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Projeto Comunidade Solar permite compra quotas de usina solar

O mercado brasileiro de energias renováveis vem se expandindo. Instalações com placas fotovoltaicas nos telhados das casas e empresas, estão se tornando cada vez mais frequentes.

Investimentos neste setor se tornam mais atrativos com o passar dos anos, pois a população brasileira tem demonstrado interesse por outros tipos de energia, como energias limpas e sustentáveis.

Com elevadas taxas na conta de luz e a necessidade de uma eletricidade livre de poluição para o planeta, o brasileiro tem motivado a buscar energias renováveis como alternativa mais barata e como contribuição para o meio ambiente.

Foi pensando em situações como esta e em como expandir energia limpa que a Comunidade Solar ENGIE aposta em um novo produto.

A empresa está construindo uma usina de 2MW AC em Minas Gerais, que será dividida em cerca de 70 quotas.

A Assinatura Solar entra para cada consumidor que estiver interessado na sua participação na usina em adquirir uma quota de acordo com seu consumo.

Os contratos estarão disponíveis para todas as empresas da área de concessão CEMIG. Assim, beneficiará aquelas empresas que não querem investir em um sistema completo no seu telhado ou não querem ou não podem usar a estrutura no seu telhado.

O Plano de Expansão da empresa é de 50MW AC em Comunidades Solares ENGIE por todo o Brasil nos próximos meses. Após a construção da usina solar em Minas Gerais, que está prevista para término no terceiro trimestre deste ano, a ENGIE construirá as novas Comunidades Solares que irão se expandir para Rio de Janeiro e São Paulo.

A empresa garante outros benefícios aos clientes com uma maior eficiência do sistema, dos equipamentos e melhor controle do consumo. A aposta da ENGIE é um sistema com serviços de eficiência energética e monitoramento de energia associados às instalações de geração distribuída.

Serviços descentralizados de geração de energia e de geração limpa fazem parte de Condomínios Solares que vêm tomando o mercado no Brasil, país com grande potencial solar, com abertura para as chamadas usinas solares. Essas comunidades solares facilitam a energia limpa chegar até o consumidor.

É por isso que o marktplace COSOL viabiliza a harmonia desse sistema. Assim, consumidores que não querem ou não têm possibilidade de adaptar sistemas fotovoltaicos nos seus telhados irão se beneficiar deste modelo de mercado de energia limpa e as usinas solares que necessitam do gerenciamento contarão com o trabalho da COSOL.

Fonte: Ambiente e Energia

Fonte: canva

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Ceará Simplifica o Licenciamento de Empreendimentos Fotovoltaicos

Foi aprovada uma nova Resolução do Conselho Estadual de Meio Ambiente do Ceará - COEMA - que simplifica e atualiza os procedimentos, critérios e parâmetros aplicados aos processos de licenciamento e autorização ambiental, nesse Estado, para os empreendimentos de geração de energia elétrica por fonte solar.

As principais mudanças foram:

1. O porte do empreendimento será calculado levando-se em consideração a área ocupada pela usina solar, e não pela potência da energia gerada;

2. Os portes são definidos, segundo os critérios abaixo:

·       Micro: acima de 15 até 30 hectares

·       Pequeno: acima de 30 até 90 hectares

·       Médio: acima de 90 até 180 hectares

·       Grande: acima de 180 até 450 hectares

·       Excepcional: acima de 450 hectares

3. O prazo para emissão das licenças passou a ser de 45 dias, no máximo;

4. Somente estarão sujeitos à exigência de EIA/RIMA os empreendimentos considerados de porte excepcional, ou seja, aqueles que ocuparem áreas acima de 450 hectares;

5. Os empreendimentos de micro, pequeno, médio e grande porte terão suas licenças emitidas em somente duas fases, quais sejam: Licença Prévia (LP) e Licença de Instalação (LIO). Já os de porte excepcional continuam com o procedimento trifásico tradicional (LP, LI, LO);

6. Somente estarão sujeitos ao pagamento de compensação ambiental os empreendimentos que tiverem sujeitos ao EIA/RIMA, ou seja, somente os de porte excepcional.

Assim, a exigência de EIA/RIMA para usinas acima de 10MW deixa de existir e torna o Estado do Ceará muito mais atrativo para o investimento na produção dessa matriz energética.

Existem situações que, mesmo ocupando áreas inferiores a 450 hectares ainda será exigido EIA/RIMA, porém isso somente ocorrerá em áreas sensíveis, conforme dispõe a Resolução 462/14 do CONAMA, porém são exceções.

 Neste contexto, usineiros e fazendeiros que querem faturar os próximos 25 anos com energia solar nesse Estado, a partir dos novos procedimentos, critérios e parâmetros aplicados aos processos de licenciamento e autorização ambiental citados acima, podem aproveitar o marketplace COSOL para gerenciar suas usinas.

Fonte: Aloísio Pereira Neto

Fonte: canva

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