aproximadamente 17.000m².

Tá vendo como o condomínio solar já é realidade hoje no nosso país? Não perca tempo e comece também a utilizar energia limpa mais barata e acessível. 

Fonte: EasyCOOP


SIGA A COSOL NO MEDIUM: MEDIUM.COM/COSOL

ENTRE EM CONTATO ATRAVÉS DO E-MAIL: blogcosol@gmail.com


Diminuição de até 90% na fatura de energia motiva o uso da energia solar

Sustentabilidade e capacidade de economizar na conta de luz são alguns dos atrativos desse tipo de energia.

Usinas de energia solar já empregam 1.500 trabalhadores

Uma pesquisa realizado pela Prefeitura de São João do Piauí, cidade a 476 km de Teresina, aponta que a inserção das usinas de energia solar no município e também no município de Ribeira do Piauí já emprega 1.500 trabalhadores. 

A secretária municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania de São João do Piauí, Viviane Moura, declarou que a implantação das usinas de energia solar está na fase de limpeza e desmatamento das áreas onde serão implantadas as placas solares.

De acordo com ela, estão empregados trabalhadores da região de São João do Piauí, e também existe a presença de funcionários das empresas internacionais, que estão implantando as usinas, como as da empresa italiana Enel Green Power. Os hotéis estão cheios e também cresceu a busca por serviços de restaurantes e produção de alimentos. 

A empresa Sertão Solar Energia (SPE) recebeu, na sexta-feira, da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí (Semar), a Licença de Instalação destinado o a implantação de três usinas de energia fotovoltaica, a usina Sertão I, a usina Sobral I e a usina Sobral II, em São João do Piauí. 

Fonte: Jornal Meio Norte.


Olá, vamos bater um papo! É só se cadastrar aqui e iremos te enviar alguns emails com o melhor do nosso conteúdo para te ajudar, seja você um consumidor de energia, investidor, epecista ou apenas interessado neste maravilhoso mundo da sustentabilidade!

É um caminho de comunicação direto que nenhum outro portal oferece para seus leitores. E a intenção é construir uma comunidade vibrante que esteja preparada para todos os enormes desafios que virão. Vamos construir conhecimento e conteúdo juntos! Contamos muito com a sua presença neste papo! Cadastre-se na caixa ao lado!


Saiba tudo sobre o leilão da ANEEL para empreendimentos de transmissão de energia

O leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) destinado as novos empreendimentos de transmissão de energia obteve 21 lotes arrematados, dos 24 no total, nesta quarta-feira (13) e foi destacado por maior disputa que os anteriores e devido a participação de novos competidores. Os lotes vendidos viabilizarão investimentos de R$ 11,6 bilhões, segundo a Aneel.

O deságio médio oferecido pelos lotes foi de 12,07%, de acordo com a agência de energia. As concessionárias vencedoras terão um retorno anual contratada de R$ 2,124 bilhões, mais de R$ 400 milhões as menos que esperado se todos os lotes fossem arrematados. 

Apenas 3 lotes não receberam propostas e encalharam. Outros 7 tiveram somente um interessado e foram arrematados por valor idêntico ou bem próximo da remuneração máxima fixada através de edital. 

No outros, houve disputas com até 5 grupos interessados pelo mesmo lote, tendo propostas vencedoras com desconto de até 28% em relação ao limite máximo de remuneração.

Conheça as empresas vencedoras

A Equatorial Energia foi o maior vencedora do leilão, arrematando 7 lotes. O grupo atua como distribuidora de energia no Pará (Celpa) e Maranhão (Cemar), como geradora (Termoelétrica Geramar) e agora fará a sua estreia na operação de transmissão de energia. 

"Atingimos o nosso propósito que era constituir uma empresa de transmissão de energia", comemorou Firmino Sampaio Neto, presidente do Conselho de Administração da Equatorial Energia, acrescentando que o grupo possui liquidez e que não haverá complicação para custear os projetos contratados. 

Outros destaques foram a Taesa, que arrematou lotes individualmente e em colaboração com a Cteep, e o consórcio formado pela espanhola Cymi Holding com o fundo FIP Brasil Energia. 
Os grupos chineses, que se destacaram nos últimos leilões, tiveram presença limitada dessa vez, vencendo somente um lote por intermédio da participação detida na EDP. 
O outros grupos ou empresas vencedoras foram: Consórcio ECB Mota Engil (Construtora Brasil com 99% e Mota Engil com 1%), Consórcio Olympus (Alupar com 99%, Perfin com 0,5% e Apolo 11 com 0,5%), a Empresa Amazonense de Transmissão de Energia e a CTEEP (Companhia de Transmissão de energia Elétrica Paulista). 

O prazo das obras varia de 42 a 60 meses e as concessões de 30 anos valem o partir da assinatura dos contratos.

Resultado de sucesso

O diretor da Aneel, José Jurhosa Junior, classificou o resultado como “sucesso fantástico” e disse que o maior disputa e a maior deságio refletem “ maior confiança dos investidores” na área de energia. 

De acordo com ele, somados o outros 14 lotes arrematados no leilão anterior em abril, a Aneel garantiu neste ano a contratação de R$ 18,5 bilhões de investimentos em projetos de transmissão, 76% da total pretendido, que garantirão o escoamento de energia de usinas previstas para entrar em operação nos próximos anos. 

Segundo a Aneel, os valores de contratação com deságio representam inclusive maior vantagem ao consumidor, na medida onde valores de remuneração mais baixos para as empresas tendem o resultar em menor repasse de custos para os consumidores . 
A Aneel deseja realizar o próximo leilão ainda no primeiro trimestre do ano que vem com previsão de R$ 12 bilhões em investimentos.

Confira abaixo o resultado dos 24 lotes ofertados:

LOTE 1 - Bahia
Vencedor: Consórcio CP II – Nasspe E.P. (90%) e BTG Pactual (10%) com proposta de R$ 76.700.000,00
Deságio: 10,22%

Valor máximo de remuneração: R$ 85.435.520,00
- LT 500 kV Sapeaçu - Poções III C1, com 260 km

LOTE 2 - Bahia e Minas Gerais (lote condicionante dos lotes 3, 4, 5 e 6)
Vencedor: Consórcio Olympus – 99% Alupar, 0,5% Perfin e 0,5% Apolo 11 P com proposta de R$ 214.700.000
Deságio: 18,85%

Valor máximo: R$ 264.592.750,00
– LT 500 kV Poções III - Padre Paraíso 2 C1, com 334 km
– LT 500 kV Padre Paraíso 2- Governador Valadares 6 C1, com 207 km
– SE500kVPadreParaíso
– SE 500/230 kV Governador Valadares - (6+1res.) x200 MVA

LOTE 3 - Bahia e Minas Gerais (condicionado ao lote 2)
Vencedor: Consórcio Columbia – Taesa (50%) e Cteep (50%), com proposta de R$ 106.616.120,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 106.616.120,00
– LT 500 kV Poções III- - Padre Paraíso 2 C2, com 338 km

LOTE 4, Minas Gerais (condicionado ao lote 2)
Vencedor: Consórcio Columbia – Taesa (50%) e Cteep (50%), com proposta de R$ 71.424.700,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 71.424.700,00
– LT 500 kV Padre Paraíso 2- Governador Valadares 6 C2, com 208 km

LOTE 5, Minas Gerais (condicionado ao lote 2)
Vencedor: Consórcio ECB Mota Engil – Líder Construtora Brasil (99%) e Mota Engil (1%) com proposta de R$ 17.666.000,00
Deságio: 17,35%

Valor máximo: R$  21.377.040,00
– SE 500 kV Padre Paraíso 2 - Compensador Estático 500 kV (-150/+300) Mvar

LOTE6, Minas Gerais e Espírito Santo (condicionado ao lote 2 e condicionante do 7)
Vencedor: Consórcio Olympus – 99% Alupar, 0,5% Perfin e 0,5% Apolo 11, com proposta de R$ 145.986.950,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 145.986.950,00
– LT 500 kV Governador Valadares 6 - Mutum C1, com 156 km
– LT 500 kV Mutum - Rio Novo do Sul C1, com 132 km
– SE 500 kV Mutum
– SE 500/345 kV Rio Novo do Sul - (3+1 Res) x 350 MVA

LOTE 7, Minas Gerais (condicionado ao lote 6)
Vencedor: não teve interessados e encalhou

Valor máximo: R$ 56.600.880,00
– LT 500 kV Governador Valadares 6- Mutum C2, com 165 km

LOTE 8, Bahia
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 77.832.000,00
Deságio: 15,99%

Valor máximo: R$ 92.657.020,00
- LT 500 kV Rio da Éguas- Barreiras II C2, com 251 km

LOTE 9, Bahia (condicionante do lote 10)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 70.588.000,00
Deságio: 27,99%

Valor máximo: R$ 98.038.240,00
-  LT 500 kV Barreiras II- Buritirama C1, com 213 km
– SE 500 kV Buritirama

LOTE 10, Piauí e Bahia(condicionado ao lote 9)
Vencedor: Consórcio Sertanejo – Cymi Holding (50%) e FIP Brasil Energia (50%), com proposta de R$ 148.308.000,00
Deságio:13,4%

Valor máximo: R$ 171.256.970,00
– LT 500 kV Queimada Nova II -  Curral Novo do Piauí II C1, com 109 km;
– LT 500 kV Buritirama- Queimada Nova II, C1, com 376 km;
– SE500kVQueimadaNovaII 

LOTE 11, Piauí, Pernambuco e Ceará (condicionado ao lote 10)
Vencedor: não teve interessados e encalhou

Valor máximo: R$ 91.702.100,00
– LT 500 kV Queimada Nova II - Milagres II C1, com 322 km

LOTE 12, Bahia e Piauí  (condicionado aolote 10)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 102.900.000,00
Deságio: 9,99%

Valor máximo: R$ 114.331.590,00
– LT 500 kV Buritirama - Queimada Nova II, C2, com 380 km

LOTE 13, Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará
Vencedor: Consórcio Sertanejo - Cymi Holding (50%) e FIP Brasil Energia (50%), com proposta de R$ 111.495.000,00
Deságio: 21,5%

Valor máximo: R$ 142.032,740,00
– LT 500 kV Açu III- Milagres II C2, com 292 km
– LT 500 kV Açu III- João Câmara III C2, com 143 km

LOTE 14, Minas Gerais e Bahia(condicionante dos lotes 15,16 e 18)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 185.598.000,00
Deságio: 16,79%

Valor máximo: R$ 223.056.850,00
– LT 500 kV Igaporã III- Janaúba 3 C1, com 257 km
– LT 500 kV Janaúba 3- Presidente Juscelino C1, com 337 km
– SE 500 kV Janaúba 3 (novo pátio de 500 kV– parte 1)

LOTE 15, Minas Gerais e Bahia (condicionado ao lote 14)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 85.642.000,00
Deságio:  5,99%

Valor máximo: R$ 91.107.990,00
– LT 500 kV Igaporã III - Janaúba 3 C2, com 257 km

LOTE 16, Minas Gerais (condicionado ao lote 14)
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 106.179.000,00
Desáfio: zero

Valor máximo: R$ 106.179.410,00
– LT 500 kV Janaúba 3- Presidente Juscelino C2, com 330 km.

LOTE 17, Minas Gerais eBahia (condicionante dolote 18)
Vencedor: Taesa, com proposta de R$ 174.624.789,00
Deságio: 13,05%

Valor máximo: R$ 200.856.670,00
-  LT 500 kV Bom Jesus da Lapa II- Janaúba 3 C1, com 304 km
- LT 500 kV Janaúba 3 - Pirapora 2 C1, com 238 km
- SE 500 kV Janaúba 3 - novo pátio de 500 kV - parte 2

LOTE 18, Minas Gerais(condicionado aoslotes 14 e 17)
Vencedor: Consórcio Transmissão do Brasil – FIP Pátria Infraestrutura III (99%) e FTRSPE 3 (1%) com proposta de R$ 39.400.000,00
Deságio: 16,76%

Valor máximo: R$ 47.337.730,00
– SE 500 kV Janaúba 3 - Compensadores Síncronos - 2 x (-90/150) Mvar

LOTE 19, Minas Gerais:
Não recebeu propostas e encalhou
Valor máximo: R$ 57.221.880,00
– LT 500 kV Presidente Juscelino- Itabira 5 C2, com 189 km

LOTE20, Goiás, Minas Gerais e Bahia
Vencedor: Sertanejo– Cymi Holding (50%) e FIP Brasil Energia (50%), com proposta de R$ 130.510.000,00
Deságio: 17,72%

Valor máximo: R$ 158.620.390,00
– LT 500 kV Rio das Éguas - Arinos 2 C1, com 230 km
– LT 500 kV Arinos 2- Pirapora 2 C1, com 221 km;
– SE 500 kV Arinos 2

LOTE21, Espírito Santo(condicionante do lote 22)
Vencedor: CTEEP, com proposta de R$ 47.200.000,00
Deságio: 25,14%

Valor máximo: R$ 63.059.310,00
– LT 345 kV Viana 2– João Neiva 2– 79 km
– SE 345/138 kV João Neiva 2, (9+1Res) x 133 MVA e Compensador Estático 345 kV(-150/+150) Mvar

LOTE 22,  Minas Gerais e Espírito Santo (condicionado aolote 21)
Vencedor: Empresa Amazonense de Transmissão de energia, com proposta de R$ 101.019.640,00
Deságio: zero

Valor máximo: R$ 101.019.640,00
– LT 500 kV Mesquita- João Neiva 2, com 236 km
– SE 500/345 kV João Neiva 2, 500/345 kV   (3+1Res) x 350 MVA;

LOTE 23, Pará
Vencedor: Equatorial Energia, com proposta de R$ 89.784.000,00
deságio: zero

Valor máximo: R$ 89.784.520,00
– LT 500 kV Vila do Conde- Marituba- 56,1 km
– LT 230kV Marituba- Castanhal- 68,6 km
– SE 500/230 kV Marituba - (3+1R)x300MVA
- SE 230/69 kV Marituba - 2X200MVA

LOTE 24, Espírito Santo
Vencedor: EDP Energias do Brasil, com proposta de R$ 20.718.075,00
Deságio: 5,2%

Valor máximo: R$ 21.854.510,00
– SE 230/138 kV São Mateus 2 (nova)
– LT 230 kV Linhares 2- São Mateus 2 - 113 km

Referência: G1 Economia 


Olá, vamos bater um papo! É só se cadastrar aqui e iremos te enviar alguns emails com o melhor do nosso conteúdo para te ajudar, seja você um consumidor de energia, investidor, epecista ou apenas interessado neste maravilhoso mundo da sustentabilidade!

É um caminho de comunicação direto que nenhum outro portal oferece para seus leitores. E a intenção é construir uma comunidade vibrante que esteja preparada para todos os enormes desafios que virão. Vamos construir conhecimento e conteúdo juntos! Contamos muito com a sua presença neste papo! Cadastre-se na caixa ao lado!


A primeira usina solar flutuante do Brasil está funcionando em São Paulo

Instalada na cidade paulista de Rosana, a 755 km de São Paulo, a usina utiliza a tecnologia de placas flexíveis e rígidas no sistema flutuante, gerando de 101.522 kWh (quilowatt-hora). Suficiente para suprir mais de mil casas, cujo consumo mensal chegue a 100 kW/h. A usina está instalada no reservatório de Porto Primavera. 

O sistema permite aproveitar as subestações e as linhas de transmissão das hidrelétricas, a área sobre a lâmina d’água dos reservatórios e, também, auxiliar para que as comunidades ribeirinhas e isoladas tenham acesso à energia elétrica. 

Os projetos de usinas solares flutuantes ganham espaço nas hidrelétricas em todo o mundo, já que permitem usar as subestações e as linhas de transmissão das hídricas e a área sobre a lâmina d’água dos reservatórios. Construções similares estão sendo iniciados nas cidades de Balbina, no Amazonas, e em Sobradinho, na Bahia.

O projeto foi iniciado em maio de 2014, e consiste na instalação de duas plantas de painéis solares rígidos de 250 kW em terra e 25 kW no sistema flutuante, além de outras duas plantas com painéis solares flexíveis com 250 kW em terra e 25 kW em sistemas flutuantes. 

Também foram instalados cem painéis rígidos flutuantes de 250 watts cada um e 180 flexíveis flutuantes de 144 watts cada. A área ocupada pelas placas flutuantes é de praticamente 500 metros quadrados. O reservatório possui 2.250 quilômetros quadrados. 

O projeto recebeu investimento de R$ 23 milhões da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), através de recursos do programa de P&D da Aneel.

Fontes: Catraca Livre; CicloVivo.


Olá, vamos bater um papo! É só se cadastrar aqui e iremos te enviar alguns emails com o melhor do nosso conteúdo para te ajudar, seja você um consumidor de energia, investidor, epecista ou apenas interessado neste maravilhoso mundo da sustentabilidade!

É um caminho de comunicação direto que nenhum outro portal oferece para seus leitores. E a intenção é construir uma comunidade vibrante que esteja preparada para todos os enormes desafios que virão. Vamos construir conhecimento e conteúdo juntos! Contamos muito com a sua presença neste papo! Cadastre-se na caixa ao lado!


Raia Drogasil adota energia solar em 11 lojas e economiza R$ 69 mil

raia drogasil + energia solar

A cadeia de farmácias Raia Drogasil passou o usar neste ano a energia solar em algumas das suas lojas em Minas Gerais. Até o momento, 11 unidades estão utilizando a energia gerada através do sol. 


Devido aos sistemas de geração de energia solar instalados nas lojas Raia Drogasil já economizou 69.000 reais nos últimos cinco meses. O consumo mensal de eletricidade nessas farmácias, que encontram-se nas cidades de Belo Horizonte e Uberlândia, caiu cerca de 50%, de acordo com a empresa.

A energia oriunda do sol é transformada em elétrica através de usinas fotovoltaicas fornecidas pela Axis Renováveis. A empresa não revelou quanto investiu no projeto. 

As duas empresas assinaram um contrato de 12 anos. Até o término desse tempo, a Raia Drogasil deve economizar por volta de 850.000 reais com gastos de energia nas unidades onde os sistemas de utilização da energia solar já estão instalados.

De acordo com a rede, o objetivo é expandir essa iniciativa para as outras lojas da rede que possam receber as usinas fotovoltaicas. Não foi informado, porém, a quantidade de lojas que irão utilizar o novo sistema. 

"Nosso objetivo vai além da redução de custos, queremos também diminuir tudo aquilo que impacta o meio ambiente", diz o diretor de Engenharia e Manutenção da Raia Drogasil, Milton Alvim.

Referência: Exame; UOL Economia.


Olá, vamos bater um papo! É só se cadastrar aqui e iremos te enviar alguns emails com o melhor do nosso conteúdo para te ajudar, seja você um consumidor de energia, investidor, epecista ou apenas interessado neste maravilhoso mundo da sustentabilidade!

É um caminho de comunicação direto que nenhum outro portal oferece para seus leitores. E a intenção é construir uma comunidade vibrante que esteja preparada para todos os enormes desafios que virão. Vamos construir conhecimento e conteúdo juntos! Contamos muito com a sua presença neste papo!